Histórias do Tênis IV

10:43 Net Esportes 3 Comments

No começo do século passado a Oceania se unia, Austrália, Nova Zelândia e boa parte daquelas ilhas todas se juntavam e formavam a Austrolásia, assim não tinha pra ninguém na Copa Davis de tênis, venceram de 1907 a 1909 além de 1911, 1914 e 1919, muitas das conquistas com plena ajuda Norman Brookes e Anthony Wilding, sendo que o último apesar de ser neozelandês tinha origens britânicas.

O sucesso na Davis não era à toa, pois a dedicação ao esporte já vinha desde 1905, quando foi disputada a primeira edição do Aberto da Austrália, Wilding venceu em 1906 e repetiu o feito em 1909, sendo que até o ano seguinte o único 'intruso' em uma final foi o norte-americano Fred Alexander, campeão em 1908, seja por isso ou não, Wilding que aprendeu a jogar tênis na Universidade Cambridge, na Inglaterra, partiu para a disputa do Grand Slam do Reino Unido.

Wimbledon só via campeões ingleses desde seu surgimento em 1877, até que em 1907 o australiano Norman Brookes conseguiu quebrar essa hegemônia, e talvez tenha sido a grande inspiração de Anthony Wilding, que conseguiu vencer quatro vezes seguidas entre 1910 e 1913, mas em 1914 acabou encontrando justamente Brookes na final, perdeu por 3 sets a 0 e não pôde mais retornar para uma possível revanche, já que o torneio seria interrompido devido à Primeira Guerra Mundial.

Pior do que não poder voltar à sagrada grama inglesa para ganhar mais títulos, foi ter que servir o seu país na Guerra, e mais do que isso foi ter um final trágico ao morrer em ação no dia 9 de maio de 1915, durante a Batalha de Aubers Ridge em Neuve-Chapelle, França. Anthony Wilding fez história para a Nova Zelândia, para a Austrtália e na terra de sua família, a Inglaterra, mas acabou morrendo de forma triste na França, fato lamentável mas que não apagou e que jamais apagará os seus grandes feitos no esporte. (Foto: Arquivo)

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Insistência e recompensa

08:14 Net Esportes 5 Comments

Faltava pontaria, mais qualidade na finalização e ultrapassar uma barreira humana chamada Júlio César, o Equador foi pra cima, acreditou desde o inicio em seu supersticioso estádio Olímpico Atahualpa, em Quito, mas não conseguia alcançar seu principal objetivo, que era fazer o gol, balançar as redes em busca da vitória, até que o pior aconteceu.

O Brasil se segurava na defesa, dava sorte muitas vezes, alguns sentiam falta de Kaká que pode pintar no próximo jogo das eliminatórias sul-americanas, outros já pediam pelo jovem Pato, para entrar e quem sabe resolver a partida, mas como um Júlio já estava muito bem, Dunga optou por outro, o Baptista, que entrou e fez o que o Equador não conseguia, abrir o placar.

Os 39.636 torcedores, além daquela grande quantidade dentro do campo, atrás das placas, seria ali uma espécie de camarote? se calaram, mas para a alegria de todos o Equador não desistiu, continuou com sua insistência que vinha desde o começo da partida, até que aos 44min do segundo tempo alcançou sua recompensa, marcou o gol, e se não volta a fazer o que fez durante todo o jogo, poderia até ter feito mais um.

O Brasil levou sufoco mais uma vez e agora está sufocado na tabela, em quarto lugar com 18 pontos, cinco a menos que o líder Paraguai, o próximo jogo porém é em casa contra o Peru, último colocado, teoricamente uma partida para vencer com facilidade. Já o Equador está em sétimo com 13 pontos, insistiu pelo gol e o fez, mas deveria ter insistido pela vitória, agora eles recebem o líder, que depois de perder do Uruguai deve ir com tudo pra cima deles. (Foto: Vanderlei Almeida/AFP)

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Mudou tudo na Fórmula 1

08:52 Net Esportes 9 Comments

A FIA resolveu fazer muitas mudanças para 2009, parece que estava querendo atrair mais o público por hora perdido com a atual crise mundial, mudou tanto que algumas dessas mudanças tiveram até que ser revistas, mudou até o horário do GP de abertura da temporada, na Austrália, mudou também a aerodinâmica dos carros e assim mudou a Fórmula 1, que acabou começando bem diferente de como terminou no ano passado.

Seria Ross Brawn talvez um santo milagreiro? ele começou na maior categoria do automobilismo como mecânico e virou chefe de equipe, mais do que isso salvou das cinzas a Honda praticamente falida, a transformou em Brawn GP e surpreendeu o mundo andando como nunca nos testes coletivos, mesmo assim os mais céticos ainda tinham dúvidas, não queriam acreditar, mas depois da corrida em Melbourne a certeza prevaleceu.

Impecável, o inglês Jenson Button reinou absoluto, saiu na pole e venceu a corrida, já Rubens Barrichello largou muito mal, tentou se recuperar e deu sorte no final quando Vettel e Kubica se enroscaram, acabou em segundo tornando realidade o que parecia ser um conto de fadas da equipe estreante, uma dobradinha de uma equipe nova na Fórmula 1 não acontecia desde 1954, quando a Mercedes conseguiu o feito no GP da França, antes disso só no ano de abertura com a equipe Alfa Romeo.

A Ferrari nem completou a corrida, o atual campeão Lewis Hamilton saiu no lucro ao herdar a terceira posição de Trulli que foi punido, Wiiliams, Red Bull e BMW pareciam que iam bem e acabaram mal, o que se viu foi a Renault de Alonso alcançando o quinto lugar, a Fórmula 1 mudou radicalmente, com difusor ou sem, poderá não ser tão disputada como nos últimos anos caso a Brawn continue dominando, mas parece que será muito bagunçada, em uma nova era que está apenas começando. (Foto: William West/AFP)

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E o tabu foi mantido

18:27 Net Esportes 3 Comments

Bastaram apenas dois minutos de jogo, e o placar já estava aberto, em um dia nublado de chuva fraca no Morumbi, com um público estimado em cerca de 18 mil pessoas, pouco para um clássico paulista, Washington fazia 1 a 0 para o São Paulo em cima do Palmeiras, e manteria o resultado até o final, assim como o grande tabu de não perder para o rival em seu estádio que já dura mais de sete anos.

Como quem dizia "Aqui não", Muricy Ramalho gesticulava ao sair do campo no final do jogo, no duelo direto contra Vanderlei Luxemburgo ele também leva vantagem, agora 10 a 6, com a vantagem conseguida recentemente quando o companheiro de profissão dirigia o Santos e o tricampeão brasileiro já trilhava seu caminho no triclor paulista. Sem gás nos vestiários, o São Paulo além de manter a invencibilidade em seus domínios ainda quebrou a do rival no Paulistão 2009.

