Campeões 2020: Joey Chestnut

A competição de comer cachorros-quentes deste ano mudou um pouco por cauda da Pandemia de COVID-19 que assola o mundo todo. O tradicional local do lado de fora do restaurante Nathan´s Famous, com seu escaldante calor sempre acima dos 30 graus, mudou para um aconchegante local fechado com ar condicionado. Não havia mais o público entusiasmado, apenas os competidores esfomeados. Os juízes ficaram afastados e protegidos, e nem as belas garotas com as placas de contagens estavam presentes. Cada comedor competitivo ficava no seu espaço, com uma proteção de acrílico em cada lado. Os cachorros-quentes chegavam em bandejas aos poucos, e para Joey Chestnut dez em cada prato era muito pouco.

A competição nem parece a mesma, mas Chestnut continua o mesmo. O devorador de cachorros-quentes ataca novamente. No começo do ano, em sua própria casa, ele pediu por Delivery e comeu nada mesmo que 32 big mac´s do McDonald´s em apenas 38 minutos. Com as mudanças ele já previa que iria estabelecer um novo recorde mundial para cachorros-quentes, restando apenas saber qual seria essa nova marca. É difícil até imaginar que sua primeira vitória mal passava de 60 unidades quando a disputa era de 12 minutos. Agora em 10 minutos ele faz muito mais do que isso.

Nos últimos segundos ele se esforça ainda mais. As salsichas entram em sua boca de duas em duas, o pão é encharcado no refrigerante e desce de uma vez só até seus estômago triturador de comida. Se tudo estiver dentro da boca até o final do tempo está valendo, e assim ele consegue a incrível nova marca. Joey Chestnut comeu 75 cachorros-quentes e superou os 74 que havia comido em 2018. O segundo colocado mal chega nos 40 e perderia até para a vencedora da competição feminina que comeu 45 unidades.

Campeões 2020: Liverpool

Em 2019 o Liverpool ganhou a Champions League e o Mundial de Clubes da FIFA, onde superou um badalado Flamengo na grande decisão. Em nenhuma dessas duas oportunidades destacamos aqui neste blog estes dois feitos extremamente grandiosos. Tanto a Champions quanto o Mundial de Clubes fazem parte do nosso calendário esportivo anual e possuem potencial para elevar seus campeões à destaques do ano, mas a forma como tudo ocorreu não teve força suficiente diante de outros acontecimentos daquele ano. Se o Flamengo fosse o campeão do Mundial talvez tudo fosse diferente. Agora, passado algum tempo, o Liverpool enfim ganha o seu merecido destaque, pois conseguiram um título que não vinha havia 30 anos.

Um título de campeonato inglês nem se compara à uma Champions League ou um Mundial de Clubes, mas para um time que não conseguia ser campeão desde 1990 a comparação não é tão simples assim. No final do ano passado foi até cogitado que o Liverpool iria para a final do Mundial com um time misto ou reserva, para não prejudicar a sua campanha na Premier League. No primeiro jogo contra o Monterrey, do México, Firmino e Alexander-Arnold começaram no banco. Todo o cuidado com as grandes estrelas era pouco, afinal 30 anos não são 30 dias. Havia um objetivo maior, uma meta que parecia uma rotina, mas que depois de 1990 se tornou uma raridade.

Depois que o técnico Jürgen Klopp chegou em 2015 as coisas foram mudando aos poucos. Grandes jogadores como Keita, Mané e Salah começaram a fazer uma diferença ímpar nas partidas. Na temporada do ano passado faltou muito pouco, apenas um ponto separando a equipe do Manchester City e da glória maior. Mas em 2020 isso teria que mudar, e finalmente mudou. Não importou nem a grande parada por causa da Pandemia de Coronavírus, não teve problema que os estádios estavam vazios sem os tão fervorosos e incentivadores torcedores. O Reds pintou a cidade dos Beatles de vermelho novamente, depois de longos e intermináveis 30 anos, para aquele que talvez possa ter sido um dos dez maiores feitos esportivos do ano de 2020.

