Quem acompanha a NBA um pouco mais de perto deve se lembrar muito bem das finais de 2012. Foi o segundo de quatro anos seguidos que o Miami Heat com LeBron James chegou à grande decisão do melhor basquete do mundo. Na ocasião eles vinham de uma derrota para o Dallas Mavericks e não iriam perder a chance novamente. Mesmo assim a equipe que eles enfrentaram naquele ano, o Oklahoma City Thunder, chamou muito a atenção de todos e surpreendeu por ter chegado na decisão daquele ano. Aqui no Net Esportes houve até uma previsão de que poderia ter sido o vislumbre do início de uma dinastia, mas a equipe foi desfeita e nunca mais conseguiu ter uma chance como aquela novamente.
Hoje, cerca de oito anos depois daquele ano histórico para o time, vamos relembrar de alguns dos principais jogadores e ver o que aconteceu com eles na sequência de suas carreiras, podendo desta forma imaginar como teria sido o futuro o OKC se aquela grande formação tivesse continuado firme para a alegria de seus torcedores. O time já foi campeão em 1979 depois de ter perdido a final de 1928. Na época eles eram chamados de Seattle SuperSonics e estiveram na final mais uma vez em 1996 quando também perderam. Apenas um título e três outras chances, sendo uma delas a de 2012 quando já haviam mudado de cidade e de nome, ocorridos em 2008. Foi a grande chance com grandes jogadores, eles seguiram seu destino, e alguns deles alcançaram o que "aquele" OKC de 2012 queria ter alcançado.
Kevin Durant
Provavelmente o maior jogador daquele elenco. Kevin Durant foi a segunda escolha no Draft de 2007, sendo que o primeiro daquele ano, Greg Oden, foi um jogador sem muito sucesso. Azar do Portland Trail Blazers que o selecionou. Durant chegou então na equipe quando eles ainda eram chamados de Seattle SuperSonics, em um ano tudo mudou. Depois do grande momento em 2012, ele ainda ficou na equipe até 2016, porém sem alcançar a decisão novamente. Em seguida encontrou o seu caminho, foi para o Golden State Warriors, time que já tinha sido campeão, mas que já tinha perdido uma final também. Ele simplesmente fez a diferença ao chegar lá, conseguindo ganhar dois títulos seguidos e ser MVP das duas finais. Em 2019 se machucou, o Golden sem ele foi derrotado e ele partiu para o Brooklyn Nets sem fazer a sua estreia ainda por estar em recuperação. Com 31 anos de idade ele ainda tem muito história para escrever na NBA.
Serge Ibaka
Dos cinco principais jogadores daquele OKC, natural do Congo, talvez fosse o menos importante de todos. Ele foi escolhido na posição 24 pelo Sonics no Draft de 2008, mas foi um dos dois tiros certos que o time havia dado na primeira rodada daquele Draft. Ele foi essencial no complemento da equipe de estrelas, e ficou no time até 2016. Após uma passagem pelo Orlando Magic, Ibaka chegou então o Toronto Raptors e, por uma união de circunstância favoráveis, incluindo a ida de Kawhi Leonard ao Canadá por uma breve temporada, ele conseguiu alcançar a maior glória de sua carreira e a maior conquista que o Toronto Raptors poderia sonhar em toda sua história, o título de campeão da NBA em 2019 que veio graças a um Gonden State desgastado e totalmente desfalcado pela frente. Talvez um dia como esse volte a se repetir, mas se não acontecer ele já está ao lado de Durant como os dois únicos que foram campeões depois de sair daquele OKC de 2012.
James Harden
Conhecido hoje como "O Barba", James Harden foi o primeiro jogador a "afundar" o OKC pois ele saiu do time já em 2012. Harden é apenas um ano mais novo que Durant, mas foi draftado apenas em 2009 como terceira escolha da rodada um. Naquele ano a escolha número um foi Blake Griffin, um grande jogador atualmente, mas a escolha do dois foi Hasheem Thabeet, da Tanzânia, que não teve muito sucesso. Azar do Memphis Grizzlies. Harden então seguiu para o Houston Rockets, para ser protagonista sozinho lá, e foi mesmo. Foi MVP de 2018, brilhou, liderou em pontos, comandou o time, fez de tudo, porém nunca mais na carreira conseguiu chegar na decisão, tenho ganhando somente os títulos de Divisão em 2015, 2018 e 2019. Talvez falte um pouco mais de investimento do time em grandes jogadores ou humildade para saber que apenas uma grande estrela não é suficiente.