Bem no primeiro tempo, o São Paulo perdeu o controle da partida na segunda etapa, mas continuou firme na defesa e na marcação, André Dias estava absoluto e implacável, a equipe poderia até aumentar o placar, mas Dagoberto insiste em chutar para o gol ao invés de servir Washington livre, duas vezes, Junior César ainda perdeu outra grande chance e o Palmeiras carimbou a trave tricolor no final, na melhor e talvez única grande oportunidade que teve no segundo tempo.

O campeonato paulista assim como todos os regionais segue sem grande importância a nível nacional ou até sul-americano, mas para quem joga, principalmente grandes clássicos, a vontade de vencer se torna tão importante quanto ser campeão de qualquer disputa, e isso se comprova na tamanha irritação de Luxemburgo. As duas equipes estão na Libertadores da América, onde suas atenções são muito maiores, mas com possíveis clássicos nas semifinais, o Paulistão passa a ser importante, e um possível reencontro dos dois na final pode se tornar uma realidade. (Foto: Gáspar Nóbrega/Vipcomm)

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Histórias do Turfe IV

16:19 Net Esportes 2 Comments

Emocionante e comovente, a história do cavalo Seabiscuit virou até filme, fácil até diante de fatos que invariavelmente rendem muito nas telonas de Hollywood, o animal era um puro sangue, mas muito pequeno e sem qualquer perspectiva de se dar bem nas pistas de turfe, além disso era montado por um jockey de grande estatura, o que acabava definitivamente com qualquer que fossem as pretensões.

Usado como sparring para que outros grandes cavalos adquirissem a gana para vencer, Seabiscuit deu a volta por cima a partir de 1937, passou a ganhar algumas corridas e se tornou o símbolo norte-americano, representando a luta de um povo assolado pela crise de 1929, e que tentava desesperadamente se reerguer na vida, assim como o cavalo que queria ser grande como os outros.

Seabiscuit acabou não vencendo corridas de grande importância, mas em 1938 alcançou sua grande glória ao vencer um duelo entre dois cavalos apenas, sendo que seu oponente era ninguém menos que o grandioso War Admiral, vencedor um ano antes da Tríplice Coroa, que reúne as três principais corridas dos EUA, nenhuma delas vencida por Seabiscuit. A disputa do Pimlico Special, em Baltimore, simplesmente parou o país.

Milhares de pessoas lotaram o Pimlico Race Course no dia histórico, enquanto o resto da população parava por quase dois minutos para ouvir o que seria uma das primeiras transmissões de uma corrida de cavalo por rádio. A largada ocorreu de repente com Seabiscuit saindo na frente, o que poucos esperavam é que ele lá se mantivesse, com mais de um corpo de vantagem e não cabeça a cabeça como retrato no filme, mas na frente até o fim, vencendo, e mostrando que nem sempre o pior é derrotado, e quem está por baixo pode se reerguer, como os EUA acabou fazendo. (Foto: Arquivo)

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A história acontecendo

10:56 Net Esportes 9 Comments

O que estariam fazendo 20 mil pessoas no Quicken Loans Arena em uma quarta-feira a noite ? Talvez assistindo um jogo de basquete, porém um jogo do maior campeonato do mundo, a NBA, mais do que isso a maioria é fã apaixonado pelo Cleveland Cavaliers, que faz suas partidas ali desde 1994, e que para imensa alegria desses seguidores fez a história acontecer diante de seus olhos, e ainda em dose dupla.

Fundado em 1970, o Cavaliers não possui ainda nenhum título da NBA, chegou bem perto em 2007 quando disputou a final mas acabou perdendo para o San Antonio Spurs, um ano muito bom como também foram os campeonatos de 1988-89 e em 1991-92, quando conseguiu a marca de 57 vitórias na temporada regular, recorde que finalmente acabou sendo superado na noite histórica de ontem.

Já garantido nos playoffs e líder absoluto da temporada, a equipe chegou a nada menos que sua 10ª vitória seguida, 33ª em 34 jogadas em casa, e mais do que isso o recorde histórico de 58 vitórias contra apenas 13 derrotas, sem contar que ainda faltam onze jogos para acabar a fase de classificação, e sem contar também que além do time, o seu principal jogador também teve um dia para jamais esquecer.

Favorito ao prêmio de MVP, LeBron James se tornou o segundo jogador em toda a história a conseguir 2000 pontos, 500 rebotes e 500 assistências em quatro temporadas, o grande feito só havia sido feito antes por Oscar Robertson, jogador que atuou entre 1960 e 1964 nas equipes do Cincinnati Royals e Milwaukee Bucks, terminando sua carreira 26.710 pontos, 7.804 rebotes e 9.887 assistências, números que James sonha em superar, e que o Cleveland agradecerá muito, principalmente se vier com o tão sonhado título de campeão. (Foto: David Liam Kyle/NBAE)

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Os dias que antecedem

09:35 Net Esportes 11 Comments

Nos boxes os mecânicos trabalham intensamente para que tudo esteja pronto na sexta-feira, quando os motores irão roncar a temporada da Fórmula 1 começar, longe deles, os pilotos aproveitam para se divertir, promover seus patrocinadores e até mesmo fazer solidariedade com vítimas de incêndio, cada um aparecendo de uma forma, porém outros nem isso.

Robert Kubica e Giancarlo Fisichella não devem estar com problemas de dinheiro devido à crise financeira mundial, mas resolveram tentar a sorte em uma partida promocional de pôquer, juntamente com Timo Glock que estava muito mais a vontade do que no final do ano passado, quando revelou ter sido ameaçado de morte por alemães após o GP Brasil.

Por enquanto longe dos racistas nazistas, Nick Heidfeld e o piloto da Force Indian Adrian Sutil, se divertiram com Cangurus e Coalas, já o estreante Sebastien Buemi, da Toro Rosso, jogou tênis antes de ir para o circuito de Albert Park, onde acontecerá o GP da Austrália. E aproveitando o bom momento da Espanha no futebol, Fernando Alonso tratou de bater uma bolinha com o jogador Danny Allsopp, do Melbourne Victory.

O dia agitado teve ainda a solidariedade de Lewis Hamilton e Heikki Kovalainen, que foram ao Hospital Albert Melbourne visitar as vitimas do incêndio que assolou a região de Victoria durante 36 dias, e matou cerca de 210 pessoas. Brincadeiras pra lá, diversão e boa ação pra cá, todos aparecendo do seu modo, ou pelo menos quase todos, já que alguns preferiram ficar reclusos, concentrados, quem sabe prontos para aparecer mesmo só no próximo domingo. (Foto: Oliver Muthaup/AFP)

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De parar o trânsito

10:35 Net Esportes 6 Comments

No ano passado Rafael Nadal e Roger Federer fizeram um mini-jogo de exibição dentro de um barco, tudo para promover o torneio de Dubai, e como ações de marketing desse tipo geralmente dão certo, o pessoal do torneio de Miami, na Flórida, não perdeu tempo e deu um jeito de fazer a sua 'jogada' também, colocando dois tenistas para uma partidinha de parar o trânsito.