Campeões 2020: Tiz the Law

A Times Square está vazia, assim como a Quinta Avenida. Ninguém está nas ruas, com medo do novo coronavírus. A pandemia de Covid-19 entrou para a história da humanidade, e mudou muitas realidades. O dia 6 de junho ficou para trás, não teve corrida de cavalos no Belmont Park. Seria naquele dia a terceira e última etapa da Tríplice Coroa, mas sem Kentucky Derby e sem Preakness Stakes o tríplice coroado nem poderia ser conhecido mesmo que tivesse corrido. A nova data nem demorou muito para ser reagendada, foi no mesmo mês que a data original, com apenas duas semanas de diferença. Mas o dia 20 de junho foi histórico para o Belmont Stakes, com suas arquibancadas completamente vazias, sem público para assistir uma das maiores corridas de cavalo do mundo. De qualquer forma os cavalos foram liberados para a disputa e um deles acatou e definiu, essa é a lei.

Arquibancadas vazias não foram as únicas coisas atípicas em Belmont Park neste sábado histórico. Havia distanciamento social e havia também mudanças na distância da corrida. Acostumada a um percurso mais longo, o Belmont teve que ser reduzido neste ano atípico. A largada aconteceu na reta oposta e os cavalos fizeram apenas duas curvas. Antes da primeira delas Tap it to win parecia que levaria apenas mais um toque para vencer, mas aos poucos ele foi ficando para trás e pagando o preço de liderar desde o começo. A partir da última curva um outro cavalo foi ganhando fôlego e mostrando quem era o dono da pista neste grande dia. Tiz the Law determinou, essa era a lei.

Com uma arrancada final fulminante ele levou o narrado oficial ao delírio. Sozinho em sua cabine ele gritava e vibrava longe de tudo e longe de todos. Desde 1882 um cavalo criado em Nova York não vencia em sua adorada casa. Barclay Tagg, por sua vez, tornou-se o treinador mais velho a vencer o Belmont com seus 82 anos de idade. Distanciamento social, máscara e muito álcool gel, essa é a nova lei para enfrentar o novo coronavírus e evitar a covid-19. Tiz the Law também é a nova lei nas corridas de cavalos, o novo grande nome para o restante da temporada que ainda vai demorar muito para ocorrer e que, desta vez, começou onde normalmente termina.

Dez maiores recordes de sequência

Em maio de 2011 publicamos aqui neste blog aquele que é até hoje a postagem mais acessada de nossa história. Houve alguma polêmica, talvez pelo título do texto que era "Os dez recordes inquebráveis". O correto deveria ter sido "Dez maiores recordes de sequência", como estamos fazendo agora após nove anos. O primeiro motivo é que existem incontáveis recordes no mundo dos esportes, e o outro é que naquela lista original tivemos um recorde que acabou sendo quebrado já no ano seguinte da publicação, ou seja, não era tão inquebrável assim apesar de ter durado mais de 50 anos. Fora isso queremos também fazer algumas citações como menções honrosas, indicado por alguns leitores que fizeram comentários.

Antes de iniciar a lista ressaltamos que é um top dez dos maiores recordes mundiais conseguidos com algum tipo de sequência grandiosa, ou seja algo feito de forma consecutiva. Isso significa que não tem 1000 gols de Pelé ou medalhas de ouro de Michael Phelps. São recordes que talvez nunca sejam superados ou que demore longos anos para isso acontecer novamente.

Recordes sequência

Martina Navratilova
Venceu 74 partidas consecutivas no tênis
Martina Navratilova se consolidou como uma das maiores tenistas de todos os tempos. Ela conseguiu nada a menos do que 74 triunfos seguidos em 1984, período em que venceu 13 competições incluindo três Grand Slam. A jogadora só foi superada na semifinal do Aberto da Austrália. É seguida de perto apenas por Steffi Graf que conseguiu 66 vitórias seguidas. Além disso ela conseguiu em 17 anos consecutivos (1974 - 1990) vencer pelo menos um título de Grand Slam em cada ano, com um total de 53 Grand Slams durante esse período. Esses 53 Grand Slams vieram de competições de simples, duplas e duplas mistas. Navratilova é um dos tenistas mais versáteis que já pisou em uma quadra de tênis, e essa marca apenas reafirma isso. Navratilova conquistou 18 títulos de Grand Slam em simples durante a sua carreira, 31 campeonatos de duplas e 10 Grand Slams de duplas mistas.