Russell Westbrook
Talvez por ver que todos estavam seguindo seu caminho aos poucos, Russell Westbrook resolveu ficar por mais tempo no Oklahoma City Thunder. Ele teve então a chance de ser a grande estrela do time e foi exatamente o que aconteceu. Foi apenas a quarta escolha da primeira rodada do Draft de 2008, mas de certa forma seu caminho talvez tenha sido muito melhor do que foi o de Derrick Rose. Por três Drafts seguidos o time acertava, sendo dois tiros certos em 2008 com Ibaka. Westbrook foi MVP da temporada em 2017, mas a vida depois de 2012 foi sempre nadar e morrer na praia. Em 2019 resolveu então mudar e partiu para o Houston Rockets na tentativa de reeditar a dupla com James Harden, pode ser que de certo, pode ser que não. De qualquer forma os dois ainda são relativamente jovens e tem muita lenha para queimar, podendo quem sabe serem campeões juntos da mesma forma que já poderiam ter sido naquele saudoso ano de 2012 onde estiveram em uma final pela única em suas carreiras até hoje (escrito em abril de 2020).
Kendrick Perkins
Dos cinco principais jogadores daquele ano o Kendrick Perkins é o único não draftado pelo Seattle/Oklahoma. Ele só chegou lá em 2011, já carregava consigo uma grande experiência e até mesmo um título de campeão com o Boston Celtics em 2008. Podemos até dizer que ele tenha sido uma peça chave e fundamental para alcançarem o sucesso que não conseguiram manter. Da parte dele houve até um esforço, ficou até 2015, mas então partiu para se aventurar em diversas outras equipes, incluindo o Cleveland Cavaliers e o New Orleans Pelicans, nunca mais conseguiu levantar o caneco outra vez. Aos 35 anos ele não está aposentado oficialmente, mas em 2019 já não fazia parte do elenco de nenhum time.
O dia do fim chegou. Aos 32 anos de idade a tenista russa Maria Sharapova anunciou sua aposentadoria das quadras. Em uma carreira de altos e baixos ela conquistou os quatro títulos de Grand slam, foi suspensa por doping, teve sua pena reduzida, foi menosprezada por algumas adversárias e idolatrada por outras. Algumas reclamavam de seus gritos quando rebatia a bola, outras gritavam tanto quanto ou mais alto. Sharapova teve derrotas duras, se tornou a vítima preferida de Serena Williams, mas também brilhou com conquistas que muitas outras não chegaram nem perto. Seu jogo era grande, mas sua beleza encantadora era maior ainda. Ganhou dinheiro fora das quadras também, como modelo e empresária. Também doou bastante para ajudar quem precisava. A bela e doce Maria Sharapova saiu da cena esportiva, mas continuará brilhando no mundo como sempre fez.
No dia da aposentadoria da esquiadora americana Lindsey Vonn iniciamos uma série que mostrava todos as vezes que ela apareceu no blog Net Esportes. Depois fizemos isso em homenagem ao jogador de basquete Kobe Bryant que teve uma repentina e triste morte neste ano de 2020. Agora, mais uma vez, vamos relembrar a trajetória que registramos de mais uma atleta que está se aposentando. Nunca escondi o quanto sou fã de Maria Sharapova, e assim sendo suas aparições neste blog são extremamente maiores do que qualquer outro atleta. Desta forma iremos destacar então apenas as grandes postagens feitas sobre a nossa adorada tenista russa, excluindo os textos onde ela foi apenas citada ou não era a protagonista da história.
