Os esportistas no Twitter

15:57 Net Esportes 4 Comments

O Twitter foi criado em 2006 e hoje já é uma das maiores febres da Internet, avaliado em mais de 250 milhões de dólares já foi diversas vezes quase vendido ao Google, são milhões de usuários espalhados em todo o mundo, entre os quais muitas pessoas famosas, do cinema, da música, da política e é claro também do esporte, seja pela forma como é feito o uso da ferramenta ou talvez porque se um foi todos acabam indo, algo que não acontecia no já quase esquecido orkut.

Basquete, futebol, tênis, golf, ciclismo e muitos outros, os atletas aderiram ao Twitter e estão fazendo a alegria dos fãs, ou seguidores, como é o termo usado no microblog, Shaquille O´Neal @THE_REAL_SHAQ foi um dos pioneiros à experimentar, posta através do TwitterBerry e é o famoso do mundo do esporte com maior número de seguidores, nada menos que 1.455.123, número que o ciclista Lance Armstrong @lancearmstrong tenta alcançar, pois possui um total de 1.194.876 fãs twitteiros.

O Twitter chegou também ao mundo da velocidade, a bela Danica Patrick @DanicaPatrick e também o colombiano Juan Pablo Montoya @jpmontoya estão lá, além dos brasileiros Tony Kanaan @TonyKanaan, Hélio Castoneves @h3lio, Luciano Burti @LucianoBurti e também Rubens Barrichello @rubarrichello, que aparece geralmente duas vezes por dia e fica conversando com quem estiver on line, o papo de ontem por exemplo era sobre uma viagem à Disney, com direito à foto inclusive.

O Twitter passou a ser uma grande arma para divulgar notícias, o técnico Wanderley Luxemburgo @luxemburgo usou o seviço para anunciar que não era mais técnico do Palmeiras, e Mano Menezes @manomenezes foi o primeiro a divulgar os locais das finais do Campeonato Paulista deste ano. Já o ex-tenista Fernando Meligeni @meligeni prefere atender os fãs e divulgar o seu próprio blog, pelo menos ele está postando, coisa que Michael Phelps @Michael_Phelps até agora não fez.

O mundo dos esportistas no Twitter vai além, pois conta também com Andy Roddick @andyroddick, Andy Murray @andy_murray, Serena Williams @serenajwilliams, Alex Rodriguez @A_Rod_Yankee, Dwight Howard @DwightHoward, Steve Nash @the_real_nash, Natalie Gulbis @natalie_gulbis e muitos outros como se pode ver nesta lista, pois todos querem responder a tal pergunta What are you doing?, inclusive nós mesmos @netesportes fallow me !! (Foto: Ilustração Net Esportes)

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Perder é muito doloroso

13:50 Net Esportes 4 Comments

Se fosse sua vontade ser consolada, não ia faltar candidatos em várias partes do mundo, perder é muito doloroso e não poder lutar pela vitória deixa a situação ainda mais triste, o drama começa durante o atendimento médico, logo as lágrimas já escorrem pelo seu lindo rosto, Ana Ivanovic sente dores na coxa, tenta iniciar o segundo set mas não consegue, é obrigada a abandonar o torneio de Wimbedon, um momento em que pra ela só resta chorar.

Um dia de tristeza para a sérvia que já foi número um do mundo, por isso ou não o tempo fechou no All England Club e a tradicional chuva de Londres caiu pela primeira vez, mas para grande alegria do público presente na quadra central os jogos não foram interrompidos, exceto por oito minutos, tempo suficiente para que o novo teto retrátil seja fechado, todos ficam felizes e continuam vendo Dinara Safina contra Amelie Mauresmo, mas um delas não ficará feliz até o final da partida.

Um tem que sorrir e o outro lamentar, Caroline Wozniacki não chora como Ivanovic mas deve ter ficado tão decepcionada quanto, a dor da derrota se contrapõe à alegria da vitória, a festa é da alemã Sabine Lisicki, da bielorrussa Victoria Azarenka, da russa Elena Dementieva e da norte-americana Serena Williams, que sorriu muito assim como sua irmã Venus, atual campeã, que junto com as dores na coxa foi a responsável pelo choro comovente de Ana Ivanovic.

Ana vai embora pra casa mais cedo e Venus segue sua luta em busca de nada menos que o seu sexto título nas gramas sagradas de Wimbledon, sendo que esse sexto título inglês também é a meta do suiço Roger Federer, que já está nas quartas-de-final após superar o adversário da final de Roland Garros, Robin Soderling, e que não deve chorar caso seja derrotado, mas com certeza também não quer nem pensar na mínima possibilidade de não triunfar e alcançar o recorde de ter mais títulos de Grand Slam em toda a história. (Foto: Adrian Dennis/AFP)

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Feito histórico impedido

18:09 Net Esportes 3 Comments

O futebol americano queria fazer história neste domingo, mas não se trata daquele esporte jogado com as mãos e com uma bola oval, e sim do bom e velho futebol, jogado com os pés e uma bola redonda, conhecido lá na terra do tio sam como soccer. Foi por pouco, chegaram perto, ganhavam a partida final da Copa das Confederações na África do Sul, mas do outro lado estava o Brasil, o melhor praticante da modalidade fez o seu papel dentro das quatro linhas.

As cornetas nas arquibancadas continuam zunindo sem parar, a contagiante alegria do povo sul-africano também, porém mais cedo foram do entusiasmo às lágrimas duas vezes, quando a Seleção da África dol Sul quase conseguiu arrebatar o terceiro lugar, perdeu para a Espanha por 3 a 2 na prorrogação, o privilégio de disputar a posição com os favoritos veio justamente por causa dos norte-americanos, que proporcionaram a maior zebra do continente africano.

O caminho traçado foi épico, vencer sería algo extraordinário, foram derrotados nos dois primeiros jogos, tinham cinco gols negativos de saldo, a pior chance de classificação no grupo; mas acreditaram, fizeram três gols no Egito e contaram com a ajuda do Brasil que marcou três gols na Itália, a vaga para a semifinal veio inesperadamente, um desempate com os italianos no número de gols marcados, vitória mais inesperada ainda contra a Espanha e a maior chance pela frente.

A chance vai se tornando realidade, placar aberto e ampliado, os Estados Unidos se aproximam do feito histórico mas são impedidos, o Brasil não é qualquer um, o Brasil vive um dos melhores momentos dos últimos anos, o melhor momento da era Dunga, virada espetacular no placar, 3 a 2 emocionante para os melhores jogadores de futebol do mundo, terceira conquista da Copa das Confederações, que é a prévia da Copa do Mundo da África do Sul, onde a Seleção Brasileira já está quase classificada, e quem sabe não para impedir, mas sim conseguir lá o feito histórico do hexa. (Foto: Vladimir Rys/Getty Images)

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Italianos bons de moto

14:28 Net Esportes 0 Comments

Nascido em Brescia no ano de 1942, o italiano Giacomo Agostini iniciou sua carreira no mundo da motovelocidade em 1964, correndo na categoria 25occ, no ano seguinte passou a disputar simultâneamente a categoria 350cc e 500cc, assim não demorou muito para vir a primeira vitória, ocorrida no GP da Alemanha onde pilotava uma MV Agusta, tinha início ali o recorde de maior número de triunfos da história das corridas de moto, um total que chegou a 122 primeiros lugares.

Giacomo correu até o ano de 1977 e jamais viu alguém chegar próximo do seu incrível recorde, o espanhol Angel Nieto tentou, conseguiu 90 vitórias, bem longe até da grande marca de 100 vitórias, porém um outro italiano resolveu aparecer para mostrar que o país revelaria mais cedo ou mais tarde mais um talento sobre as duas rodas, Valentino Rossi, já consagrado com oito títulos mundiais, ele chegou finalmente neste sábado à sua 100ª vitória na carreira, e promete mais.