Drew Brees
54 jogos consecutivos com passe para touchdown na NFL
O atual quarterback do New Orleans Saints detém o recorde de 54 jogos consecutivos com pelo menos um passe de touchdown. Essa marca incrível pertenceu a Johnny Unidas (que estava na lista original feita aqui) até o dia 7 de outubro de 2012, quando Brees quebrou o feito que durava inacreditáveis 52 anos. Drew Brees jogou um passe de touchdown em 54 jogos seguidos, o que significa que ele jogou pelo menos um passe de TD por três temporadas seguidas, já que o número de jogos da NFL por ano é de no mínimo 17. Desde que Brees quebrou o recorde, outros dois quarterbacks se juntaram a ele deixando o grande Unitas um pouco mais para trás: Peyton Manning (51 jogos) e Tom Brady (52 jogos). A quinta marca ainda é de Brees com 45.

Éric Gagné
84 jogos consecutivos salvos na MLB
Deste recorde Mariano Rivera deve ter muita inveja. Por incrível que possa parecer o "save" não era registrado como estatística no beisebol da MLB, logo esse esporte que consegue mostrar com precisão vários números do começo do século passado. Assim restou a Éric Gagné, jogador que começou sua carreira no Los Angeles Dodgers em 1999, conseguir entre os anos de 2002 e 2004 a marca de 84 jogos seguidos salvos, ou seja, entrar para arremessar e garantir a vitórias da sua equipe. Perto dele só Tom Goron com 54. No beisebol "salvar" um jogo significa que o arremessador entra apenas para eliminar três jogadores do time adversário quando sua equipe está com a vantagem no placar encerrando assim a partida e garantindo a vitória.

Edwin Moses
122 vitórias consecutivas no atletismo
Ele começou sua carreira no 110 metros com barreiras, 400 metros e revezamento 4 x 100, mas foi nos 400m com barreiras que Edwin Moses conseguiu um dos feitos mais impressionantes do esporte. Em dez anos ele conseguiu nada a menos do que 122 vitórias seguidas, incluindo 107 finais. Ninguém ganhou tantas corridas de pista em sequência na história quanto Moses. A dura derrota após nove anos, nove meses e nove dias veio em 1987, quando foi superado pelo colega americano Danny Harris. Ele era simplesmente imbatível. Nas Olimpíadas de Montreal de 1976, antes mesmo de começar a série, ele estabeleceu um recorde mundial. O verão após seu primeiro ouro olímpico foi a última vez que ele perdeu em dez anos, e ele estabeleceu mais alguns recordes no caminho. A derrota para Danny Harris foi por uma diferença de apenas 0,11 segundos. Depois de Edwin Moses aparece outro grande nome do atletismo, Carl Lewis, com 65 vitórias seguidas.

Julio Cesar Chavez
87 vitórias consecutivas no boxe
Hoje vemos Floyd Mayweather Jr. com 50 vitórias seguidas no boxe, incluindo vitórias contra Manny Pacquiao e Conor Mcgregor. Nos pesos pesados o lendário Rocky Marciano conseguiu 49 vitórias seguidas sem nenhuma derrota, com o detalhe que era peso pesado. Mesmo assim a maior sequência de vitórias no boxe vai muito além disso, ela pertence a Julio Cesar Chavez, que entre 1980 e 1993 conseguiu a incrível sequência de 87 vitórias consecutivas até o empate com Pernell Whitaker. Depois disso ainda ganhou outras duas e finalmente foi superado Frankie Randall em 1994, lutador que ele derrubou na luta seguinte. Cesar Chavez foi um dos pugilistas mais versáteis e duráveis da história do esporte, o que é notável, considerando que todo o esporte é baseado em golpes fortes e resistência incrível. Chavez encerrou a carreira com 107 vitórias, 89 nocautes, seis derrotas e dois empates.