Agosto de 2007 - Pronta para vencer
A primeira postagem sobre Sharapova no Net Esportes falava sobre os vestido que a musa do tênis iria usar em sua participação no US Open de 2007. Ela já havia sido campeã por lá e os patrocinadores aproveitaram para investir e ela até posou para fotos dias antes da disputa no alto do Rockefeller Center em Nova York. Leia Mais
Setembro de 2007 - Sonho adiado
Depois de registrar o início arrasador de Sharapova no US Open, chegou o dia de registrar a derrota surpreendente. Ela perdeu para a polonesa Agnieszka Radwanska por 2 sets a 1 e teve que adiar o sonho de ser campeã na Big Apple. Leia Mais
The Power 100 - Sharapova na posição 73 entre os 100 mais influentes do esporte. Leia Mais
Dezembro de 2007 - Musa em Cingapura
A beleza de Maria Sharapova sempre foi motivo para destaque. Aqui foi registrado que ela estava com um novo visual e que iria participar de um jogo exibição em Cingapura. Leia Mais
Janeiro de 2008 - Campeã do Aberto da Austrália
No ano de 2008 Maria Sharapova foi campeã do Aberto da Austália. Acompanhamos cada passo da musa em Melbourne e fizemos quatro registros importantes. O primeiro recebeu o nome de "Com o pé direito", este ainda antes do Grand Slam falava sobre sua preparação e vitória no torneio de Hong Kong. Depois veio "Arrasadora", e falava sobre a vitória contra Lindsay Davenport já na Austrália. Em seguida veio "Vitória contundente" e falava sobre o triunfo de quartas-de-final contra a grande Justine Henin. Por fim o post "Duelo de Musas" registrava a grande vitória na final contra Ana Ivanovic que também era muito linda. Leia Mais
Ano de ouro - Sharapova conquista o torneio de Doha. Leia Mais
A primeira no saibro - Sharapova fatura seu primeiro título no saibro em Amelia Island. Leia Mais
Festa de gala - Registro do aniversário de 21 anos de Maria Sharapova. Leia Mais
Março de 2009 - Sete meses de espera
Este post falava sobre um longo tempo sem ver Sharapova jogando depois que ela teve que se afastar por causa de uma cirurgia. Ela voltou a jogar em duplas fazendo parceria com Elena Vesnina em Indian Wells. Leia Mais
Junho de 2009 - Dia triste em Wimbledon
Neste postagem que tem início meio poético, os dois primeiros parágrafos estão reservados para falar sobre a derrota da Sharapova na segunda rodada do Torneio de Wimbledon de 2009. Ela havia perdido para um desconhecida argentina chamda Gisela Dulko, deixando aquele dia mais triste em Londres. Leia Mais
Para brilhar ainda mais - Sharapova ganhou jóias para jogar no US Open de 2009. Leia Mais
Setembro de 2009 - Maria Sharapova no Brasil
Uma das postagens mais acessadas do blog na época falava sobre a vinda de Maria Sharapova ao Brasil. Ela iria fazer um jogo exibição em São Paulo no dia 29 de novembro, mas ainda era setembro e não haviam muitas informações. Leia Mais
As 40 atletas mais belas - Um merecido primeiro lugar entre as 40 mais belas do esporte. Leia Mais
Março de 2011 - Nova Chernobyl 25 anos depois
Um acidente na Usina Nuclear de Fukushima, no Japão, fez Sharapova se lembrar do passado de seus pais que tiveram que se mudar da Ucrânia para a Russia antes dela nascer devido ao acidente nuclear de Chernobyl em 1986. Leia Mais
As dez atletas mais bem pagas - Primeiro lugar para Maria Sharapova. Leia Mais
Janeiro de 2012 - Prepare seus ouvidos para a final
Com Maria Sharapova e Victoria Azarenka na final do Aberto da Austrália a expectativa era para uma bela decisão e também uma decisão com muitos gritos de ambos os alados, pois as duas tenistas tinham a característica de gritar muito quando rebatiam a bola. Azarenka acabou ficando com a taça. Leia Mais
Junho de 2012 - A doce e bela Maria Sharapova