Desde a época de Giacomo Agostini até hoje os tempos mudaram muito, as 500cc passaram a ser chamadas de Moto GP, ninguém disputa mais de uma categoria no mesmo ano, porém ele tem a seu favor o fato de que naquela época menos provas por ano eram disputadas, correu durante 14 anos e disputou 186 corridas, foram 159 pódios com 1493 pontos, conseguiu a grande façanha de levar para a casa 15 títulos mundiais, marca mais difícil de ser alcançada do que a de vitórias.

Rossi já declarou que quer alcançar e superar o número de 122 vitórias de Agostini, e como após a a vitória de hoje no GP Holanda ele assumiu a liderança do campeonato, quem sabe o número de títulos também não passe a ser um objetivo do motociclista, porém é bem improvável que ele ganhe nesta e nas próximas seis temporadas, pois já está com 30 anos de idade e os mesmo 14 anos de carreira do compatriota, sendo que disputou 217 corridas com 157 pódios, além de um total de 3785 pontos, números que no mínimo comprovam como os italianos são mesmo bons de moto. (Foto: Reuters)

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Esporte e Michael Jackson

15:26 Net Esportes 3 Comments

Talvez não haja nenhuma grande ligação entre o cantor Michael Jackson e o mundo esportivo, com certeza ele não era nenhuma atleta, nem de final de semana, não era nenhum investidor da área e tão puco proclamador de alguma causa importante deste tão amado meio, porém por mais que muitos não aceitem, o considerado "Rei do Pop" influenciou em tantos assuntos durante sua agitada carreira que o esporte acabou não ficando de lado, e carrega consigo algumas ligações com o astro.

Mariléia dos Santos foi uma das primeiras atletas brasileiras em destaque jogando futebol, veterana com seus 45 anos ainda atua no interior de São Paulo, mas a atacante que por tantos anos defendeu a Seleção Brasileira não chamava a atenção somente por sua habilidade dentro dos gramados, ela era muito conhecida principalmente porque era chamada de Michael Jackson, não se importava com o apelido e declarou que era muito fã do cantor, emocionada já prometeu homenagear o ídolo no próximo jogo de sua equipe no sábado.

Coisas de quem não tem o que fazer, o jogador colombiano Quinõnes também é conhecido como Michael Jackson, que também batizada até nome de juiz de futebol, mas Michael Jackson influenciou muitos outros atletas que não receberam seu nome na certidão ou como apelidos, casos da tenista Serena Williams que disputa atualmente o torneio de Wimbleodn em Londres, e também do suiço Roger Federer, que disse ter ido quando criança a um show do cantor na Basiléia, onde ao lado da irmã ficou ouvindo as músicas do lados de fora do estádio. Pelo twitter Shaquille O´Neal e Danika Patrik se mostraram incrédulos ao fato.

No ano de 1993, Michael Jackson fez o show do intervalo no Super Bowl XXVII, grande final do Futebol Americano que foi vencida pelo Dallas Cowboys. A morte de Michael Jackson aconteceu de forma inesperada, e repercutiu em todo o mundo, inclusive na África do Sul onde os jornais destacaram a notícia muito mais do que a derrota de sua Seleção para o Brasil, o técnico dos EUA, Bob Bradley, também lamentou muito a perda do ídolo, ressaltando que o cantor foi um ícone para o país, mas disse que não haverá nenhuma homenagem especial no domingo, e pelas declarações do jogadores Dunga já sabe que não terá pela frente um time abalado pelo acontecimento. (Foto: Damian Strohmeyer/SI)

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Brasil sim, Espanha não

17:41 Net Esportes 4 Comments

Na última Copa do Mundo realizada na Alemanha em 2006 havia uma possibilidade de um confronto entre as Seleções do Brasil e da Espanha na fase de quartas-de-final, mas mesmo com 100% de aproveitamento na primeira fase os espanhóis acabaram sendo superados pela França, equipe que acabou tirando também o Brasil e seus 100% daquele Mundial, desde então este passou talvez a ser um dos confrontos mais aguardados pelos torcedores, mas ele segue insistindo em não acontecer.

A última vez que Brasil e Espanha se enfrentaram foi em um amistoso no ano de 1999, o placar acabou empatado em 0 a 0, antes disso, a Fúria havia vencido em 1990 por 3 a 0, já o Brasil triunfou por um gol a zero na Copa de 1986 e em outro amistoso realizado em 1981, todos os outros duelos anteriores foram em Copas do Mundo, com mais duas vitórias do Brasil e uma outra dos espanhóis, muito pouco para essas duas Seleções, que viram na Copa das Confederações mais uma grande oportunidade de medirem suas forças.

Mesmo com a Itália na disputa, não havia quem não apontasse uma final entre Brasil e Espanha, ambas mais uma vez conseguiram vencer todos os jogos da fase de classificação, tinham pela frente adversários considerados fáceis, mas mesmo depois de ganhar a Eurocopa, conseguir ficar invicta por 35 jogos, alcançar o recorde de 15 vitórias seguidas, a Espanha conseguiu perder na semifinal, para os EUA por 2 a 0, uma seleção que quase não se classificou, e que acabou conseguindo a maior vitória de toda sua história.

A zebra correu solta pela África, e poderia ter corrido ainda mais, entusiasmo incrível dos torcedores, festa, alegria e até visita de Nelson Mandela, a velha 'malandragem brasileira' de Joel Santana e a África do Sul quase aprontou pra cima do Brasil, que no sufoco acabou vencendo por 1 a 0, eles estavam tentando fazer com que finalmente o mundo pudesse ver um confronto entre Brasil e Espanha, mas não será mesmo dessa vez, o Brasil vai para a final, e a Espanha luta com os anfitriões para não sair tão por baixo. Já ta mais que na hora de marcar outro amistoso, ou quem sabe essa final tão aguardada aqui não aconteça de fato no ano que vem, na Copa do Mundo. (Foto: Kevork Djansezian/Getty Images)

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Dia triste em Wimbledon

11:33 Net Esportes 7 Comments

O sol está brilhando forte e a chuva ainda nem passou perto de Londres, as temperaturas estão agradáveis e o público muito satisfeito, mas apesar de tudo a quarta-feira acabou sendo um dia triste em Wimbledon, um dia triste para os fãs da tenista russa Maria Saharapova, que após ter começado bem no torneio, não melhorou o ritmo, perdeu na segunda rodada e está eliminada da disputa no All Englad Club.

O público que lotou a quadra central se diverte muito, sorri, aplaude e comemora, alguns correm para pegar autógrafos após a partida e estão contentes pelo bom jogo de tênis que acabaram de ver, mas a verdade é que este foi um dia triste em Wimbledon, um dia triste para os fãs da tenista Maria Sharapova, que não resistiu ao jogo da argentina Gisela Dulko, não conseguiu encaixar seu saque, errou muito e está eliminada do Grand Slam jogado na grama.

Rafael Nadal desistiu de defender o seu título por causa de uma contusão, melhor para Roger Federer que lutará por mais um título em busca de ser o maior vencedor dos maiores torneios de tênis do mundo, ele está feliz e jogará confiante, porém isso não muda o fato de que hoje foi um dia triste em Wimbleodn, um dia triste para os fãs de Maria Sharapova, que havia conseguido uma grande reação no segundo set, estava bem no terceiro mas não resistiu e perdeu.

Serena Williams, a atual campeã Venus Williams, a belíssima Ana Ivanovic e muitas outras tenistas seguem na disputa, seguem na briga pelo título na sagrada grama londrina, o jogo seguirá interessante e não menos importante, mas esse 24 de julho será lembrado sempre como um dia triste em Wimbledon, um dia triste para quem adora ver jogar a musa Maria Sharapova, com toda sua classe e exuberância, que vai embora mais cedo, mas felizmente livre de contusões, e com a certeza que tão logo estará de volta, podendo trazer dias mais felizes no futuro. (Foto: Glyn Klirk/AFP)

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Chuva e muitas surpresas

14:00 Net Esportes 0 Comments

Choveu e choveu muito logo no primeiro dia de disputas do US Open de golfe, segundo torneio mais importante do ano, assim não restaram dúvidas para a organização interromper as tacadas e adiar muitas saídas na última quinta-feira, o mau tempo que assolou o campo do Bethpage State Park em Rhode Island, Nova York, fez com que a programação fosse modificada diversas vezes, e com muitas surpresas as disputas só terminaram ontem.

