De A-Rod a A-Fraud. Redenção ainda é possível?

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O filho de dominicanos que nasceu em Nova York e foi criado em Miami, se tornou ídolo e herói, mas foi do céu ao inferno quando a verdade veio à tona. Alex Rodriguez teve uma incrível carreira que lhe rendeu admiradores, namoradas famosas e muitos milhões de dólares, mas admitiu o uso de doping quando entrou na MLB e piorou ainda mais a sua situação que já não era das melhores. De A-Rod para A-Fraud, pedido de desculpas formal, suspensão de um ano da maior liga de beisebol do planeta e o pior de tudo, a idade avançando cada vez mais. O New York Yankees não se desfaz do seu camisa número 13, afinal de contas ainda restam dois anos de contrato.

Ele voltou a treinar dois dias antes e não vê a hora de voltar para o lineup do melhor time da história. Os números de sua carreira, agora manchados e eternamente vivendo sobre a sombra dos anabolizantes, são de dar inveja, porém não significa ter obtido glórias equivalentes. Quase 30% de aproveitamento no bastão, 1969 corridas impulsionadas e 1919 corridas anotadas. Só no All-Star Game ele esteve 14 vezes e o total de home runs é de 654. Se chegar a 660 ganha um bônus recheado de um dos patrocinadores. Nada mal para um dopado, mas falando em títulos da World Series as coisas não são tão maravilhosas. Ele foi campeão apenas uma vez em 2009.

Em julho Rodriguez completa 40 anos de idade. O Yankees não tem mais Derek Jeter e nem Mariano Rivera. Será que ainda existe tempo para uma redenção? Sob o glamour de Nova York, lembrando Tiger Woods quando traía a esposa com a Madonna, ou ainda quando se separou e virou pegador. Namorou beldades como Kate Hudson e Cameron Diaz, hoje sai com a diva da WWE Torrie Wilson. Dar a volta por cima não é fácil, às vezes algumas sombras o seguirão para sempre, assim como sempre ocorrerá com Lance Armstrong, mas as esperanças é que movem o homem. Quem sabe uma boa atuação limpo no fim da carreira possa mudar um pouco a imagem que deixou, isso é que iremos ver na próxima temporada da MLB.

Finalmente Mayweather Jr. contra Pacquiao

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Chegou a parecer mais impossível do que ver os irmãos Klitschko se enfrentando. Já faz cerca de seis anos quando as negociações pareciam que chegariam a um resultado esperado, mas o problema dos testes de doping acabaram cancelando tudo. Desde então o sonho de ver Floyd Mayweather Jr. enfrentando Manny Pacquiao se tornou um pesadelo sem fim. Uma das lutas mais aguardadas de todos os tempos, um duelo que facilmente poderia ser chamado de a "Luta do Século", um combate que reuniria dois dos maiores boxeadores dos meio-médios ligeiros de todos os tempos. Agora vai, mas será que não é tarde demais?

A atenção do mundo se voltará para Las Vegas no próximo dia 2 de maio. Ainda bem que é um luta de boxe e não um casamento em que se marca a data com mais de um ano de antecedência. Para um duelo como esse não precisa tantos preparativos, ou você nasceu pronto ou levou toda a sua vida para estar preparado. Principalmente se esse confronto já devesse ter acontecido a muitos anos atrás. Em uma época onde talvez ambos, com pouco mais de 30 anos de idade, pudessem estar muito melhor condicionados, para dar um maior espetáculo. Sem dúvida algo que poderia fazer a diferença, exceto talvez pelo simples fato que se fosse para esperar mais 20 anos para ver Mayweather Jr. contra Pacquiao, todo mundo esperaria.

Imaginemos se nunca tivessem lutado Muhammad Ali contra Joe Frazier? Mike Tyson contra Evander Holyfield? Imagina se fosse possível ver Vitali Klitschko contra Wladimir Klitschko? Não importa se o americano já está com 37 anos e o filipino 36. George Foreman será para sempre o exemplo da persistência. Agora o que será desse duelo ninguém sabe. Um empate seria terrível, uma decisão injusta dos juízes pior ainda. Uma revanche pode ou não ser interessante, mas talvez acabe acontecendo. Pacquiao poderá entrar para história como o único que derrubou Mayweather Jr., que por sua vez vai querer manter a invencibilidade e ficar ainda mais próximo do recorde do maior de todos Rocky Marciano.