Registro da conquista do título de Rolang Garros de 2012 quando se tornou a décima tenista da história a ter sido campeã dos quatro torneios de Grand Slam. Leia Mais
Agosto de 2012 - Os doces da doce Sharapova em Nova York
Maria Sharapova ataca de empresária e lança os doces Sugarpova na cidade de Nova York. Leia Mais
Os maiores nomes do esporte em 2012 - Sharapova esteve em nossa famosa lista dos melhores do ano. Leia Mais
Junho de 2014 - Mais uma grande conquista na base do grito
Depois de ter ganho os quatro títulos de Grand Slam, que por acaso era exatamente a quantidade de títulos de Grand Slam que Sharapova tinha, ela finalmente foi além e conquistou seu quinto título, ironicamente no mesmo palco que havia levado o último, em uma vitória que veio na base do grito. Leia Mais
Março de 2016 - Sharapova, a culpa, a inocência e a verdade
Em uma dos dias mais tristes de sua carreira e também para os fãs, Sharapova anunciou que foi pega no controle anti doping. Ela teria usado uma substância que até o ano anterior não era proibida. Alguns acham que ela sabia e continuou usando, outros acreditam que sua inocência e erro acidental. Infelizmente foi uma mancha em sua brilhante carreira que talvez nunca possa ser apagada e que talvez tenha contribuído para sua aposentadoria precoce que ocorre agora em 2020. Leia Mais
Tanto a Fórmula Indy quanto a NASCAR de uma forma geral são competições que não tem o mesmo impacto que a Fórmula 1 (isso no âmbito geral do campeonato como um todo), mas cada uma delas tem uma corrida especial que vale muito mais do que o campeonato todo. As 500 milhas de Indianápolis na Indy e a famosa Daytona 500, da NASCAR. Não há nada como ficar dando duzentas voltas em um circuito oval por mais de quatro horas e decidir tudo apenas na última volta e em cima da linha de chegada. Haja fôlego para tanta emoção.
Neste ano, como já ocorreram outras vezes, choveu no domingo e a corrida foi adiada para segunda-feira. O dia de sol deu um brilho ainda maior para este evento esportivo tão especial. Os carros ficam lá correndo e a hora vai passando, até que finalmente as últimas voltas começarem e a emoção vir à tona. Acidentes inevitáveis, bandeira amarela, carros parados esperando limpar a pista. Isso é o que mais acontece. Se houver um acidente antes da abrir a última volta para tudo, retornam para mais duas voltas até que a bandeira branca seja acionada.
Denny Hamlin sabe muito bem como é isso, ele ganhou no ano passado e não perde tempo para assumir a ponta antes de abir a última volta (agora "não tem mais volta"). Mas então Ryan Newman e Ryan Blaney passam por ele e o deixa para trás, com Busch liderando e tentando segurar Blaney de todas as formas. Ele fecha em cima e depois fecha em baixo da pista, mas acaba sendo acertado por Blaney na traseira de seu carro vai parar no muro passando bem na frente de Hamlin e quase o levando junto.
O que acontece em seguida é uma sucessão de coisas incríveis em um espaço de tempo muito curto. Enquanto Ryan Newman está batendo no muro e capotando seu carro, Denny Hamlin está ultrapassando Ryan Blaney e conseguindo vencer a corrida por menos de meio metro na linha de chagada. Aos mesmo tempo o carro de Busch cai na pista e é acertado por outro carro que o faz voar e dar mais uma pirueta no ar, caindo de ponta cabeça e vendo o carro começar a pegar fogo. Os médicos então correm para socorrer Busch enquanto Hamlin faz a festa com a vitória que veio graças a lambança de Blaney.
A galeria dos Campeões de 2020 é feita levando em consideração o nosso Calendário do esporte em 2020. Abaixo segue a lista com todos os campeões e ouros destaques.