Desde 1983 o tradicionalíssimo US Open não tinha uma última rodada na segunda-feira, apesar de que no ano passado foi usado este dia semanal para o decisivo playoff vencido por ninguém menos que Tiger Woods, o norte-americano líder do ranking porém não esteve bem neste ano, começou mal com uma primeira volta desastrosa, onde fez quatro tacadas acima do par, e não passou do par do campo mesmo conseguindo 68, 69 e 68 nas três rodadas seguintes.

Woods terminou em sexto lugar, se mostrou fora de ritmo principalmente para um torneio major, errou principalmente as tacadas de approach que o colocaram sob muita pressão na hora dos putts, porém pressão maior sofreram os outros golfistas que lutavam pela vitória, principalmente Rick Barnes que entrou no último dia com oito tacadas abaixo do par, acabou batendo 76, seis acima, e proporcionou uma grande surpresa depois de tanta chuva.

Apesar de estar em segundo lugar com sete abaixo, poucos apostavam em Lucas Glover já que ele só tinha um título de PGA em toda a carreira, mas o jogador se manteve firme do início ao fim da última rodada, contou um pouco com a sorte e terminou com um total de 276 tacadas, quatro abaixo do par, suficientes para lhe garantir a maior conquista de toda a sua vida, vendo seu compatriota e vice-líder do ranking, Phill Mickelson, terminar mais um vez em segundo lugar, seu quinto e amargo segundo lugar no US Open. (Fotos: Sam Greenwood, Ross Kinnaird e Chris McGrath/Getty Images)

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Por um Brasil e Espanha

09:13 Net Esportes 3 Comments

Grupo B da Copa das Confederações, quem poderia apostar em Egito ou Estados Unidos ? a maioria das previsões apontavam Brasil e Itália brigando na última rodada para ver quem ficaria com a primeira posição, quem teria que enfrentar a temida e favorita Espanha, mas os faraós do deserto surpreenderam, deram trabalho para brasileiros e acabaram com a Itália, pareciam que iam tomar uma das vagas na semifinal, mas só parecia.

A Itália campeã do mundo e sempre forte nas retas finais, vai embora pra casa mais cedo, se classificariam até com uma derrota para o Brasil, mas queriam vencer o jogo, ou pelo menos empatar, acabou vendo o pior, derrota de 3 a 0 em uma verdadeira pane no final do primeiro tempo, correram e lutaram, jogaram bem no segundo, precisavam de apenas um gol, mas não fizeram nenhum, e disseram adeus ao sonho do título.

A alegria poderia tomar conta do Egito, afinal fizeram por merecer principalmente por terem superado a Itália, mas no último jogo deixaram a desejar, perderam por 3 a 0 para os Estados Unidos, seleção que tinha o pior saldo de gols e a mais difícil chance de classificação, acabaram conseguindo a milagrosa vaga no número de gols marcados, que diferença fez abrir o placar no primeiro jogo contra a Itália, mas mesmo assim a coisa segue complicada, pela frente vem a Espanha.

Os animados torcedores e suas cornetas querem melhor sorte para a sua seleção, a África do Sul, que terá pela frente o Brasil e seus 100% de aproveitamento, mas o resto do mundo e principalmente os brasileiros não querem isso, querem a tão esperada decisão contra a Espanha, que vem com o recorde de 15 vitórias consecutivas, continua favorita, porém antes tem que se preocupar com os Estados Unidos, que bem quietinhos estão lá na semifinal, e prometem lutar bastante para assim como os anfitriões para tentar evitar o Brasil e Espanha na final. (Foto: AP Photo)

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Vettel vive dia de Button

10:42 Net Esportes 2 Comments

Agitação nos bastidores e monotonia na mais antiga das corridas da Fórmula 1, enquanto as equipes ameaçam criar uma nova categoria, o jovem e promissor Sebastian Vettel aproveita para mostrar mais uma vez todo o seu potencial, o melhor dos treinos livres fez a pole position com segurança, largou de forma competente e venceu o GP da Inglaterra em Silverstone com muito sobra, vivendo literalmente um dia de Jenson Button na temporada 2009.

E se o alemão conseguiu imitar o líder do campeonato em uma corrida sem chuva, já que seus dois outros triunfos foram com pista molhada, a sua equipe também foi tão competente quanto, vivendo também literalmente um dia de Brawn GP, onde assim como no GP da China obteve a dobradinha, com o australiano Mark Webber ocupando a segunda colocação, Barrichello foi o terceiro terminando à frente do companheiro Button como já havia feito nos últimos três anos na Inglaterra.

As desculpas da equipe de Ross Brawn é de que o carro não conseguiu o equilíbrio ideal para a pista de alta velocidade de Silverstone, Button disse que o pneus não aquecem muito bem e por isso o desempenho não foi como nas outras corridas do ano, porém o discurso do inglês prevendo um desempenho ruim correndo em casa vinha desde antes do GP da Turquia, dizendo inclusive que a briga contra o companheiro de equipe seria grande, em sexto lugar ele não teve nem chances de duelar com Rubinho.

Com a vitória Vettel fica mais próximo de Barrichello na classificação, mas ambos ainda seguem longe de Button que mantém a liderança com larga vantagem, a Red Bull comprova mais do que nunca ser a segunda melhor equipe do ano porém as expectativas para a próxima corrida são de que a Brawn volte a andar bem novamente, pois a Fórmula 1 continua neste ano sendo disputada como sempre foi, mas ainda com muitas dúvidas de como será no ano que vem. (Foto: Andrew Yates/AFP)

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Os dois lados do esporte

17:28 Net Esportes 3 Comments

Dor, tristeza, aflição e sofrimento, esses sentimentos muitas vezes fazem parte do dia a dia daqueles que são apaixonados pelo esporte, mas por outro lado existe também a felicidade, a alegria, a satisfação e o alívio, vencer após um grande esforço é o objetivo de cada atleta e a vontade de cada torcedor, e assim como uma moeda o esporte também vive sempre com dois lados distintos, até mesmo se visto como um forma de mudar o mundo.

O esporte poderia fazer parte da formação de cada criança, mas nem todos podem ser campeões olímpicos, bom para aqueles que aprenderam a ser dignos e viveram suas vidas com ética, disciplina e honestidade, pior para aqueles que seguiram como atletas mas deram maus exemplos, fizeram uso de doping para melhorar seu desempenho, a moeda tem dois lados e o esporte também, pelo menos a o comabte ao doping evoluiu junto com ele, evitando excessos nesse sentido que mancham o esporte.

As pessoas param para ver seu time jogar, o povo faz vários tipos de manifestações para mostrar todo o amor que sente por aquele que torce para vencer, comemora quando o triunfo é alcançado e lamenta se dessa vez não foi possível, porém para outros as coisas não são tão simples assim, não importa se ganhou ou perdeu, eles querem brigar, nas arquibancadas dos estádios ou nas ruas pela cidade, quebra quebra e destruição, onde está a paz que o esporte tanto prega?

Tommie Smith e John Carlos no México 1968 e Jesse Owens em Berlim 1936, através do esporte é possível manifestar ao mundo os seus pensamentos, Estados Unidos e Irã fazem um jogo de futebol pela paz e as Coréias do Norte e do Sul participam juntas das Olimpíadas, o esporte muda o mundo mas o mundo não muda com ele, as competições param para que todos se auto-destruam durante a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, Munique 1972 é alvo de terroristas, o Tibet tenta impedir Pequim 2008 e é provável que as Coréias resolvam travar outra batalha na África do Sul 2010.