Segunda-feira, final de tarde e famosa avenida Ocean Drive estava ... muito movimentada, afinal a cidade de Miami é uma das mais turísticas do mundo, o plano de fundo é o belo casario no estilo art deco de South Beach e as pessoas vão parando, se aglomerando, o trânsito começa a ficar complicado, tudo porque em cima de dois carros, obviamente com placas e logotipos dos patrocinadores do evento, estão dois tenistas, Venus Williams e Andy Murray, que batem bola bem descontraídos.

A tenista norte-americana se saiu bem melhor que escocês, afinal jogar em cima de um carro não deve ser nada fácil, porém em quadra as coisas devem ser mais complicadas para a atual número seis do ranking WTA, depois de perder uma posição para Vera Zvonareva, campeã de Indian Wells no último domingo, ela vê a irmão Serena, atual número um do mundo, como favoritíssima na disputa, principalmente por já ter ganho lá cinco vezes.

Murray por sua vez não estava tão bem vestido quanto Venus, que tinha ainda um novo corte de cabelo, mas terá as mesmas dificuldades, caiu no mesmo lado da chave de Rafael Nadal, para quem perdeu a final de Indian Wells, melhor para Federer que do outro lado pode ver apenas o instável Djokovic pela frente. Na quadra, ou em cima de carros no meio do trânsito, a Sony Ericsson mostrou que sabe muito bem como promover seus eventos. (Foto: Clive Brunskill/Getty Images)

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O adeus de um veterano

14:01 Net Esportes 4 Comments

Mesmo com 42 anos de idade e fora da última temporada da MLB, o veterano arremessador Curt Schilling tinha planos de ainda jogar no meio da próxima temporada, mas a lesão no ombro que o tirou das disputas no ano passado parece mesmo ter acabado com qualquer uma de suas expectativas de retorno, assim ele não exitou e através de seu blog anunciou que estava aposentado do beisebol a partir desta Segunda-feira.

Drafitado pelo Boston Red Sox em 1988, Schilling acabou negociado com o Baltimore Orioles, já em 1991 jogou uma temporada pelo Houston Astros e depois foi para Philadelphia Phillies onde ficou até o ano 2000 quando passou a atuar pelo Arizona Diamondbacks, time onde enfim alcançou a glória do título no ano de 2001, conseguindo também o prêmio de MVP das finais dividido com o também arremessador Randy Johnson.

Apesar de bem na equipe do Arizona, o destino quis que Curt voltasse para o Red Sox e além de tudo fosse campeão em 2004, onde sua nova equipe quebrou um jejum de 86 anos sem conquistas e acabou com a 'Maldição do Bambino', Curt Schilling jamais esquecerá do jogo 6 da série anterior contra os Yankees, seu tornozelo estava machucado e foi possível notar uma marca de sangue na meia branca, provando mais do que nunca que ele era ali literalmente um 'meia vermelha'.

Curt ainda foi campeão novamente com o Boston no ano de 2007, onde arremessou no jogo 2 da série final, o veterano pitcher ressaltou em sua despedida não se arrepende de nada, e agradeceu por ter sido abençoado com 23 anos de experiência profissional, tempo que o levou a conseguir 216 vitórias contra 146 derrotas, 3.116 strikeouts sendo o 14º da história e uma média de apenas 3,46 corridas limpas cedidas, números que o colocam como um dos melhores de todos os tempos, e que fará muitos sentirem saudades de vê-lo em ação. (Foto: Nick Laham/AFP)

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A busca dos Klitschko

23:01 Net Esportes 3 Comments

Juan Carlos Gomez gostaria mesmo de ter sido jogador de beisebol, mas como ele mesmo disse, em Cuba você não escolhe o quer ser, você não pode ter seus próprios sonhos, então ele se tornou um desertor, abandonou o amadorismo para ir atrás das bolsas e títulos no boxe, conseguiu, foi campeão dos cruzadores e queria mais, queria ser igual ao Evander Holyfield, campeão também nos pesos pesados.

Não deram a ele o taco, mas deram uma luva e a chance de lutar pelo título do Conselho Mundial de Boxe, confiante e provocador, Gomez talvez não tivesse idéia da força do oponente, o sonho do cubano chegou ao fim neste sábado, depois de sofrer um nocaute técnico do ucraniano Vitali Klitschko, conhecido como o Dr. Punho de Ferro, que juntamente com seu irmão Wladimir, buscam a unificação de todos os títulos.

Com um corte na cabeça, Vitali, de 37 anos, sofreu um pouco diante do cubano e ressaltou que havia dito que não seria fácil chegar à sua 37ª vitória na carreira, sendo 36 delas por nocaute, o lutador fez a defesa obrigatória do cinturão conquistado em Outubro do ano passado depois de quatro anos parado por contusão, e com apenas duas derrotas na carreira, sendo uma delas para Lennox Lewis em 2003, ele não esconde seu verdadeiro objetivo.

Contra o irmão Wladimir ele não lutará, o veto foi da prórpria mãe, mas se ele e o irmão caçula, que tem os cinturões da Federação Internacional e Organização Mundial de Boxe, continuarem mantendo seus títulos, o alvo inevitavelmente será o campeão da Associação Mundial de Boxe, que sairá do confronto entre o gigante Nikolay Valuev e o campeão em recesso Ruslan Chagaev, onde qualquer um deverá estar bem preparado, pois os Klitschko continuam firmes em sua busca. (Foto: EFE)

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Até no fio do cabelo

14:48 Net Esportes 1 Comments

Hoje uma conferência de imprensa para uma das mais tradicionais corridas de ciclismo da Itália, a Milan-Sanremo que acontece neste sábado, ontem o inevitável, mais um teste anti-doping surpresa para Lance Armstrong, o heptacampeão do Tour de France que anunciou seu retorno às competições. Foram coletadas mostras de sangue, urina e até fio de cabelo do ciclista.

Pierre Bordry, diretor da Agência Antidoping da França, disse que Armstrong tem que saber que não há tratamento especial para ele, e que a análise em fios capilares, serve para os laboratórios identificarem possíveis traços de um esteróide anabolizante conhecido como DHEA, que dificilmente deixa rastros no sangue ou na urina. Mesmo consciente das necessidades dos exames, o norte-americano reclamou de perseguição.

"Estou plenamente consciente que é parte de minha responsabilidade. Estou um pouco surpreendido pela frequência, mas não estou me queixando", disse o atleta que ainda fez questão de ressaltar o fato de que este foi o 24º exame "surpresa", mas muito esperado e óbvio, desde que retornou aos treinos em setembro de 2008, visando principalmente mais um título do Tour de France.