Janeiro
Rali Dakar (carros): Carlos Sainz
Aberto da Austrália (feminino): Sofia Kenin
Aberto da Austrália (masculino): Novak Djokovic
Fevereiro
Super Bowl: Kansas City Chiefs
Daytona 500: Denny Hamlin
O Super Bowl deste ano trouxe de volta à decisão o velho conhecido San Francisco 49ers, um time que fez tanta história com Joe Montana e ganhou muitos títulos da NFL. O problema é que eles já não vencem mais, perderam da última vez que haviam chegado na decisão e perderam mais uma vez agora. Por outro lado podemos dizer que o Kansas City Chiefs mereceu ser campeão, pois desde a temporada anterior vem fazendo grandes campanhas e dando sinais de que mais cedo ou mais tarde poderia "chegar lá".
O Super Bowl LIV e seu grande campeão merecem dois destaques. Um deles é o quarterback Patrick Mahomes, que foi eleito MVP do jogo e simplesmente jogou demais mesmo, principalmente quando ele mesmo marca o touchdown. O outro destaque é o técnico Andy Reid, um veterano de tantas histórias (seja no âmbito esportivo ou até mesmo no pessoal com filhos presos e que já morreram), e que era o técnico que mais vezes tinham ganho jogos na NFL sem nunca ter sido campeão do Super Bowl. Ele conseguiu finalmente.
Por fim vale destacar que o San Francisco 49ers estava vencendo o jogo por 20 a 10 até restarem "apenas" cerca de seis minutos para o final do último quarto. A partir daí o Kansas marcou 21 pontos com três touchdowns seguidos. O 49ers nunca havia sofrido tantos pontos em apenas um único quarto durante toda a temporada. A pontuação de 21 do Kansas no último quarto foi maior do que a pontuação do 49ers no jogo todo.
A galeria dos Campeões de 2020 é feita levando em consideração o nosso Calendário do esporte em 2020. Abaixo segue a lista com todos os campeões e ouros destaques.
Janeiro
Rali Dakar (carros): Carlos Sainz
Aberto da Austrália (feminino): Sofia Kenin
Aberto da Austrália (masculino): Novak Djokovic
Fevereiro
Super Bowl: Kansas City Chiefs
Acho que o fã de tênis da atualidade é um privilegiado. E não é só pelo fato de poder estar vendo três dos maiores jogadores de todos os tempos, mas também pela longevidade que os tempos modernos estão proporcionando aos atletas. O suiço Roger Federer continua jogando aos 38 anos de idade (faz 39 em agosto de 2020), e continua dando trabalho chegando na semifinal do Aberto da Austrália. Acabou perdendo para outro gigante, Novak Djokovic, que ficou com o título após derrotar Dominic Thiem na final. Este último por sua vez eliminou o outro monstro Rafael Nadal ainda nas quarta-de-final.
A vitória de Djokovic neste ano do Aberto da Austrália tem dois aspectos muito interessantes. O primeiro é que ele chega aos seu título de Grand Slam número 17, entrando definitivamente na briga para ser o maior vencedor de todos os tempos em busca de Nadal que tem 19 e de Federer que tem 20. O natural será ver Nadal igualando e passando e depois, talvez, Djokovic igualando ou superando Nadal. Isso não será fácil, mas o outro aspecto o credencia para isso que é mais um ano com a chance de vencer os quatro Grand Slam´s no mesmo ano.
Nos últimos dois anos Djokovic faturou "apenas" dois Grand Slam no mesmo ano. Alternou entre Wimbledon e US Open e Ausrália e Wimbledon. Com Austrália já garantido e Wimbledon ganho nos dois últimos anos, podemos dizer que ele poderá levar três com o US Open, mas o grande problema é Roland Garros, onde Nadal voltou a vencer e dificilmente perderá, e onde Djokovic só venceu uma vez em 2016, aquele ano que só não ganhou Wimbledon e que já poderia ter sido o ano dos quatro nos mesmo ano.
A galeria dos Campeões de 2020 é feita levando em consideração o nosso Calendário do esporte em 2020. Abaixo segue a lista com todos os campeões e ouros destaques.
Janeiro
Rali Dakar (carros): Carlos Sainz
Aberto da Austrália (feminino): Sofia Kenin
Aberto da Austrália (masculino): Novak Djokovic