Com proibição na F1, capacetes divertidos e especiais ganham ainda mais destaque na MotoGP

Categoria máxima do automobilismo veta troca de equipamento na temporada ao mesmo tempo em que motociclistas esbanjam criatividade na cabeça

Uma das poucas surpresas visíveis ao público a cada corrida da Fórmula 1 era a mudança no capacete dos pilotos, que investiam a cada etapa para homenagear, entre outras coisas, o país sede, uma data histórica, um ex-piloto como Lewis Hamilton chegou a fazer com Ayrton Senna, e até o título da Copa do Mundo de futebol enaltecido no ano passado por Nico Rosberg.

Apesar da atração, a variação do capacete a cada corrida está vetada na F1 na temporada 2015, segundo revelou a revista inglesa “Autosport”. A organização da categoria acredita que o piloto precisa criar uma identidade fixa e valorizar essa imagem perante o público, que teoricamente vai se acostumar a identificar os pilotos em razão do design do capacete.

Já que a F1 irá deixar órfão o fã dos grafismos ousados nos equipamentos de proteção, a dica é observar melhor os pilotos da MotoGP, que costumam abusar da criatividade nos capacetes cheios de tecnologia e muita arte, no qual um dos grandes destaques é do também rei do marketing e da pilotagem sobre duas rodas, Valentino Rossi. Confira abaixo alguns capacetes do italiano que já chamaram atenção na MotoGP nos últimos anos.
Além do talento na pilotagem, Rossi adora chamar atenção com desenhos no capacete
Crédito: Montagem sobre fotos de divulgação

All Star Game volta ao Madison Square Garden

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Todos já perceberam hoje em dia, o tempo parece estar passando mais rápido em nossas vidas atribuladas e corridas. O ano de 2015 está aí e já estamos praticamente em meados de fevereiro. Ao pensar, por exemplo, no ano de 1998, já faz tanto tempo e ao mesmo tempo parece que foi ontem. Lá se vão mais de 15 anos e com eles uma história esportiva digna de ser relembrada e nostalgicamente contemplada. O All Star Game da NBA, o famoso jogo das estrelas do basquete americano, viveu um dia de sonhos na cidade dos sonhos de Nova York.

Acreditem ou não, foi uma noite mágica. No vestiário do Leste entra Magic Johnson. Não, ele não vai jogar, ele está de terno e gravata, mas quem ele faz questão de cumprimentar e dar um abraço sincero? Sim, o próprio, Michael Jordan. Em seu último ano pelo Chicago Bulls, até então o seu último ano na NBA, antes de decidir voltar e jogar no Wizards. O Leste ainda tem Grant Hill, Dikembe Mutombo, Reggie Miller e Antoine Walker, mas o Oeste também está forte.

Tim Duncan faz sua estreia e com David Robinson formam as Torres Gêmeas. Naquele ano o World Trade Center ainda estava de pé e ninguém imaginava que o pior poderia acontecer. Kevin Garnett também foi selecionado, afinal na época ele ainda era do Wolves. Também tem Karl Malone e só ficava melhor com Shaquille O'Neal. Só o Lakers tinha quatro jogadores, mas todos estavam ansiosos mesmo com a estreia de outro jovem, o mais jovem em um All Star: Kobe Bryant.

Michael Jordan e Kobe Bryant subindo juntos para a disputa de primeira posse de bola do jogo das estrelas da NBA. Épico, sensacional, histórico e marcante em um passado que vai ficando cada vez mais para trás e ao mesmo tempo parece tão próximo e tão recente. Em uma época onde ainda usavam os uniformes dos times, onde Jordan foi MVP e deu aula com a massacrante vitória do Leste em um lugar onde as histórias ficam para sempre marcadas e, onde as novas sempre podem ser contadas. No Madison Square Garden, o palco do All Star Game de 1998 e de 2015 também.