Alegando que estará em plena forma para a disputa da maior prova ciclística na França, Armstrong aproveita para se testar um pouco na Milan-Sanremo, tradicional prova que é disputada desde 1907, ele não contará com seu principal adversário e companheiro de equipe Alberto Contador, e vencer, exclusividade dos sprintistas nessa disputa, é quase improvável, mas outro teste anti-doping pode ocorrer, e sem dúvida seus curtos fios de cabelo já estarão preparados desta vez. (Foto: Giuseppe Cacase/AFP)

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Histórias do Golfe IV

10:38 Net Esportes 3 Comments

De 1895 até 1910, em 16 edições do US Open de Golfe só teve britânico comemorando a vitória, na maioria escoceses, cansados de perder os EUA passam então a investir na formação de jogadores profissionais, com mais ambição pela conquista daquele que hoje é um dos quatro maiores torneios desse esporte, a iniciativa acabou dando certo já em 1911, quando o país finalmente teve seu primeiro campeão.

Nascido na Philadelphia, Pennsylvania, John McDermott entrou para a história ao ser o primeiro norte-americano campeão do US Open, o dia inesquecível no Chicago Golf Club em Wheaton, Illinois, deu início a uma sequência de conquistas para os Estados Unidos que poucas vezes foi interrompida ao longo dos anos, como se não bastasse vencer em 1911 e abrir o caminho, McDermot acabou campeão também em 1912.

A carreira do jogador melhorava a cada ano, depois de levar Open Championship Filadélfia três vezes: 1910, 1911 e 1913, ele faturou também o Aberto MacDermott Ocidental em 1913, mas em 1914, quando partiu para Inglaterra em busca do British Open, não conseguiu chegar a tempo para a disputa, pois o seu navio se colidiu com outro navio e ele acabou passando vários dias em um bote salva-vidas, até ser resgatado.

John McDermott é até hoje o mais jovem jogador a ter vencido o US Open de golfe, 19 anos, 10 meses e 12 dias, após o desastre no mar sofreu problemas mentais e passou o resto da vida em casas de repouso ou com sua família, só que apesar de ter conseguido um feito histórico, McDermott é menos reconhecido que Francis Ouimet, jogador amador que foi campeão de forma dramática em 1913, derrotando grandes nomes do golfe na época e despertando ali sim um grande interesse dos americanos por esse esporte. (Foto: Arquivo)

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Dia histórico de Brodeur

10:20 Net Esportes 4 Comments

Mais de 17 mil pessoas lotaram o Prudential Center na noite histórica desta terça-feira, faltavam cinco segundos para o final da partida e todos já gritavam "Obrigado, Marty", a sirene toca e os jogadores correm em direção ao gol para comemorar a vitória, mais do que isso, comemoravam como muito orgulho e entusiasmo o novo recorde estabelecido na NHL, Martin Brodeur se tornava ali o goleiro com maior número de triunfos na história da competição, ele não hesitou, cortou a rede do gol e levou pra casa.

Vários torcedores e o próprio jogador não se esquecem do dia 26 de março de 1992, foi ali que conseguiu sua primeira vitória com o time que sempre defendeu, o New Jersey Devils passou pelo Boston Bruins por 4 a 2. Ontem foi mais um dia pra ficar eternamente na memória, Brodeur ajudou sua equipe mais uma vez, 3 a 2 sobre o Chicago Blackhawks e o recorde absoluto de 552 vitórias para um goleiro em toda a história do hóquei no gelo.

Martin Brodeur é um verdadeiro orgulho para seu país, o Canadá, e já é considerado também como um dos maiores atletas de todos os tempos, além do recorde de goleiro com maior número de vitórias, ele possui também três títulos da NHL (1995, 2000 e 2003), uma medalha de ouro olímpica (Jogos de Salt Lake City-2002) e foi eleito quatro vezes o melhor goleiro da NHL (2003, 2004, 2007 e 2008), além de ter sido escolhido como o melhor calouro do ano em 1994.

Escolher a posição mais aterrorizante para um jogador de hóquei é considerada a melhor decisão na vida de Brodeur, que virou um grande exemplo para futuros jogadores, pois com tantos anos de carreira defendeu apenas a camisa vermelha, preta e branca do time do New Jersey Devils e além de tudo já marcou gols, fácil lembrar de um goleiro de futebol brasileiro. Já com 36 anos de idade e prometendo jogar pelo menos mais duas temporadas, além da sua equipe estar na segunda posição do Leste, não resta dúvidas que esse recorde vai aumentar ainda mais. (Foto: Al Bello/Getty Images)

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Com dois não vale

11:00 Net Esportes 6 Comments

Ontem um sorriso enorme de alegria, um contentamento que mal podia acreditar, hoje a tristeza e a decepção, a nadadora sueca Therese Alshammar havia batido o seu próprio recorde mundial nos 50m borboleta, mas foi desclassificada e perdeu a nova marca, o motivo foi o uso de dois maiôs para a disputa da prova, artifício não permitido pela Federação Internacional de Natação.

A regra da FINA, estipula também que os maiôs não devem cobrir o pescoço e não podem se estender sobre os ombros e tornozelos, as novas medidas surgiram em virtude da tecnologia empregada nos novos modelos, que estariam aumentando a flutuabilidade para alguns nadadores, sendo que o novo modelo da Speedo, lançado ano passado, foi o principal responsável pelo quebra de vários recordes mundiais.

Os fiscais do Campeonato Australiano de Natação, que acontece em Sydney, só comprovaram a irregularidade em Alshammar através de imagens da TV, e não hesitaram em desclassificar a competidora, que por sua vez alegou que usou dois maiôs porque se sente mais confortável e protegida, dizendo também conhecer a nova regra mas que não sabia se já estavam em vigor ou não.

Therese Alshammar havia baixado apenas dois centésimos de sua melhor marca, 25s46 conseguidos em Barcelona no dia 13 de Junho de 2007, performance que não conseguiu repetir nas Olimpíadas de Pequim 2008, onde nem se classificou para as finais, seus melhores resultados foram nas Olimpíadas de Sydney 2000, duas pratas e um bronze. Com 31 anos de idade, ela ainda mostra alguma força, mas precisa provar que pode vencer novamente usando apenas um maiô. (Foto: Delly Car/AFP)

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Realidade ou ilusão?

11:32 Net Esportes 10 Comments

Ainda faltam duas semanas para o início da temporada 2009 da Fórmula 1, mas o que se tem visto nos testes coletivos das equipes é algo que ninguém previa ou imaginava, Ferrari e McLaren andando mal, Renault atrás de Toyota e BMW, além da novata Brawn GP dominando praticamente todas as sessões, pasmos, quem vê pergunta: é realidade ou ilusão?

Depois de duas temporadas muito equilibradas, a categoria máxima do automobilismo pode ver agora uma disputa cheia de surpresas, poucos acreditavam que a ex-equipe Honda, agora comandada por Ross Brawn, poderia ser tão competitiva logo de cara, alguns dizem que mesmo 'acabados' nunca pararam de trabalhar, outros preferem apontar irregularidades como resposta do bom desempenho.