Jerry Rice
274 jogos consecutivos com uma ou mais recepção na NFL
Qualquer um dos recordes anteriores dificilmente será quebrado, mas o de Jerry Rice certamente nunca será superado. Drew Bress iria gostar muito de jogar com Jerry Rice, pois de 1985 até 2004 ele jamais passou um jogo sequer sem pelo menos receber um passe, sem fazer ao menos uma recepção em um jogo que atuou. Quando o Oakland Raiders perdeu para o Buffalo Bills no dia 19 de setembro de 2004 e o mundo viu Jerry Rice passar em branco e mal podiam acreditar, a sequência mágica de 274 jogos seguidos fazendo uma recepção estava terminada, após 19 anos, mas com certeza que ninguém vai conseguir superar, mesmo porque o mais próximo que chegaram foi 160. Rice se aposentou em 2005 com a camisa do Broncos. Ele ganhou três títulos de Super Bowl e foi eleito MVP em um deles.

Wayne Gretzky
51 jogos consecutivos marcando gol na NHL
Ele foi reverenciado até no seriado "Todo Mundo Odeia o Chris", onde seu nome Gretzky foi escrito errado na camisa do irmão de Chris. Tudo porque Wayne Gretzky foi sem dúvida alguma um dos maiores jogadores na história do Hóquei no Gelo da NHL, e não é por menos, já que entre os anos de 1984 e 1985 conseguiu a impressionante sequência de 51 jogos consecutivos marcando pelo menos um gol em cada partida, na verdade um ponto, já que o gol nesse esporte é chamado de Score pelos americanos. Por volta do anos de 2010, Sidney Crosby, um dos melhores jogadores da era recente, conseguiu 25 jogos seguidos, e próximo de Gretzky só Mario Lemieux que conseguiu a façanha por 46 partidas seguidas. Gretzky também é o jogador com mais gols na carreira, um total que chega a 894.

Byron Nelson
11 títulos consecutivos no PGA
O golfe vive dias diferentes do que se viu a pouco tempo atrás, principalmente porque o melhor jogador de todos os tempos ficou um período sem ganhar títulos. Tiger Woods tem inúmeras vitórias no currículo, ainda busca o recorde de 18 Majors conseguido por Jack Nicklaus, mas certamente jamais vai superar uma outra marca histórica obtida por Byron Nelson em 1945. O jogador pode até ter aproveitado o período fraco devido à Segunda Guerra Mundial, as ausências de Snead e Ben Hogan e outros fatores, mas isso pouco importa para ele, pois sua sequência de 11 títulos seguidos em 11 torneios do PGA jamais foi superada até hoje, para se ter uma ideia Woods conseguiu seis e depois sete títulos seguidos, e isso foi quando ele ganhava muito, algo que hoje em dia já não acontece mais com tanta frequência, principalmente porque ele já está com 44 anos de idade (2020).

Cal Ripken
2362 jogos consecutivos na MLB
Uma esperança para que um dia as marcas citadas até aqui sejam quebradas é o recorde de Cal Ripken. O jogador de beisebol conseguiu entre os anos de 1982 e 1998 a incrível marca de atuar em nada a menos do que 2632 jogos consecutivos, é a maior marca da história, que acabou superando a marca de um lendário jogador do Yankees, Lou Gehrig, o atleta que havia feito 2130 jogos seguidos por sua equipe. Para se ter uma ideia Gehrig é o único jogador com mais da metade dos jogos conseguidos por Ripken, depois deles só aparece Everett Scott com 1307, ou seja, dessa vez parece mesmo que esse recorde jamais será quebrado novamente. Ripken jogou a vida todo no Baltimore Orioles e encerrou sua carreira em 2001.

Joe DiMaggio
56 jogos seguidos com rebatida na MLB
Para finalizar as maiores sequências esportivas e inquebráveis da história, o recorde de conseguir pelo menos uma rebatida válida durante 56 jogos seguidos obtido pelo lendário e épico Joe DiMaggio no beisebol da MLB. O New York Yankees jamais esquecerá de um dos seus maiores jogadores, um jogador que conseguiu essa marca com algum tipo de sorte segundo constataram os especialistas, já que foram feitas simulações e mesmo o próprio Joe DiMaggio levaria 18519 anos para fazer o que fez novamente. Mesmo assim a história fala o contrário, porque depois que a sequência de 56 partidas seguidas rebatendo foi quebrada, DiMaggio ficou apenas um jogo sem rebater, conseguindo voltar à sua rotina em seguida por mais 16 jogos. Próximo dele só Pete Rose em 1978, com 44 jogos seguidos e Willie Keeler, que fez 45, sendo 44 na mesma temporada.