O esporte como uma forma de mudar o mundo segue e seguirá uma luta solitária, daqueles que conseguem ver que através dele é possível a busca pela paz, onde as disputas ficam restritas apenas no intuito de medir as forças físicas e técnicas de cada modalidade, porém sem conseguir se livrar do outro lado da moeda, onde existem muitos seres humanos fracos e carentes de estrutura psicológica para compreender a magnitude do esporte, com pessoas que podem usá-lo somente para seus próprios interesses e esquecendo a sua essência, pois no fundo infelizmente talvez não exista jeito de por jeito no mundo.

Texto elaborado em virtude da movimento idealizado por Breiller Pires do Rola Blog, que visa desenvolver opiniões sobre o tema: "O esporte é capaz de transformar o mundo e a sociedade em que vivemos". iniciativa feita em homenagem ao Dia Universal Olímpico, celebrado em 23 de junho

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O tempo fechou na F-1

14:00 Net Esportes 3 Comments

As equipes se inscreveram para o campeonato de 2010 no último dia, no limite do prazo, a FOTA fez umas exigências daqui e a FIA fazia outras exigências dali, parecia que todo o confronto havia terminado, os brigões tinham conseguido chegar à um acordo depois de tanta palhaçada, mas logo se viu que a coisa não era bem assim, a FOTA ainda era contra o polêmico teto orçamentário, a FIA ainda o mantinha em vigor, e agora depois que a poeira já havia baixado, o tempo fechou de vez na Fórmula 1.

São oito os revoltados, BMW, Brawn, Ferrari, McLaren, Red Bull, Renault, Toro Rosso e Toyota, que já anunciaram vão criar uma outra categoria, vão deixar a Fórmula 1 para correrem sob suas próprias regras, suas próprias imposições, ou seja, sem que ninguém fique mandando neles, exigindo e fazendo imposições, são poderosos e cheios de dinheiro, não aceitam ordens e não respeitam nada, assim quem perde é o público, que certamente ficará divido com a divisão.

A questão em si talvez não seja nem discutir quem está certo ou errado, Max Mosley tem seus defeitos, deveria ter saído do comando da FIA no ano passado após o problema do escândalo sexual que veio à público, não aconteceu, ele transformou a categoria máxima do automobilismo em um joguinho particular, muda as regras a cada ano, faz regulamentos de dupla interpretação, inventa o teto orçamentário com argumentos convincentes, mas quem se importa, a Fórmula 1 sempre foi uma corrida financeira e todos sempre gostaram dela assim.

Bernie Ecclestone, o mais sensato entre todos, pede um acordo urgente pela paz, mas parece que as coisas já estão decididas, ninguém quer ceder, ninguém quer perder dinheiro nem poder, ninguém quer ficar por baixo e sair derrotado no final da história, assim o derrotado é o esporte, que verá as principais equipes correndo em uma nova categoria provavelmente com um nome bizarro, e verá a boa e velha Fórmula 1 totalmente diferente do que está acostumado, com a tradicional Williams disputando corridas contra a Campos, USF1, Manor e qualquer outra equipe que tiver no mínimo condição de colocar um carro na pista, triste e lamentável. (Foto: Andrew Winning/Reuters)

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Mudanças e melhoras

13:54 Net Esportes 2 Comments

O desempenho sofrido do Brasil diante do Egito acabou tendo uma boa e velha desculpa que o futebol está muito acostumado a ouvir, o cansaço dos jogadores, que acabou fazendo com que o técnico Dunga desse sinais de que iria colocar um time reserva diante dos EUA, os titulares trataram de adotar o já tão conhecido discurso que ninguém tem vaga garantida na Seleção e que queriam muito jogar, a decisão viria de um teste sanguíneo, que talvez até tenha feito diferença, pois um time misto acabou entrando em campo.

Os poupados, já que a desculpa do cansaço impede que eles por ventura foram de fato barrados, foram Juan, Daniel Alves, Elano e Kleber, que saíram para dar lugar a Maicon, Ramires, André Santos e Miranda, o time acabou melhorando com as mudanças, ou isso ou o adversário vive uma fase pior do que a do Egito, mesmo porque sofreu uma dura derrota para a Itália na estreia, estava desfalcado e ficou mais ainda durante o jogo, não resistiu e viu uma vitória fácil e tranquila do Brasil por 3 a 0.

A classificação para a semifinal não foi totalmente definida, já que a Itália acabou sendo surpreendida pelo Egito e perdeu de 1 a 0, fazendo então com que o jogo que definiria apenas o primeiro e segundo no grupo, seja uma batalha, pois os farós campeões africanos agora sonham com uma vaga, tendo que golear os EUA e torcer para o Brasil frente a Azurra, que jogará pelo empate mas se perder por muitos gols estará fora, dúvidas que serão respondidas apenas no domingo, assim como as dúvidas sobre quem entrará em campo.

E se no grupo do Brasil a briga pela classificação ficou definida, o mesmo quase acontece no outro grupo, a Espanha já está lá depois de uma vitória apertada contra o Iraque por 1 a 0, a 14ª vitória seguida da Fúria que segue firme, o Iraque acabou vendo a África do Sul vencer a Nova Zelândia por 2 a 0 mas segue sonhando como o Egito, eles terão que golear seu próximo adversário e torcer para que os espnhóis não tenham tanta resistência contra os anfitriões como tiveram contra eles, fazendo a última rodada de classificação da Copa das Confederações tenha tudo para ser eletrizante. (Foto: Gianluigi Guercia/AFP)

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Histórias do Tênis V

11:12 Net Esportes 3 Comments

Vinda de uma família rica, a britânica Lottie Dod nunca teve que se preocupar em ganhar dinheiro, e assim como fizeram seus irmãos aproveitou o tempo livre para se dedicar totalmente aos esportes, dentre os quais golfe, hóquei e até tiro com arco que lhe rendeu uma medalha de prata nas Olimpíadas de Londres 1908, mas foi jogando tênis que ela se destacou mais, se tornando a primeira pentacamepã de Wimbledon.

Em suas primeiras aparições na grama do All England Club, o talento já podia ser notado, e logo após três anos de disputas femininas Dod já faturava seu primeiro troféu no ano de 1887, derrotando a atual campeã Blanche Bingley que possuia inclusive um vice-campeonato dois anos antes, ela acabou se tornando ali a campeã mais jovem do torneio, então com 15 anos de idade, recebendo o apelido de "Pequena Maravilha".

Bingley se casou e mudou seu nome para Blanche Bingley Hillyard, mas nem por isso deixou de ser vítima de Lottie Dod na grande final do ano seguinte, porém voltou a vencer contra Helen Rice em 1889, mas Dod queria mais, e chegou na final de 1891 novamente contra Bingley, venceu, assim como nos dois anos seguintes se tornando uma verdadeira 'pedra no sapato' da compatriota, que mais tarde, sem Dod pelo caminho, se tornaria hexacampeã.

Depois que deixou o tênis de lado, Dod acabou se dando bem nos outros esportes que praticava, tentou trabalhar como enfermeira na Primeira Guerra Mundial mas não conseguiu, de volta à sua terra natal, nunca deixou de acompanhar o torneio de Wimbledon, até morrer com 88 anos escutando as transmissões diretas de Londres por um rádio. Lottie Dod marcou época no tênis feminino inglês, e merecidamente teve seu nome incluso no Hall da Famado tênis em 1983. (Foto: Arquivo)

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Chuva de gols na África

15:16 Net Esportes 3 Comments

Começou a Copa das Confederações na África do Sul, e com ela o mundo se contagiou com toda a alegria e festa dos sul-africanos, que dançam, cantam e comemoram muito nas arquibancadas, só não ficaram mais felizes porque a sua Seleção não conseguiu sair do zero a zero contra os destemidos iraquianos, porém se os torcedores que lotaram o Ellis Park Stadium, em Joanesburgo, não viram a rede balançar, o mesmo não se pode dizer dos que foram aos outros estádios.

