A NBA está ... mudando

Nem nas diversas épocas em que Boston Celtics e Los Angeles Lakers dominavam tudo na maior liga de basquete do planeta. Sem dúvida eles foram os que mais chegaram perto, como nos anos de 1960 e final dos anos de 1980, mas nem três finais seguidas ousaram fazer. Quem conseguiu a façanha incrível de decidir o título da NBA por quatro anos seguidos foram as equipes do Golden State Warriors e do Cleveland Cavaliers, mas isso acabou. LeBron James resolveu mudar novamente e foi para o Los Angeles Lakers. Com isso o Cleveland Cavaliers disse adeus a qualquer chance de retornar para uma quinta final seguida, mas pelo menos eles conseguiram seu primeiro e único título nesses quatro anos de decisões. O que ninguém esperava era ver James dando adeus àquela que seria sua nona final seguida. Pior que isso é que ele parece estar dando adeus até mesmo aos playoffs. É realmente surpreendente, após quatro anos a NBA está ... mudando.

Esta mudança, no entanto, parece que está sendo feita apenas no lado Leste, pois no Oeste segue tudo quase do mesmo jeito. O Leste não vê mais o Cavs brilhando e fazendo seus milagres para ir à final, como fizeram no ano de 2018. Seu único alívio é saber que o New York Kcniks consegue ser pior que eles. Agora quem brilha é um novo time que ressuirgiu assombrando seus adversários. Trata-se do Milwaukee Bucks, campeão em 1971 quando contavam com a lenda Kareem Abdul-Jabbar, o MVP das finais daquele ano contra o Baltimore Bullets (atual Washington Wizards). E eles estão nessa condição graças a Giannis Antetokounmpo, que só não faz chover em quadra. O novo grande jogadora da NBA lidera em pontos, rebotes e assistência do time em quase todos os jogos.

A mudança no finalista do Leste é clara, só resta saber se o Bucks irá confirmar sua ida, já que o Toronto Raptors segue na cola e vem sonhando com isso nos últimos anos. Eles investiram em Kawhi Leonard e querem brigar até o último minuto. Sem falar no Boston Celtics, que está atrás de Indiana Pacers e Philadephia 76ers, mas que é sempre um osso duro de roer e possui um histórico que amedronta até mesmo o mais destemido dos guerreiros nas batalhas. Agora falando de Oeste, fica difícil não apostar que as coisas permaneçam como sempre estiveram nos últimos quatro anos. Exceto se o Golden State Warriors sucumbir diante de seus rivais por um excesso de confiança, a falta dela, a briga de egos ou qualquer outro problema que venha surgir no caminho. E para essas dúvidas estão os últimos resultados para ajudar.

Derrota feia para o Boston Celics. Revés contra Orlando, Miami e diante do grande rival Houston Rockets. Depois do All Star Game eles perderam uma a mais do que ganharam. Na classificação seguem em primeiro, mas o Denver Nuggets está colado com apenas uma vitória a menos. Será que o Golden State Warriors se recupera e mantém seu status de favorito mais uma vez? Será que eles provaram que a NBA está mudando, mas apenas no Leste? Ou será que veremos uma mudança completa com um novo campeão. É difícil saber com certeza por enquanto, mas é bom saber que pelo menos de um lado as coisas já estão diferentes.

Lindsey Vonn no Net Esportes

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A esquiadora americana Lindsey Vonn teve uma carreira gloriosa no esqui alpino. A musa das neves conquistou títulos e acumulou recordes, ao mesmo tempo que lutava contra lesões que a impediram de ser ainda maior do que foi. Os problemas a tiraram de Olimpíadas e culminaram na decisão que poucos estavam preparados para ouvir, a decisão de se aposentar das competições. Vonn deixa as montanhas brancas como a maior esquiadora da história, mas sem antes bater o recorde de vitórias entre qualquer esquiador (incluindo mulheres e homens) do qual esteve tão próxima. Desta forma, com sua despedida deste esporte de Inverno tão peculiar e tão perigoso, o blog Net Esportes lhe faz uma homenagem relembrando a maioria das vezes que ela foi, merecidademente, mencionada por aqui.

Dezembro de 2007 - A primeira vez que Lindsey Vonn foi citada no blog. Ela ficou em segundo lugar em uma prova de downhill, mas liderava a classificação na descida livre, que era sua maior especialidade. Em seguida, na Áustria, ela conseguiu ficar com a primeira colocação e ganhou uma postagem com foto pela primeira vez. O mês estava quente para a esquiadora americana e ela foi mais uma vez destaque com uma vitória consecutiva.