A equipe estaria rodando com muito pouco combustível e com o peso abaixo do mínimo permitido (605 kg mais o piloto), a ideia seria atrair patrocinadores já que a equipe recém formada não tem nenhum, Brawn nega dizendo que quer parceiros de longo período e não anunciantes de ocasião. Os desconfiados vão além, e colocam em dúvidas o difusor traseiro, afirmando que o desenho da parte traseira ajuda na pressão aerodinâmica do BGP001.

Felipe Massa admitiu que a Ferrari está atrás da Brawn GP, a McLaren deu declarações dizendo que tem problemas e não promete brigar por títulos, a Fórmula 1 pode começar esse ano bem diferente de como terminou o passado, Bruno Senna que parecia ter se livrado de uma enrascada parece agora ter perdido uma ótima chance, Rubens Barrichello agradece, anda na frente e eleva seu otimismo, o veterano de 37 anos mostra disposição de um novato, e se tudo não for uma ilusão, a realidade pode ser a melhor de sua carreira. (Foto: Mark Thompson/Getty Images)

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Histórias da F-1 IV

10:23 Net Esportes 3 Comments

A incapacidade de financiar um novo projeto, um novo carro, tiraram a Alfa Romeo da disputa na temporada de 1952 da Fórmula 1, depois de conquistarem dois títulos eles abriram caminho para a Ferrari, que ainda contou com a ausência inesperada do então atual campeão Juan Manuel Fangio, o argentino havia sofrido um grave acidente durante uma corrida em Monza naquele mesmo ano.

Sem Fangio, e mesmo com o campeão do primeiro campeonato em 1950, Nino Farina, as coisas se tornaram mais fáceis para o vice-campeão de 1951 Alberto Ascari, o piloto italiano não participou da primeira prova na Suiça e abandonou a segunda corrida, as 500 milhas de Indianápolis, mas depois disso dominou 100% do restante da competição.

Bélgica, França, Inglaterra, Alemanha, Holanda e seu lar, a Itália, foram seis vitórias nas seis últimas etapas, além de fazer a volta mais rápida em todas elas, na época se ganhava um ponto por isso. Ascari terminou o campeonato com boa vantagem sobre Farina, seu companheiro de equipe que ficou em segundo lugar, na terceira posição outro piloto da Ferrari, Piero Taruffi, vencedor da primeira de oito etapas que a temporada teve naquele ano.

O número de corridas era bem pequeno mas o de pilotos compensava, 104 no total sendo que 22 marcaram pontos e 71 completaram corridas, dentre os quais o brasileiro Gino Bianco que foi 66º e Chico Landi, o 36º, havia pilotos até da Fórmula 2, sendo o inglês Mike Hawthorn o melhor colocado na honroso 5ª posição, porém bem atrás de Ascari, que com sua potente Ferrari não dava chances para ninguém na época. (Foto: Arquivo)

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Sete meses de espera

10:31 Net Esportes 9 Comments

Os fãs já estavam com muitas saudades de poder vê-la em quadra jogando, ela já estava com muita saudades de ser vista e viver o ambiente de uma competição, foram sete meses de espera mas finalmente a tenista russa Maria Sharapova voltou a jogar, apenas na chave de duplas, sem previsão de quando jogará simples, e infelizmente sendo eliminada logo de cara.

A parceira de Sharapova em Indian Wells era Elena Vesnina, o jogo contra a dupla Ekaterina Makarova e Tatiana Poutchek foi duro, muito disputado e com um final emocionante, as parciais comprovam, 6/1, 4/6 e 10 a 7 no super tie break, a musa não segue mais na competição mas ficou muito feliz em poder retonar ao circuito.

Com 21 anos de idade, ela passou por uma cirurgia no ombro direito que a fez ficar um longo período afastada, teve que desistir de disputas importantes como as Olimpíadas, o US Open e o Aberto da Austrália, caiu para a 23ª posição no ranking e já sentia muita falta de jogar - "Tinha necessidade de reencontrar os detalhes de um torneio, ir aos vestiários, ouvir o meu nome e ver o público", disse a tenista que também assegurou ter se sentido bem em quadra.

O retorno de Maria Sharapova 100% fisicamente ainda não está previsto, pode demorar algumas semanas ou mais, vai depender muito dos treinamentos, mas ela está confiante, feliz e muito determinada, logo estará definitivamente de volta para alegria de todos, que poderão ver suas grandes jogadas e claro apreciar sua exuberante beleza. Desfilando ou ganhando, é muito difícil alguém não torcer por sua ampla recuperação. (Foto: Matthew Stockman/AFP)

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A marca do português

09:54 Net Esportes 11 Comments

Não é o CR7 e nem menos um provável futuro CR9, a marca do português Cristiano Ronaldo é fazer o gol, balançar as redes, abrir ou fechar o marcador, um chute forte ou uma cabeçada certeira, foi assim nas oitavas-de-final da Champions League no ano passado e foi assim também nas oitavas desse ano, o atual campeão Manchester United eliminou a Inter de Milão e segue firme em busca de mais um título.

Será possível evitar que o craque da camisa 7 seja eleito mais uma vez como o melhor jogador de futebol do mundo? O argentino Lionel Messi está trabalhando para que isso aconteça, marcou um dos gols na goleada do Barcelona pra cima do multicampeão francês Lyon, em uma noite inspirada justamente de um francês, Thierry Henry, que marcou dois gols e acabou com sonho de qualquer time do seu país de ser campeão.

O companheiro do Barcelona representando a Espanha será o Villarreal, já que o todo poderoso Real Madrid segue sua sina de não passar pelas oitavas-de-final, sendo essa a quinta vez consecutiva, e pior, foi humilhado pelo Liverpool por 4 a 0, placar que só não foi pior que o massacre sofrido pelo pobre Sporting, 12 a 1 para o Bayern de Munique na soma dos resultados do dois jogos.

Mas mesmo com o Sporting fora, Cristiano Ronaldo e sua marca não são os únicos portugueses que seguem na disputa, o Porto continua na briga, tem poucas chances diante do exército inglês que assim como no ano passado, parece que vai dominar novamente, Manchester United e Liverpool terão a compania de Chelsea e Arsenal, que deram adeus para Juventus e Roma, a Itália, assim como a França, também não tem mais chances de deixar suas marcas esse ano, que falta faz o Milan. (Foto: Paul Thomas/AP)

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Campeã em grande estilo

15:26 Net Esportes 5 Comments

Todas as atenções estavam voltadas para a pequena e tranquila Are, na Suécia, poderia ser amanhã, na sexta ou quem sabe até no sábado, mas foi hoje, logo no primeiro dia e em uma de suas provas favoritas, Lindsey Vonn confirmou o amplo favoritismo que tinha desde o início da competição e se tornou mais uma vez a campeã da Copa do Mundo de esqui alpino, e foi em grande estilo, vencendo o Downhill.