O primeiro tempo não tinha nem vinte minutos jogados, mas o placar já apontava três a zero para a Espanha contra a pobre Nova Zelândia, sendo os três gols marcados por aquele que quem sabe um dia ainda será eleito o melhor do mundo, Fernando Torres, e enquanto a torcida fazia mais danças coreografadas e engraçadas por todo o Royal Bafokeng Stadium, Fábregas e David Villas ampliavam o marcador, e mostravam que a atual campeã européia não viajou até outro continente à toa, o obejtivo é mesmo levar o título.

Quem poderia talvez ser o grande rival da Espanha? O Brasil é claro, campeão da América que vem muito bem nas Eliminatórias para a Copa, que tinha tudo para repetir o feito dos favoritos um dia depois, mas o Egito, campeão africano, não é como a Nova Zelândia, e enfrentou o time de Dunga de igual para igual. Gols não faltaram na partida realizada no Free Stadium, nada a menos que sete, sendo quatro do Brasil, que só conseguiu a vitória com um pênalty quase não marcado aos 45 minutos do segundo tempo.

O Brasil jogou mal mas um empate teria sido pior, isso porque jogando em Petrória a Itália mostrou suas garras e fez sua parte, vencendo os Estados Unidos por 3 a 1 de virada, em mais um jogo onde o que não faltou foram os gols, para mais alegria e mais festa dos animadíssimos torcedores, que não param de tocar suas inervantes cornetas durante todo o jogo, na bela Copa das Confederações, que é a prévia da Copa do Mundo, um pequeno ensaio para o maior campeonato de futebol do planeta, talvez até sem muito valor, mas que está sendo visto por todo o mundo, que já começa sua contagem regressiva com imensa expectativa. (Foto:Laurence Griffiths/Getty Images)

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Um passeio de campeão

23:24 Net Esportes 6 Comments

Um passeio na Flórida, um passeio na série final, jogo equilibrado como o confronto épico entre Boston Celtics e Chicago Bulls só foi visto na partida número quatro, e o Orlando Magic só conseguiu uma vitória diante do Los Angeles Lakers, no jogo três, sua primeira e agora única em finais da NBA, foi o triunfo de honra para um time que lutou para estar na grande decisão, porém sem poder levantar a taça que tanto sonhava, mais uma vez privilégio dos já tão acostumados campeões da Califórnia.

No ano passado o Lakers ficou com o vice-campeonato, se não impossível era muito improvável superar a equipe do Boston Celtics, que neste ano sentiu demais a ausência de Kevin Garnett, os incentivos que vinham do banco eram muito motivadores mas sua presença em quadra seria muito melhor aproveitada, a eliminação veio diante do surpreendente Orland Magic, que conseguiu ir além do que se imaginava, tirando da disputa a favorito do Leste, o Cleveland Cavaliers, que antes da final da Conferência não sabia o que era perder nos playoffs.

Os olhares perplexos dos jogadores no final do jogo cinco tinham uma explicação, e não era só porque o Lakers estava vencendo com muita facilidade, mas sim porque chegaram na final novamente e não puderam vencer, amargaram mais uma vice-campeonato depois do de 1995, e mais uma vez tendo como grande estrela e esperança o pivô da equipe, no passado Shaquille O'Neal, nos tempos de hoje Dwight Howard, o 'superman' que teve excelente desempenho nos rebotes, mas nada que pudesse fazer a diferença na hora de levantar a taça.

O monstruoso técnico Phil Jackson chega ao seu décimo título na carreira, recorde da NBA, levando o Lakers à glória depois de três títulos seguidos entre 2000 e 2002, sendo que quando foi seis vezes campeão com o Chicago Bulls de Michael Jordan, também foram três seguidas e outras três seguidas, ou seja, os próximos dois anos talvez já tenham sua história escrita, onde o Lakers poderá aumentar ainda mais sua galeria de conquistas, sendo que já possui 15 triunfos em toda a história.

Na festa contida na casa do rival, mas com muita alegria, Kobe Bryant acabou eleito MVP das finais, o jagador que esteve presente nas quatro últimas conquistas da equipe foi sem dúvida o melhor jogador, cestinha em quase todas as partidas, incluindo até a que esteve mal, além de ser também o líder em assistências, porém mesmo tendo um jogador se destacando tanto, o Lakers se consagrou campeão justamente pelo jogo coletivo, que acabou fazendo muito a diferença, principalmente no último jogo, vencido de maneira fácil e rápida, Los Angeles já aguarda anciosa pelos campeões, e a festa não deve ter hora para acabar. (Fotos: Emmanuel Dunand/AFP e Jesse D. Garrabrant/NBAE/Getty Images)

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Doce revanche na NHL

09:19 Net Esportes 4 Comments

Depois de ganhar os títulos de 1991 e 1992, o Pittsburgh Penguins, equipe que mais cresceu nos últimos anos dentre todos os esportes nos EUA, queria mais desde o ano passado, mas a chance de levantar a Stanley Cup mais uma vez acabou se diluindo diante da forte equipe do Detroit Red Wings. Sem se abalar tanto, mantiveram a força e a determinação neste ano, e conseguiram chegar na grande decisão da NHL mais uma vez.

Eles ganharam a Conferência Leste e tiveram a oportunidade de ver em casa a decisão do Oeste, de um lado estava o Chicago Blackhawks, time que haviam derrotado para levantar o troféu em sua última conquista, do outro o temido Red Wings, e o destino quis que o grande algoz do ano anterior fosse o grande adversário na grande final, a torcida temeu perder mais uma vez, e contra suas esperanças estava também a história.

Pensar no duelo como uma revanche talvez só piora as coisas, o pior mesmo é que desde que a disputa do hóquei no gelo começou nos EUA, jamais uma equipe conseguiu ser campeã no ano seguinte depois de ter perdido o título para o mesmo adversário que enfrenta novamente, porém o Penguins mesmo que poucos pudessem crer estava pronto para mudar esta sina terrível, e além de conseguir o título de uma forma que nunca havia ocorrido, conseguiu ainda quebrar outros tabus.

Em quinze vezes, só três conseguiram, a última foi em 1971 com o Montreal Canadiens, era muito improvável vencer o jogo sete, ainda mais jogando na casa do adversário, mas o Pittsburgh Penguins conseguiu, venceu por 2 a 1, marcando dois gols no mesmo período, total que havia conseguido em três jogos na casa do rival em toda a série final, a equipe do MVP Evgeni Malkin fez história e fez a festa sob o gelo mesmo sofrendo uma grande pressão até o fim do jogo, ganharam porque mantiveram sempre a humildade na busca pelo obejtivo, mesmo que no fundo o que fica mesmo é um doce sabor de revanche. (Foto: Frank Gunn/AP)

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O Yankees virou freguês

15:42 Net Esportes 0 Comments

Terceiro jogo do terceiro encontro no ano entre dois times que tem uma das maiores rivalidades do mundo entre todos os esportes, o New York Yankees vai vencendo o Boston Red Sox na casa do adversário por 3 a 1, a última derrota por apenas um ponto e os 7 a 0 de dois dias antes vão ficando para trás, a oitava entrada se aproximava e com ela o fim do jogo e de um longo tempo sem triunfar neste duelo, mas no beisebol tudo é muito imprevisível, pois um jogo só acaba quando termina.

O velho ditado de que tudo pode acontecer em uma só entrada fez a alegria dos torcedores na noite de ontem, rebatida de J.D. Drew e corrida anotada por Green, Pedroia foi para a segunda base e empatou tudo em seguida, Drew já estava na terceira base quando Lowell fez uma rebatida de sacrifício para lhe impulsionar e decretar a virada no placar em favor do Sox, 4 a 3 e festa nas arquibancadas sempre lotadas do Fenway Park, uma vitória heróica que só fez aumentar ainda mais o jejum do time de Nova York contra o de Boston.