Menções honrosas

Anderson Silva - 16 vitórias consecutivas no UFC
Brett Favre - 297 partidas consecutivas como titular na NFL
Richard Petty - venceu 10 corridas consecutivas da NASCAR
Kelly Slater - 5 títulos mundiais consecutivos de surfe
Yasuhiro Yamashita - 203 lutas de judô consecutivas sem perder (7 empates)

Maiores salários do esporte em 2020

Saiu mais uma lista da revista Forbes com os atletas mais bem pagos do mundo. Todos os anos a curiosidade para saber quem ganhou mais dinheiro aguça o interesse dos fãs em todo o mundo. Neste ano a primeira posição poderá ser uma grande surpresa para a maioria das pessoas, mas existe uma verdade que este blog aqui nunca revelou e que, por causa da primeira posição deste ano, resolvemos detalhar. Não é um segredo e a Forbes sempre divulga, mas aqui somamos tudo e colocamos apenas o total ganho por cada um. Essa divisão está entre o salário de cada um propriamente dito e a publicidade. Muitos atletas ganham um pouco mais com propaganda e não apenas como atleta mesmo. E praticamente 90% do que Federer ganhou no último ano foi em publicidade, incrível!

1. Roger Federer
U$ 106,3 Milhões (publicidade: 100 M)
TÊNIS
Com 38 anos de idade, o tenista suíço Roger Federer vai surpreendendo a cada ano enquanto não se aposenta. No ano passado chegou na final do torneio de Wimbledon e, com quatro títulos menores, passou dos 100 na carreira. Mas o que tem mandado mesmo, ao contrário de qualquer outro na lista, é o que ele ganha com publicidade. É claro que se ele não estivesse mais jogando, talvez ganhasse menos com propaganda, mas a diferença é brutal. Federer segue firme, mas se não ganhar mais Grand Slam poderá ser superado por Nadal e Djokovic.

2. Cristiano Ronaldo
U$ 105 Milhões (publicidade: 45 M)
FUTEBOL
Muitos achavam que CR7 estava dando um tiro no pé ao sair do Real Madrid e ir para a Juventus, na Itália, mas parece que as coisas estão melhores do que nunca para o português. Cristiano Ronaldo manteve a mesma posição do ano passado, mas ultrapassou Messi que havia sido o primeiro colocado na ocasião. O título do Campeonato Italiano vaio mais uma vez para a "Velha Senhora", mas ainda falta um pouco mais, ainda falta o craque trazer para o país da bota a tão sonhada Champions que não vem desde 1996.

3. Lionel Messi
U$ 104 Milhões (publicidade: 32 M)
FUTEBOL
O argentino caiu de primeiro para terceiro. Levando em consideração que Federer passou ele e Cristiano, então o grande problema foi apenas ter ficado atrás do jogador português. Mas isso não quer dizer que Messi teve um ano ruim, pois o título espanhol com o Barcelona veio, o prêmio de melhor jogador do Mundo pela FIFA vaio mais uma vez e o único ponto negativo talvez tenha sido amargar o terceiro lugar na Copa América ao invés do primeiro, mas isso também não importa muito pois todos já estão acostumados com a Seleção da Argentina!

4. Neymar
U$ 95,5 Milhões (publicidade: 25 M)
FUTEBOL
O brasileiro Neymar segue com polêmicas dentro e fora dos gramados, mas segue firme entre os dez mais bem pagos depois que foi chegando aos poucos. Mesmo declarando que não queria mais jogar no PSG, ele continua por lá e continua ganhando o título francês. Na Copa América não esteve por lesão, e é difícil tentar imaginar o futuro do atleta. Certamente só sai de Paris se for para o Barça novamente, e se assim o fizer deverá continuar ganhando muito dinheiro.

5. LeBron James
U$ 88,2 Milhões (publicidade: 60 M)
BASQUETE
A mudança para o Los Angeles Lakes ainda não fez muito efeito para LeBron James. O ano de 2019 foi muito difícil, o time não conseguiu nem mesmo se classificar para os playoffs. Mas a conta bancária de LeBron não vem tendo muitos problemas, ele segue sendo muito bem pago e agora ocupa a quinta colocação no ranking. Com a chegada de Anthony Davis tudo deve melhorar para o Lakers e quem sabe ele consiga mais dinheiro também.