Ganhadora de duas medalhas de ouro no Mundial em Val d’ Isere, na França, Vonn sofreu um corte no polegar após um inusitado acidente com uma garrafa de champagne quando comemorava, de um lado alguns acreditavam que sua recuperação iria demorar, do outro a valente esquiadora já estava pronta para as disputas, e muito pouco tempo depois estava vencendo novamente, e mantendo sua grande força.

A alemã Maria Riesch era a única que poderia impedir o título da norte-americana, chegou em segundo lugar hoje mais suas chances eram muito remotas, para Vonn bastava um oitavo lugar no Downhill, e em toda a competição ela só ficou fora do pódio uma vez nesse tipo de descida, assim inevitavelmente repetiu também esse título que já havia conseguido no ano passado, mas as coisas podem melhorar ainda mais.

Depois de ter se tornado a primeira esquiadora dos EUA a levar a Copa do Mundo duas vezes na carreira, Vonn além do título no Downhill pode também faturar o Super G, sem contar que ocupa a segunda colocação no Slalom e no Super Combinado. Com apenas 24 anos de idade, a belíssima e até considerado musa Lindsey Vonn vai fazendo história no esqui alpino, e sem dúvida tem tudo para brilhar ainda mais nas Olimpíadas de Inverno de 2010. (Foto: Fabrice Coffrini/AFP)

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Salvo pelo regulamento

10:38 Net Esportes 6 Comments

Realizada pelos mesmos organizadores do Tour de France e da tradicional Paris-Roubaix, a prova de ciclismo Paris-Nice é considerada uma das mais clássicas disputas da modalidade, apesar de não começar sempre na capital francesa, ela nunca deixa de ter seu final derradeiro em Nice, muitas vezes em Promenade des Anglais, após a dura subida de Col d'Eze.

Apesar de ser uma prova curta, de apenas uma semana, o final ainda está um pouco distante, será só no próximo domingo sendo que nem metade da distância total de 1.252 km da disputa foi percorrida, e o ciclista espanhol Alberto Contador, que venceu o contra-relógio realizado na primeira etapa, manteve a camisa amarela de líder após a segunda etapa, depois de ser salvo pelo regulamento.

Foram nada menos que 195,5 Km percorridos, e nem é a maior etapa já que estão previstos 204 Km para o quinto estágio, o pelotão chegou compacto e no sprint final a vitória ficou com o alemão Heinrich Haussler, com o brasileiro Murilo Fischer na excelente quinta colocação, já Contador, que não precisava chegar nas primeiras colocações, sofreu uma queda, mas para sua sorte foi a 2 Km da chegada.

Campeão desta clássica prova no mesmo ano que levou o Tour de France, Alberto Contador chegou com 1min33s de diferença para o primeiro colocado, mas ele pôde respirar aliviado já que o regulamento prevê o mesmo tempo para todos os ciclistas que caírem a menos de 3 Km do fim da etapa. Se a regra não fosse assim seria um desastre para o espanhol, com sete segundos de vantagem para o segundo colocado, ele ficaria em uma posição pior que a do brasileiro Fischer, que está em 124ª lugar, com 1min09s de desvantagem. (Foto: Pascal Pavani/AFP)

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Histórias do Futebol IV

11:06 Net Esportes 6 Comments

O mundo estava às vésperas da 2ª Guerra Mundial e o facismo ainda estava em alta na Itália, a atual campeão mundial de futebol manteve o técnico Vittorio Pozzo no comando além do craque Giuseppe Meazza, mas para preocupação de Benito Mussolini, a sede da Copa de 1938 foi a França, escolhida após descarte da Argentina, país que tinha esperanças de receber a terceira edição da disputa e por protesto nem participou dela.

A Espanha, que vivia uma Guerra Civil, também não participou, e nem por isso o fato de Cuba ter chegado nas quartas-de-final deixou de ser extremamente surpreendente. A Suiça conseguiu eliminar a forte Alemanha, mas a pobre coitada teve a Hungria pela frente e não resistiu mais, perdeu de 2 a 0 para a equipe que seria finalista. O Brasil enfim encerrou as brigas internas entre paulistas e cariocas, o país enfim montou um time competitivo.

Leônidas da Silva era a principal estrela brasileira, o 'Diamante Negro' a quem se credita a invenção do 'gol de bicicleta', havia sido o autor do único gol do Brasil em 1934, e em 1938 foi mais do que isso, foi artilheiro do Mundial com oito gols, dizem que marcou até um gol descalço na partida contra a Polônia, pois chovia muito e ele perdeu a chuteira no meio do barro. Com Leônidas em campo o Brasil era imbatível, mas sem ele acabou sendo derrotado.

O Brasil empatou com a Tchecoslováquia por 1 a 1 no dia 12 de Junho, dois dias depois fez um jogo desempate vencido por 2 a 1, a semifinal foi no dia 16 de Junho de 1938 e o adversário era ninguém menos que a Itália, que havia afastado os fantasmas da equipe anfitriã com uma vitória de 3 a 1, Leônidas acabou não jogando, e o Brasil perdeu por 2 a 1 para a Seleção que mais tarde levantaria a taça Jules Rimet derrotando a Hungria por 4 a 2.

Alguns dizem que Leônidas não jogou contra a Itália pois estava machucado, outros alegam que o técnico brasileiro Adhemar Pimenta poupou o brasileiro, afinal ele devia estar exausto por ter jogado dois jogos em três dias e não teria condições de jogar outro dois dias depois, alheio à polêmica, Leônidas da Silva retornou para a disputa do terceiro lugar, marcou dois gols e o Brasil venceu a Suécia por 4 a 2, enquanto a Itália se sagrava bicampeã. (Foto: Arquivo)

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Vendaval de toda parte

14:47 Net Esportes 1 Comments

Ventos muito fortes de até 90 Km/h atingiram as colinas acima da cidade mediterrânea de Benidorm, na Espanha, o resultado foi uma ampla destruição das arquibancadas, montadas para receber um dos duelos mais esperados da primeira rodada do grupo mundial da Copa Davis de tênis. No sábado, o vendaval arrasador tinha passado, mas em quadra veio outro, dos espanhóis sobre os sérvios.

Depois do tempo ruim, o que se via era apenas a barulhenta e colorida torcida espanhola sob o sol da Costa Blanca, e enquanto o número um Rafael Nadal, que não pôde jogar o deulo decisivo pelo título no ano passado contra a Argentina, arrasava Janko Tipsarevic, David Ferrer também fazia sua parte, não dando a menor chance para a esperança sériva Novak Djokovic, fazendo um 3 a 0 contudente.

Os ventos da natureza pararam de soprar com tanta força, e os da Espanha sequer foram brisas no duelo de duplas, a vitória até surpreendente de Viktor Troicki e Nenad Zimonjić sobre Tommy Robredo e Feliciano López, só tinha um lado bom para a torcida e os amantes do tênis, nós teríamos o confronto entre dois dos três melhores tenistas da atualidade, Nadal contra Djokovic.