Voltando no tempo, lá no ano de 1912, quando o estádio do Boston Red Sox estava sendo inaugurado, o time, que acabou inclusive campeão daquela temporada, havia conseguido 14 triunfos nos primeiros 14 jogos contra o time de Nova York, que na época ainda se chamava Highlanders, era o pior time da liga e a rivalidade estava ainda longe de começar, já neste ano o Boston disparou na vantagem, e conseguiu passar da metade do recorde com a vitória estabelecida na noite de ontem.

Despois que o time de Nova York passou a ser Yankees, isso jamais havia ocorrido, são oito vitórias do Boston Red Sox em oito jogos desde o início da temporada, sem contar o último encontro no ano passado que aumenta para nove. O Sox transformou o Yankees em um verdadeiro freguês, sonho de qualquer um de seus fãs, mas o adversário discursa fazendo pouco caso do feito, dizendo que mais cedo ou mais tarde conseguirá vencer, e talvez até consiga, mas terão que esperar um pouco, pois o próximo encontro começa apenas no dia 6 de Agosto. (Foto: Jim Rogash/Getty Images)

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A afirmação de Dunga

09:10 Net Esportes 8 Comments

Instabilidade, um ano sem fazer gols em casa, derrota para a Venezuela, convocações e escalações ruins, desconfiança de todos os lados, o Brasil fica mais uma vez sem a medalha de ouro nas Olimpíadas, a torcida impaciente não hesita em sempre pedir a cabeça do técnico Dunga que muitas vezes esteve balançando no cargo de técnico da Seleção Brasileira, mas o ex-jogador sempre foi persistente, e com ele sempre esteve o 'outro lado da história'.

Campeão da Copa América, vitória contra a toda poderosa e atual campeã da Copa do Mundo, a Itália, fim de um tabu de não vencer o Uruguai em seus domínios que já durava 33 anos, três vitórias seguidas nas Eliminatórias que não aconteciam há muito tempo, e com isso a liderança isolada na dusputa rumo à Copa de 2010, dentre os altos e baixos, o lado positivo sempre falou mais, e assim Dunga conseguiu sua afirmação no comando da Seleção.

A dúvida sobre o que poderia e o que pode ainda fazer Dunga como técnico vinha justamente pelo fato dele nunca ter sido técnico na vida, o ex-capitão do Brasil seguiu os passos do alemão Jürgen Klinsmann, e depois viu até Maradona ir para o mesmo caminho, porém o argentino que perdeu para o Equador, está em uma situação bem mais complicada, enquanto que Dunga dificilmente não irá à Copa, mesmo que ainda falte aquele que por muitos foi apontado como desafio final, a Copa das Confederações.

Para estar na África do Sul em 2010 falta muito pouco, por isso triunfar ou não na África do Sul em 2009 não será determinante para a sequência do trabalho de Dunga, que após o final do jogo contra o Paraguai, vencido por 2 a 1, disse saber exatamente o que está fazendo na Seleção Brasileira, portanto mesmo firme no cargo, ele talvez mantenha sua linha de altos e baixos e isso não fará diferença, podendo derrotar a Itália ou a Espanha, mas também amargando derrotas para os Estados Unidos ou o Egito, tomara que não. (Foto: Antonio Scorza/AFP)

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Uma derrota e um drama

10:58 Net Esportes 2 Comments

Finais da NBA começam, dois jogos em Los Angeles e duas vitórias seguras e contundentes do Lakers, a equipe tantas vezes campeã mostra toda sua força logo de cara e coloca o adversário em uma situação que só foi revertida apenas três vezes em toda a história, a série vai para a Flórida no jogo três, onde seria muito natural ver o Orlando Magic vencer jogando em sua própria casa, mas a triunfo do rival acaba provocando um grande drama no Lakers que não queria perder de jeito nenhum.

É muito comum em vários esportes, se o time é derrotado sempre existe um culpado, no caso de ontem a estrela do time Kobe Bryant, erro crucial quando faltavam 29 segundos para o fim da partida, péssimo aproveitamento na linha de lances livres onde acertou apenas cinco de dez arremessos, um jogador irreconhecível nos dois últimos quartos do jogo, ele mesmo admitiu que não esteve bem, porém ser o melhor em assistências com oito e o cestinha da noite com 31 pontos não contam nada nessa hora, o culpado estava decretado.

Bryant fez dez pontos a mais que os dois melhores pontuadores do Magic, Gasol ainda anotou outros 23 pontos, essa concentração toda em apenas dois jogadores talvez tenha sido o problema dos Lakers, faltou coletivo no time da Califórnia que sobrou no adversário, depois da segunda pior média de acertos no primeiro jogo, o Magic conseguiu o melhor aproveitamento de arremessos em finais de todos os tempos, nada menos que 62,5%, bem longe dos pífios 29,9% que não quer nem mais lembrar, e isso foi fundamental para a vitória de 108 a 104.

Muitos já apontam um atrito entre o técnico Phil Jackson e o astro Kobe Bryant, o comandante diz que o jogador está cansado, mas o atleta nega e diz que nessas situações o time precisa dele mas não foi o que aconteceu, talvez tenha ocorrido um drama exagerado por apenas uma derrota normal, com mais duas vitórias serão os campeões, porém o Orlando quer muito o seu primeiro título na NBA, e promete lutar ao máximo para conseguir essa virada heróica depois de ter perdido os dois primeiros jogos, fato que aconteceu recentemente, em 2006, quando o Miami Heat foi o grande campeão. (Foto: Ronald Martinez/Getty Images)

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Woods não está acabado

16:40 Net Esportes 2 Comments

Precisando ou não ele deve ter recebido as energias positivas do lendário golfista Jack Nicklaus, impossível não ser assim estando em um torneio com a presença do maior campeão de todos os tempos, afinal um dos objetivos de seu carreira é superar o grande mestre, assim Tiger Woods, o jogador que mais do nunca já provou diversas vezes toda a sua genialidade, resolveu dar outro show, conquistando mais um título de forma espetacular.

Após os nove meses de molho devido à cirurgia no joelho, Woods havia retornado com um triunfo no Arnold Palmer Invitational, mas após isso não conseguiu mais bons desempenhos pelos campos afora, não foi bem nem no Master e não levantou mais nenhuma taça apesar de conseguir manter a liderança no ranking, muitos começaram então a duvidar de sua capacidade e questionar se conseguiria voltar à boa fora de sempre, estavam todos errados.

Não que ele tenha passado a jogar para calar a boca dos críticos, mas Tiger entrou no The Memorial Tournament para provar que ainda é o bom e velho Tiger Woods, que começou modesto com apenas três tacadas abaixo do par no primeiro dia, piorou o desempenho no segundo com apenas uma abaixo e mesmo com cinco abaixo no terceiro já era dado mais uma vez como carta fora do baralho, mais um ledo engano de quem esqueceu da sua genialidade, que foi a de conseguir precisas 65 tacadas na volta final.

Ele se esconde por baixo do boné e morde o taco enquanto caminha para mais um buraco, está inquieto mas está indo bem no último dia e pressionando os adversários, chega nos dois últimos buracos com uma tacada a menos que os rivais e com a chance de ser campeão sem precisar dos playoffs, putt sensacional de três metros no 17 e tudo empatado, um ferro 7 e uma aproximação incrível no buraco 18 para mais um birdie, termina com 12 abaixo do par e margem de um, é o grande campeão do dia, recebendo o troféu e os sinceros cumprimentos de ninguém menos que o próprio Nicklaus. (Foto: Andy Lyons/Getty Images)

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Enfim a glória no saibro

12:18 Net Esportes 4 Comments

Em três finais consecutivas que conseguiu alcançar no Torneio de Roland Garros, ele acabou sendo derrotado, o desafio de vencer no saibro parecia muito maior do que todos podiam imaginar, aliado a isso estava sempre o mesmo adversário na decisão, Rafael Nadal, considerado o melhor neste tipo de piso, mais do que isso o hoje número um do mundo se tornou uma verdadeira 'pedra no sapato' de Roger Federer, o derrotando também em outros duas finais de Grand Slam que disputaram.