Março de 2008 - Apesar da Copa do Mundo de esqui alpino se decorrer ao longo do fim do ano e início do ano seguinte, Lindsey Vonn só voltou a ser destaque no blog com matéria completa e foto quando ganhou pela décima vez uma prova de downhill, estabelecendo na época um recorde nunca antes alcançado por uma esquiadora dos Estados Unidos. Logo em seguida ela garantiu o título geral do Copa do Mundo de esqui alpino pela primeira vez na carreira, culminando em uma dobradinha com seu compatriota Bode Miller no masculino em um feito que não ocorria desde 1987.

Novembro de 2008 - Agora consagrada, Vonn foi destaque em um artigo que exaltava seu favoritismo para vencer o título de campeã geral mais uma vez.

Fevereiro de 2009 - Vonn foi citada em alguns artigos e, antes do Campeonato Mundial de 2009, apareceu mais uma vez como favorita para várias disciplinas de esqui alpino. E ela venceu, levou duas medalhas de ouro, mas ao comemorar machucou a mão em uma garrafa de champagne e ficou fora das provas seguintes.

Março de 2009 - O corte na mão e a cirurgia não impediram Vonn de retornar às competições. Com mais uma vitória ela ficou praticamente com a mão na taça. Na etapa seguinte a alemã Maria Riesch brilhou e a decisão do título acabou sendo adiada. A conquista definitiva do bicampeonato veio em grande estilo, vencendo o downhill em Are, na Suécia. Ela nem imaginava na época, mas sua última prova da carreira seria esta e neste mesmo lugar, mas com uma terceira colocação.

Outubro de 2009 - É lançada nas redes sociais uma campanha sobre a história de Lindsey Vonn que visava brilhar nas Olimpíadas de Inverno de 2010 no Canadá.

Dezembro de 2009 - Já sofrendo com lesões Vonn só conseguiu vencer uma etapa da nova temporada da Copa do Mundo em dezembro. Mais tarde, mesmo com problemas no clima, ela conseguiu assumir a liderança na classificação geral.

Janeiro de 2010 - Com um adiamento de uma prova, Vonn aproveitou a chance e venceu três provas no mesmo final de semana conseguindo o famoso hat-trick. Mais tarde ela perdeu a liderança geral para Riesch, mas reassumiu com uma grande reação e recuperação.

Fevereiro de 2010 - Com a proximidade das Olimpíadas, Vonn foi destaque da revista SI Swimsuit, sendo fotografada com trajes de banho e posições polêmicas. Pouco antes do início dos Jogos Lindsey Vonn anuncia que está com uma lesão e uma dor insuportável. Com muita determinação e força de vontade, ela superou o problema e as polêmicas fora das competições para brilhar na prova de downhill das Olimpíadas de Vancouver 2010 e faturar a medalha de ouro pela primeira vez na sua brilhante carreira, que acabou sendo a única de ouro. No Super-G ela ficou com o bronze.

Março de 2010 - Já esquecendo Vancouver, Vonn conquista o título de algumas disciplinas por antecipação. Antes do final do mês a rainha alcançou sua consagração com o terceiro título geral da Copa do Mundo.

Julho de 2010 - No prêmio ESPY, da ESPN, ela levou como melhor atleta feminina e melhor atleta olímpica.

Janeiro de 2011 - Tem início uma disputa acirrada entre Lindsey Vonn e sua amiga Maria Riesch.

Fevereiro de 2011 - Fatura o prêmio Laureus de 2011 como melhor atleta feminina do ano. Fica apenas com uma de bronze no Mundial de 2011, apesar do esforço.

Março de 2011 - Disputa entre Lindsey Vonn e Maria Riesch fica acirrada, deixando uma dúvida sobre quem seria a campeã. E quem acabou vencendo, por apens três pontos de diferença, foi a alemã Maria Riesch.

Outubro de 2011 - No início da temporada seguinte Vonn começou de forma arrasadora.

Dezembro de 2011 - No lado de fora das competições, Vonn se separa do mardo Thomas Vonn, mas continua usando o sobrenome de Vonn que a tornou famosa no mundo inteiro.

Fevereiro de 2012 - Lindsey Vonn entra para o seleto clube de esquiadores com 50 vitórias na carreira, tanto no feminino quanto no masculino.

Março de 2012 - É eleita pelo blog como a terceira mais bela do esporte mundial. Em seguida é exaltada como uma das maiores esquiadoras de todos os tempos.

Dezembro de 2012 - Aparece como um dos destaques na lista Net Esportes de melhores do ano de 2012.