6. Stephen Curry
U$ 74,4 Milhões (publicidade: 44 M)
BASQUETE
O título não veio desta vez para Curry que viu o Toronto Raptors ser campeão pela primeira vez, mas Curry mereceu estar entre os dez mais bem pagos porque carregou o time nas costas praticamente sozinho depois que Kevin Durant se lesionou. Mais uma final valeu à pena, pois depois disso ele também se machucou e o Golden viveria dias tristes com a última colocação na temporada 2020. Os bons tempos vão demorar para voltar ou talvez nunca mais retornem novamente.

7. Kevin Durant
U$ 63,9 Milhões (publicidade: 35 M)
BASQUETE
Kevin Durant deixou o Golden State Warriors na mão, mas o Golden não deixou de pagá-lo tão bem quanto ele mereça, apesar da lesão. Depois disso ele foi embora, assinou com o Brooklyn Nets, mas continua lesionado e ainda não pode jogar. O importante mesmo é que o dinheiro continue caindo na conta, pois quando voltar a atuar tudo pode acontecer e tudo poderá mudar para a vida do time mais jovem de Nova York. E se isso acontecer mesmo então Durant irá ganhar ainda mais dinheiro e poderá ter uma posição ainda melhor na lista.

8. Tiger Woods
U$ 62,3 Milhões (publicidade: 60 M)
GOLFE
Quem acha que Roger Federer está velho e passando da hora de se aposentar então não faz ideia da idade de Tiger Woods. O maior jogador de golfe da história tem 44 anos de idade, não pensa em parar e continua jogando como nunca. Em 2019 o mundo sorriu para ele novamente quando voltou a vencer um Major depois de mais de dez anos. Woods faturou o nostálgico Masters de Augusta e colocou o seu nome entre os maiores de todos os tempos mais uma vez. Quem sabe não venha mais um esse ano e quem sabe ele não volte ao topo da lista mais uma vez.

9. Kirk Cousins
U$ 60,5 Milhões (publicidade: 2,5 M)
FUTEBOL AMERICANO
Em um mundo de Tom Brady e Aaron Rodgers, fica difícil conseguir entender como Kirk Cousins pode aparecer em nono lugar na lista dos dez mais bem pagos do mundo. Ainda mais quando vemos uma situação completamente oposta a de Federer, ou seja, ele não ganhou quase nada com publicidade. É um desconhecido praticamente, mas o Minnesota Vikings resolveu tirá-lo do Washington Redskins em 2018 e pagá-lo muito bem. E é só por isso que ele está aqui entre os atletas mais bem pagos do planeta, pois vencer que é bom ainda não venceu nada.

10. Carson Wentz
U$ 59,1 Milhões (publicidade: 4 M)
FUTEBOL AMERICANO
Um caso que também surpreende é o de Carson Wentz. Ele é titular absoluto do Philadelphia Eagles, mas está sempre se lesionando. Quando o time venceu o Super Bowl em 2016 ele estava machucado e nem jogou, além disso viu o seu substituto ser eleito o MVP do jogo. Mas o Eagles resolveu mandar Nick Foles embora e manter Wentz com um excelente salário e uma esperança de que com ele a equipe possa voltar a ser campeã novamente.

Além da lista dos dez mais bem pagos, temos alguns destaques e surpresas no restante. Tyson Fury representa o Boxe na décima primeira posição, mas Conor McGregor já trás o MMA para a décima sexta posição, pena que anunciou a aposentadoria recentemente. Naomi Osaka, na posição 29, é a mais nova representante feminina mais bem paga do mundo. Ele deixou para trás Serena Williams que ficou na posição 33. Canelo Alvarez é o quarto boxeador a aparecer na lista, mas caiu para trigésimo depois de ter estado entre os dez no ano passado. Anthony Davis aparece em 44 lugar depois de ter ido para o Los Angeles Lakes, talvez melhore no ano que vem. Aaron Rodgers foi outro que estava entre os dez do ano passado e caiu para 45. Clayton Kershaw é o único representante do beisebol na posição 57.