O piso de saibro ajudou muito, a imensa torcida apoiou demais, não há dúvidas que os ventos sopraram muito mais a favor da Espanha do que da Sérvia, e se Ferrer já havia vencido Djokovic sem maiores problemas, Nadal é que não deixaria de fazer sua parte, marcou arrasadores 6-4, 6-4 e 6-1, classificou a Espanha para enfrentar a Alemanha, provando que eles tem tudo para levar mais um título, porque depois da tempestade, sempre vem a bonança. (Foto: Jasper Juinen/Getty Images)

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Decisão do título adiada

10:33 Net Esportes 2 Comments

Maria Riesch pode respirar um pouco mais aliviada, ela manteve a mínima esperança de conquistar pela primeira vez o título da Copa do Mundo de Esqui Alpino após as disputas em Ofterschwang, na Alemanha, local onde a norte-americana Lindsey Vonn teve tudo para confirmar a conquista, mas acabou não rendendo como de costume no Giant Slalom, e errando de maneira inesperada no Slalom.

Ao contrário das outras modalidades, onde lidera uma e é segunda colocada nas outras três, Vonn não aparece nem entre as cinco primeiras colocadas do Giant Slalom, liderado pela austríaca Kathrin Zettel que não teve dificuldades para vencer na sexta-feira, porém o que trazia alegria para a esquiadora era o oitavo lugar contra o 22º de Riesch, que lhe davam totais condições de ser campeã neste sábado.

O objetivo de Lindsey Vonn na prova que já venceu duas vezes esse ano, era apenas chegar na frente de Maria Riesch, porém a norte-americana errou, foi desclassificada e ainda viu a rival alcançar a quinta colocação, assim o destino fez com que a decisão do título fosse adiada, para a próxima semana, onde as disputas acontecem em Are, na Suécia.

Mesmo ainda não tendo confirmado o título e se tornado a primeira norte-americana com duas conquistas, ainda mais consecutivas, Vonn continua com totais chances de faturar o Globo de Cristal novamente, possui 369 pontos de vantagem para a segunda colocada Riesch, e com quatro descidas para o fim da temporada, restam apenas 400 pontos em jogo, fazendo com que tudo possa ser definido já na disputa do Downhill, em 11 de Março. (Foto: Thomas Lohnes/Getty Images)

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Uma sobrevida para todos

14:01 Net Esportes 5 Comments

Nascido em Manchester no ano de 1954, o britânico Ross Brawn começou na Fórmula 1 como mecânico da Williams em 1978, de lá pra cá passou à diretor técnico, estrategista e alguém fundamental para as conquistas de títulos do alemão Michael Schumacher, tanto na Benetton quanto na Ferrari, e agora um novo desafio surge em sua vida, como chefe da equipe que leva seu nome, a ex-Honda é agora a Brawn GP Formula One Team.

São praticamente 30 anos de experiência, e esse foi assumidamente o motivo determinante dele na escolha de seus pilotos, Jenson Button e Rubens Barrichello, juntos eles somam nada menos que 432 GP´s disputados em suas carreiras na Fórmula 1, o piloto brasileiro é ainda o recordista nesse quesito. Brawn alegou que o motivo é que seus pilotos irão se adequar ao carro o mais rápido possível, já que os teste começaram apenas agora.

Com a permanência de Rubinho, até mesmo do inglês Button, do próprio Ross Brawn e mais de 700 funcionários que mantiveram seus empregos, a ex-equipe Honda, que estava praticamente falida, fechando as portas e implorando para ser comprada, ganha uma sobrevida para alegria de todos, menos de um, Bruno Senna, que chegou a ser dado como certo quando a possível permanência da equipe era uma incógnita, mas acabou sendo deixado de lado.

Com pouco tempo de testes, motor Mercedes como o da fraca Force India, incertezas daqui e dali, pouco se pode esperar da Brawn GP, mesmo com Ross dizendo que espera um desempnho respeitável na temporada, assim o que se conclui é que a quase falida equipe só irá mesmo fazer número no grid, garantir trabalho para seus funcionários e sobrevida para os quase esquecidos. Estar na Fórmula 1 é grandioso de qualquer forma, mas Bruno Senna provavelmente escapou de uma grande encrenca e perda de tempo. (Foto: Divulgação/Brawn GP)

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Histórias do Ciclismo IV

11:48 Net Esportes 2 Comments

Com muita personalidade, força de vontade e, sobretudo, ambição, Eddy Merckx é considerado o maior atleta belga da história e um dos melhores ciclistas de todos os tempos, as 525 vitórias que conseguiu entre 1966 e 1976 não deixam a menor dúvida disso, com um começo de carreira arrasador, ele ainda teve que lutar contra os que lutavam contra ele no final, deixando claro que poderia ter ido ainda mais longe do que conseguiu ir.

Campeão amador de estrada, Merckx iniciou como profissional já vencendo uma prova muito importante, a Milan-San Remo, já em 1968 faturou o primeiro de cinco títulos do Giro d'Itália, mas foi em 1969 que cravou seu nome definitivamente na história ao ganhar seu primeiro título no Tour de France, com o detalhe de que além da camisa amarela de líder geral, levou também a verde, de velocista e, a de bolas vermelhas, dada ao melhor escalador.

Se naquela época existisse a camisa branca, honra do jovem mais bem colocado do Tour, ele teria vencido também, o recorde da faturar todas as camisas da disputa permanece até hoje, mais do que isso, Merckx travou batalhas memoráveis pelas estradas francesas, venceu a maior competição do ciclismo por cinco vezes no total, de 1969 a 1972 e também 1974, mas poderia ter ganho muito mais, se não fosse alguns pequenos problemas.

Em 1973 foi aconselhado a não participar, ano em que venceu a Volta da Espanha pela única vez na carreira, já em 1975 foi superado pela força de Bernard Thévenet, mas o pior aconteceu em 1976, os franceses estavam certos que o recorde de Jacques Anquetil seria quebrado, então alguns fãs que acompanhavam a prova atacaram Eddy Merckx quando ele sofreu uma queda, teve fratura no maxilar e não podia falar e nem comer direito, continuou na prova, mas não teve chances de ser campeão novamente. Merckx deve ser lembrado por sua bravura, por ter ido longe mas também pela certeza que poderia ter sido ainda melhor do que foi. (Foto: Arquivo)

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Raquetada na peteca

18:16 Net Esportes 3 Comments

Ela é feita com dezesseis penas de ganso e pode atingir uma velocidade de até 350 Khm/h, essa é a peteca usada em um esporte que existe a mais de dois mil anos, o badminton, muito popular em países asiáticos, mas que estará em ação até o próximo dia 8 na Inglaterra, onde o National Indoor Arena, em Birmingham, recebe o All England Open Badminton Championships, um dos torneios mais antigos deste esporte.