Desde Roland Garros do ano passado, Federer só conseguiu vencer o US Open, justamente quando Nadal não o enfrentou na final, assim o que se podia esperar no torneio francês deste ano era mais um encontro entre os dois melhores do mundo na decisão, porém para a sorte do suiço surgiu pelo caminho o desconhecido Robin Soderling, que tirou o espanhol da disputa, ajudou Federer de maneira talvez até decisiva, inclusive indo mais longe e o enfrentando no último e decisivo jogo.

Impossível não conter a emoção no último ponto, muito menos segurar as lágrimas durante o hino de seu país, vencer Soderling na final por 3 sets a 0 foi apenas um detalhe na campanha heróica que Federer fez em Roland Garros, batalhas memoráveis, viradas espetaculares, jogos de cinco sets onde o suiço não se entregou jamais, lutou bravamente em sua busca obstinada pelo título que faltava em sua carreira, e em sua quarta final consecutiva ele não poderia deixar a sua melhor chance escapar.

Um momento mágico, um momento histórico em sua vida e um momento marcante na história do esporte mundial, Roger Federer finalmente iguala o lendário Pete Sampras em número de Grand Slam´s conquistados com 14 títulos, finalmente alcança a glória no saibro de Paris por onde tanta gente importante já marcou época, e ainda por cima se tornou o sexto tenista em todos os tempos a ter conquistado os quatro títulos mais importantes do mundo do tênis, tendo inclusive o privilégio de receber o belo troféu das mãos de um deles, que havia sido o último a conseguir tal façanha, ninguém menos que Andre Agassi. (Foto: Patrick Kovarik/AFP)

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Mais monótono impossível

10:45 Net Esportes 3 Comments

O GP da Turquia teve apenas dois abandonos, quase nenhum carro quebra, bate forte ou provoca a entrada do safety car, os motores não quebram e ninguém faz nada errado a ponto de ser punido com a famosa passagem pelos boxes, a corrida acaba assim sendo muito monótona, que foi uma das promessas do piloto inglês Jenson Button para toda a temporada, pior para os fãs que querem ver ação, melhor para o líder do campeonato que só sabe vencer.

Falta muito para ele ser o campeão, mas a chamada 'sorte de campeão' já o acompanha sem dúvida alguma, Button não largou em primeiro mas contou com um erro de Vettel para assumir a ponta logo na primeira volta, viu o adversário mudar a estratégia para tentar superá-lo mas acabou mostrando a ele e a todos uma verdadeira aula de pilotagem, vencendo sem qualquer probema e ainda quebrando o tabu de nunca um pole-position ter perdido o GP da Turquia.

E se a sorte está totalmente do lado de Button, o mesmo não se pode dizer do seu companheiro de equipe, o brasileiro Rubens Barrichello, que viu o carro morrer na largada, ficou para trás, bateu duas vezes em tentativas de ultrapassagens nos raros momentos agitados da corrida, abandonou na primeira vez que a Brawn GP ficou seu pontuar, e com isso se distanciou do companheiro na briga pelo campeonato ficando 26 pontos atrás, sendo que Vettel, terceiro hoje atrás de Webber, se aproximou na briga pelo vice-campeonato.

Monótona ou chata, a Fórmula está maravilhosa e perfeita para Jenson Button, para a Brawn GP e para todos os ingleses, que vibram junto com o piloto que vibra e comemora muito cada uma de suas conquistas, a sexta conquista em sete disputas, sendo terceiro na única vez que não foi primeiro e deixando claro que muito mais ainda vem por aí, pois o carro é confiável e não entrou em decadência. Ele parece disputar um outro campeonato alheio aos que disputam os outros carros, mesmo que por enquanto a separação entre as equipes e a FIA ainda não tenha ocorrido. (Foto: Mustafa Ozer/AFP)

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O vôo de outro pássado

20:44 Net Esportes 0 Comments

Apenas 11 vezes desde 1985 um cavalo conseguiu o feito extraordinário de vencer as três míticas provas da Triple Crown do turfe norte-americano, o último foi Affirmed no ano de 1978, Big Brown teve a chance no ano passado quando venceu duas, mas em 2009 as atenções não ficaram voltadas apenas aos cavalos, as grandes estrelas destas corridas, e sim àqueles que os conduzem, os jockeys, mais especificamente em um deles.

Tudo começou no Kentucky Derby, a primeiras e mais importante das três provas, Mine That Bird, que era um verdadeiro azarão, venceu de forma surpreendente, e em seu dorso quem o levou à glória foi o entusiasmado Calvin Borel, um jockey carismático que passou a ser o centro das atenções no Estados Unidos, as circunstâncias não o deixaram montar Bird novamente no Preakness Stakes, sorte de Rachel Alexandra.

Borel fez a diferença e depois de muito tempo uma égua triunfou na segunda prova da Triple Crown, Mine That Bird ficou em segundo lugar e Borel ficou perto de uma conquista inédita na história, poder ser o primeiro jockey à conseguir a tríplice coroa montando pelo menos dois cavalos diferentes, feito que nunca foi conseguido nem por donos ou treinadores dos tão bem cuidados animais que fazem esse esporte, mas o sonho terminou neste sábado.

Calvin Borel estava novamente em cima do surpreendente Mine That Bird, em um belo final de tarde na cidade de Nova York, muita expectativa e toda a torcida ao seu lado, mas o que ele não esperava era outro pássaro em seu caminho, um pássaro do verão, Summer Bird surgiu voando de forma surpreendente e venceu o Belmont Stakes, montado por Kent Desormeaux, que estava no comando de Brown no ano passado a voltou a triunfar, acabando com o grande sonho de Borel. (Foto: Al Belo/Getty Images)

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Goleada e fim de um tabu

18:04 Net Esportes 0 Comments

Após os 30min do segundo tempo, muitos dos 50 mil torcedores que lotaram o estádio Centenário, em Montevidéu, já estavam indo embora, enquanto isso o Uruguai ainda pressionava o Brasil e perdia gols incríveis, parando na trave e principalmente nas grandes defesas do 'paredão' Júlio César, isso quando a sorte não dava as caras e fazia a bola ir para fora de maneiras impressionantes, naquela altura do jogo o placar já estava definido, 4 a 0 para os visitantes.

A goleada foi de certa forma muito inesperada para o Brasil que adotava até um discurso de conseguir ao menos um empate, fora isso carregava consigo a sina de não conseguir derrotar o rival da final da Copa de 1950 em seu país há 33 anos, sendo que o último triunfo por lá havia sido um sofrido 2 a 1 no ano de 1976, fazendo com que qualquer 1 a 0 já fosse goleada, mas o Brasil entrou com vontade, e acabou fazendo muito mais do que isso.

Na declaração dos jogadores ao final do jogo ficou claro o que pediu o técino Dunga, mais pegada, que se resume em mais raça, mais vontade, algo que os uruguaios discursavam ter muito mais do que o Brasil antes de partida, os mesmos no entanto reconheciam que a Seleção Brasileira tinha mais técnica, assim o pedido de Dunga unindo essas duas coisas resultaria no bom resultado, talvez até na vitória, mas o que acabou ocorrendo foi mais do que isso, foi uma inesperada e agradável goleada.