1899 com duplas e um ano depois já com as chaves de simples tanto no masculino quanto no feminino, nessa época saudosa os ingleses se vangloriavam por ganhar tudo, afinal dificilmente se via um concorrente de outro país, mas a alegria não durou muito, aos poucos irlandeses, poloneses e até os malaios começaram a aparecer, já a partir do início dos anos 80 os chineses surgiram com grande força e passaram a dominar quase 100% da disputa.

As esperanças inglesas são bem poucas, mas a necessidade e vontade de organizar a competição já visando os Jogos Olímpicos de 2012 é bem grande, já para a China, que nas Olimpíadas realizadas em seu país faturou oito das quinze medalhas possíveis deste esporte, tenta recuperar alguns títulos perdidos na última edição, sendo eles a chave feminina, as duplas femininas e também as duplas masculinas que não ganha desde 2005.

Interrompido pela primeira e segunda Guerra Mundial, o torneio chega à sua 99ª edição e tem patrocínio da Yonex, fabricante de material esportivo que segundo o site oficial da competição, sela uma parceria de 26 anos com essa disputa, considerada como um dos maiores relacionamentos do esporte mundial, assim se levarmos em conta um possível retorno financeiro garantido, o fato de se colocarem como o segundo esporte mais praticado do mundo pode ser algo bem provável mesmo. (Foto: Ian Kington/AFP)

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Dia triste para o esporte

10:29 Net Esportes 5 Comments

Bom seria falar quantas wicket´s foram derrubadas em uma partida ou quantas corridas a equipe vencedora conseguiu marcar, mas infelizmente o críquete, um esporte muito popular em países como Índia, Paquistão e Reino Unido, vem sendo alvo constante do terrorismo, no ano passado a seleção inglesa teve que deixar as terras indianas após os ataques em Mumbai, e desta vez quem sofreu um atentado direto foi a seleção do Sri Lanka, durante turnê no Paquistão.

Armas e explosivos foram encontrados, uma bomba foi localizada na Liberty Square e dois carros-bomba desativados em Lahore, esse foi saldo após o ataque terrorista ao ônibus que levava a delegação do Sri Lanka para o estádio Gaddafi, onde fariam um jogo contra a equipe local, mas foram impedidos com muitos tiros de AK-47, foguetes e até granadas, que deixaram policiais e cívis mortos, além de vários jogadores feridos com estilhaços.

Mehar Mohammad Khalil, o motorista do ônibus, foi considerado um herói por conseguir conduzir o veículo para um lugar seguro, a mesma sorte não teve o motorista do ônubus que vinha atrás com árbitros australianos, acabou morrendo assim como cerca de cinco policiais paquistaneses durante o confronto que durou de 15 a 30 minutos, e teve a participação de 10 a 12 terroristas, sendo que alguns deles já foram capturados.

Foi um dia triste para o esporte que não via um atentado terrorista contra atletas em grandes proporções desde as Olompíadas de Munique 1972, a equipe de críquete da Austrália não viajou ao Paquistão justamente com medo militantes islâmicos ligados ao Talibã ou à al-Qaeda, porém como nenhum grupo assumiu a autoria do atentado, um ministro paquistanês acusou a Índia, dizendo se tratar de uma conspiração, mas independente de quem foi, o ato é lamentável, e em um mundo que vê a violência aumentar a cada dia, o que se comprova ainda mais é que nem o esporte pode viver em paz. (Foto: EFE)

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Histórias do Boxe IV

09:20 Net Esportes 5 Comments

Originalmente marcada para Boston, a luta teve que ser adiada em seis meses e transferida para a pequena Lewiston, no Maine, sorte para o agora desafiante Sonny Liston? nem de longe, o confronto que era uma revanche contra o boxeador campeão mundial conhecido a partir dali como Muhammad Ali, registrou o menor público da história para uma decisão de pesos pesados, e viu também um dos combates mais rápidos de todos os tempos.

Todos tinham Ali engasgado na garanta por não acreditarem que o lutador havia derrubado Liston de maneira contundente em fevereiro de 1964, e pouco mais de um ano depois, precisamente em 25 de maio de 1965, ficaram ainda mais incrédulos quando o combate visto por apenas 2434 durou menos de um minuto, onde Ali derrubou Liston com um nocaute arrasador, raivoso, qu acabou gerando uma das imagens mais marcantes da história do boxe e do esporte.

Fulminante, Muhammad Ali levou o oponente à lona com um golpe conhecido até hoje como "the phantom punch" ou o "golpe fantasma", já que poucos puderam ver de fato como ele acertou Liston, o juiz tentava conter Ali que ficou em pé e de frente ao adversário caído gesticulando e gritando, imagem eternizada pelo fotógrafo Neil Leifer. Em seguida Sonny Liston tentou levantar e continuar, recebeu mais alguns golpes até que em poucos segundos o juiz tratou de encerrar de vez o combate.

Alguns dizem que Liston apostou contra ele mesmo e simulou sua própria derrota para pagar dividas que tinha com a máfia, outros acreditam que ele tinha medo da nação islã, que apoiava totalmente Ali convertido ao islamismo, um ano o depois o próprio lutador afirmou que temia os muçulmanos. De qualquer forma Muhammad Ali venceu mais uma vez, não deixando qualquer dúvida sobre sua superioridade na época, onde venceria outras dez lutas até perder pela primeira vez na carreira em 1971. (Foto: Neil Leifer)

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Com a mão na taça

09:24 Net Esportes 2 Comments

Uma garrafa de champagne, um corte no dedo, uma luva de proteção que pesava quase dois quilos, os médicos diziam que seria preciso um longo tempo de recuperação após a cirurgia, mas esquiadora Lindsey Vonn contrariou as regras, mostrou mais uma vez sua bravura e valentia, competiu de igual pra igual, venceu, e agora está praticamente com a mão na taça da Copa do Mundo de esqui alpino.

Talvez seja um pouco cedo para comemorar a vitória, afinal ainda faltam duas etapas na Alemanha e mais quatro etapas na Suécia até o dia 14 de Março, mas com uma regularidade impressionante mesmo com tantos problemas, a norte-americana que lidera a disputa com certa folga, parece não correr riscos de ser alcançada, principalmente pelo mal desempenho das principais adversárias.

Vonn conquistou neste domingo a vitória no Super G disputado em Bansko, na Bulgária, foi o terceiro triunfo consecutivo nessa modalidade no ano, a última vitória havia sido em Tavisio, na Itália, igualmente após uma sequência de três provas onde ela havia conseguido dois segundos lugares, desta vez só dividiu um terceiro, mas viu Maria Riesch, a segunda colocada na classificação geral, não conseguir nenhum pódio.

Riesch talvez quisesse ser Fabianne Suter neste final de semana, a suiça que faturou uma vitória, um terceiro lugar e um segundo, aparece em segundo lugar na classificação do Super G, mas não está entre as cinco primeiras na classificação geral, liderada pela valente Lindsey Vonn, com 1556 pontos contra 1165 de Riesch, consistente, e praticamente com a mão na taça do merecido bicampeonato. (Foto: Dimitar Dilkoff/AFP)

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