O Brasil chegou à liderança provisória das Eliminatórias para a Copa 2010, mas aquele que pode lhe tirar a posição é justamente o próximo adversário, o Paraguai, de quem o Brasil perdeu jogando fora de casa, e que pode impedi-lo de conseguir duas vitórias seguidas pela primeira vez na disputa, mostrando porque é a melhor equipe sulamericana hoje, porém se houver a mesma pegada aliada à melhor técnica, o Brasil enfim fará o que todos os seus torcedores querem e torcem, e chegará assim com muita força na Copa das Confederações. (Foto: Miguel Rojo/AFP)

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O trauma da grande final

11:31 Net Esportes 0 Comments

Ela se benzeu assim que o jogo acabou e na hora da premiação, respirou fundo durante o hino de seu país e provou que estava emocionada com o momento, mas durante todo o tempo manteve a expressão fechada, séria, quase sem esboçar qualquer sorriso, o discurso foi rápido e nem parecia que Svetlana Kuznetsova era a mais nova campeão da Roland Garros, pior para sua última adversária, Dinara Safina, que apenas chorava por não acreditar que perdeu novamente em uma final tão importante.

Por diversas circunstâncias, como por exemplo a aposentadoria da belga Justine Henin, a contusão da russa Maria Sharapova e os altos e baixos da norte-americana Serena Williams, Safina se tornou no final do mês de abril a mais nova número um do mundo, porém carregava consigo a imagem e a sina de nunca ter conquistado um torneio da série Grand Slam, sendo que havia perdido a final francesa em 2008 para Ana Ivanocic e também na final do Aberto da Austrália neste ano para Serena.

A chance de superar então esse verdadeiro trauma da grande final veio novamente no saibro de Paris, com uma grande campanha até a decisão onde só havia perdido um set, tinha muita concentração, esperança e grande expectativa, mas do outro lado da rede estava uma compatriota muito disposta a acabar com o seu sonho, manter o seu calvário e impedi-la de levar a primeira taça de um Grand Slam na carreira, vitória contundente por 2 sets a 0, com parciais de 6-4 e 6-2.

"Kuzy", como é conhecida Svetlana Kuznetsova no circuito internacional de tênis feminino, faturou o carismático Torneio de Roland Garros pela primeira vez em sua carreira, sendo que este foi o seu segundo Grand Slam já que havia vencido o US Open em 2004 quando tinha apenas 19 anos de idade, deve agora melhorar sua posição no ranking WTA mesmo que ainda esteja muito longe de ser número um, porém podendo se gabar de pelo menos ter ganho dois títulos de Grand Slam, algo que Safina mostrou estar totalmente acostumada a não fazer. (Foto: Bertrand Guay/AFP)

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Histórias do Ciclismo V

09:20 Net Esportes 2 Comments

Ele se dedicava à uma corrida de ciclismo como um animal agarra sua presa, assim foi durante algum tempo o motivo pelo qual pensaram que o francês Bernard Hinault era chamado de “Pequeno Texugo”, mas o mesmo fez questão de esclarecer mais tarde em uma entrevista que o termo "Texugo" era usado pelos praticantes deste esporte quando diziam algo do tipo "Como vai, texugo?", que significaria "Como vai, cavalo?".

De fato a explicação não ficou muito longe da dedução, pois Hinault era um verdadeiro cavalo que como um animal feroz agarrava sua presa, ou as competições, de forma extremamente feroz, pois não foi à toa que conseguiu mais de 200 vitórias em sua carreira que durou entre os anos de 1975 e 1986, onde conseguiu entrar para o seleto grupo de vencedores das três maiores provas do ciclismo mundial, o Tour de France, o Giro d´Itália e a Vuelta da Espanha.

De início ele foi aconselhado a não participar do Tour em 1977 pois necessitava de mais experiência, talvez não, pois em 1978 ele participou e foi o campeão, feito que repetiu já no ano seguinte, problemas no joelho o tiraram da prova em 1980 mas voltou em 1981 e 1982 para outro bicampeonato, a história poderia ter sido ainda muito maior se não fosse o problema no joelho, fora em 1983 ele foi vice em 1984, e conseguiu o quinto título em 1985.

Em 1986 Hinault declarou que ia ajudar o amigo Greg LeMond, mas resolveu correr pra vencer e viu o companheiro lutar muito pela vitória, o francês não era muito simpático no dia a dia, e não se importava muito com os fãs, mas foi um dos melhores ciclistas que já existiu, venceu além de cinco Tour´s, três Giro´s e duas Vuelta´s, se aposentou cedo, com pouco mais de 30 anos, e hoje continua atuando no mundo do ciclismo, onde ajuda na organização do Tour de France. (Foto: Arquivo)

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Mestre e novo mestre juntos

18:00 Net Esportes 2 Comments

O dia é de chuva, mas o público como sempre está presente, é uma quarta-feira ao invés da tradicional quinta, onde costumeiramente se inicia um torneio de golfe, mas com um atrativo que que faz ninguém se importar com qualquer tipo de tradição, eles vem caminhando e jogando juntos novamente depois de nove anos, de um lado o mestre inesquecível Jack Nickaus, do outro aquele que já pode ser chamado até de novo mestre, Tiger Woods.

A idade não o impede de dar suas tacadas, 69 anos e o mesmo vigor de sempre, que o levou a conquista de 113 títulos em toda sua carreira, sendo 73 do PGA Tour, e nada menos que 18 Majors, que são os maiores torneios de golfe de cada ano, seu desempenho no primeiro dia é muito bom, levando em consideração as circunstâncias, e mais do que isso um atrativo a mais para o torcedor que pode vê-lo e ver também o número um do mundo.

A idade é bem menor, 33 anos, mas a história já é enorme, Woods segue os passos de Nickaus literalmente, possui 90 títulos na carreira, sendo 66 do PGA e 14 Majors, ainda falta um pouquinho para alcançar o mestre, mas tão mestre quanto o veterano ele já é, sorte de quem pode acompanhar essa dupla no The Memorial Tournament em Dublin, Ohio, e azar de quem não conseguir vencer, pois ou um vai avançar um pouco mais nas conquistas ou o outro vai diminuir a distância, sem descartar é claro a chance de por enquanto permanecer tudo como está. (Foto: Scott Halleran/Getty Images)

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A maior chance de todas

10:53 Net Esportes 6 Comments

Tommy Haas não é um jogador qualquer, em Roland Garros nunca passou das oitavas-de-final mas já foi semifinalista na Austrália três vezes e quadrifinalista no US Open em outras três oportunidades, tem 11 títulos no currículo e já foi até número 2 do mundo em 2002, porém os bons tempos ficaram para trás, hoje já é considerado um veterano, mas um veterano disposto a dar muito trabalho para um certo suiço, que sorriu mais no dia que não jogou.

Perder os dois primeiros sets do jogo válido pelas oitavas-de-final de Roland Garros certamente estavam bem longes de qualquer planejamento de Roger Federer, mas Hass estava realmente disposto a ir mais longe do que jamais foi no saibro de Paris, mas apenas isso, pois o ex-número um do mundo se recuperou totalmente aplicando até um 6-0 no quarto set, venceu de virada por 3 a 2 e manteve viva a maior chance de todas que já teve neste Grand Slam.

O sonho e a esperança se renovam a cada ano, neste até mais do que nos outros talvez, pois todos sabem que o objetivo do tenista suiço é igualar o número de Grand Slam do norte-americano Pete Sampras, além de conseguir o que o este jamais obteve, o título em Roland Garros, que lhe daria conquistas nos quatro grandes torneios de tênis do mundo, feito obtido apenas por Don Budge, Fred Perry, Rod Laver, Andre Agassi e Roy Emerson, sendo que desta vez seu caminho está livre.

Houveram outras chances para Federer, finalista dos últimos três anos, mas sempre parou naquele que até ontem era o "Rei de Roland Garros", Rafael Nadal, que jamais em sua carreira havia perdido neste torneio, que jamais havia perdido mais de um set no mesmo jogo, mas esse dia de revés chegou, ele caiu diante de um sueco desconhecido, disse adeus mais cedo que qualquer um, incluindo Roger Feder, poderiam imaginar e abriu caminho para o suiço, que sem dúvida deve ter ainda três jogos muito difíceis pela frente, mas que tem disparado uma oportunidade de ser campeão que jamais teve antes. (Foto: Patrick Kovarick/AFP)

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