Janeiro de 2014 - O triste anúncio de que estaria fora da disputa das Olimpíadas de Inverno de Sochi.

Janeiro de 2015 - Vonn seguiu vencendo o título de várias disciplinas, mas o título geral não ganhou mais. Isso, no entanto, não a impediu de continuar batendo recordes até se tornar a maior vencedora de provas individuais da história superando Annemarie Moser-Pröll.

Março de 2015 - A última postagem sobre Lindsey Vonn exalta mais um Globo de Cristal na conta. Em 2016 ela venceria o downhill novamente. Terminou a carreira com 82 vitórias em 16 temporadas, muito próxima do sueco Ingemar Stenmark, que venceu 86 vezes. Alguns diziam que ela só iria se aposentar depois que chegasse à vitória 87, mas as lesões impediram e ela diz adeus aos 34 anos, mas sem antes ter deixado sua marca na história. Lindsey Vonn foi a maior esquiadora de todos os tempos, e valeu ter registrado aqui alguns dos momentos mais sublimes dessa sua brilhante carreira.

Super Bowl LIII: Bill e Tom

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Normalmente o grito que fica entalado na garganta é o de campeão, mas o Super Bowl LIII nunca viu um grito de touchdown demorar tanto tempo para acontecer. Em toda a história do futebol americano nunca se viu antes uma decisão de título com tão poucos pontos nos três primeiros quartos: apenas seis. Parecia até que nem o Los Angeles Rams e nem mesmo o New England Patriots queriam vencer, mas na verdade eles estavam jogando como nunca para não perder. E quem começou perdendo foram os patriotas da Nova Inglaterra, mas não no placar que abriu três a zero em seu favor no segundo quarto com um field goal de Stephen Gostkowski, mas sim no erro que Gostkowski havia cometido ainda no primeiro quarto. Errar um chute em um jogo tão importante como este pode ser crucial para uma vitória, assim como acertá-lo faltando apenas um minuto para o apito final pode determinar a vitória.

Muito antes disso, porém, o jogo seguia em um equilíbrio nunca antes visto na história. E não é porque os jogos de Super Bowl não tenham equilíbrio, mas mesmo em jogos equilibrados os número no placar também são elevados. Desta forma, sem muita emoção, mas sobrando tensão, o Rams chega ao empate com Greg Zuerlein. Acertar um chute em um jogo tão importante como este pode ser crucial para uma vitória, assim como errá-lo faltando poucos segundos para o apito final podem determinar que a última gota de esperança escorreu para sempre no mais profundo ralo da tristeza sem fim, ou sem um mísero touchdown. O Los Angeles Rams conseguiu a incrível façanha de não marcar nem ao menos um touchdown em todo o Super Bowl LIII. Melhor para o Patriots, que pelo menos uma vez conseguiu soltar o grito que estava mais do que engasgado no fundo da alma.

O jogo estava no último quarto e faltavam apenas sete minutos para terminar o tempo regulamentar. As defesas de ambos os times estavam inacreditáveis e o placar magro mostrava um empate doloroso em apenas três a três. Nesse momento crucial da partida brilhou a estrela de um velho conhecido de tantos anos e tantas histórias. Tom Brady começou a acertar os passes mais longos que Jared Goff não estava conseguindo. Desta vez não poderia ser apenas mais um field goal de desempate, desta vez precisava de um pouco mais, precisava soltar aquele grito entalado na garganta. Julian Edelman fez o milagre da aproximação acontecer, ele acabou sendo eleito o MVP do jogo, e na sequencia Sony Michel deu ao fanático torcedor o prêmio que ele tanto merecia. O grito de touchdown saiu, mas ainda faltava o grito de campeão.

O técnico do Patriots Bill Belichick tem 66 anos de idade. Sean McVay, técnico do Rams, tem metade da idade dele. O técnico do Rams é oito anos mais novo que o quarterback do New England Patriots, que estabeleceu mais recordes para sua gloriosa carreira. E tudo isso foi culminado quando faltava pouco mais de um minuto para acabar o jogo. Depois do grito de touchdown, saiu o grito de campeão, e foi dos pés de Gostkowski, o mesmo que havia errado um chute de field goal no começo do jogo, desta vez acertou a uma distância de 41 jardas. Ao Rams ainda restava uma fagulha de esperança, mas tudo foi por água abaixo quando Greg Zuerlein errou o chute de field goal. Desde o Miami Dolphins no Super Bowl VI uma equipe não deixava o campo sem marcar nenhum touchdown no jogo do título.

A história do New England Patriots começou em 1960, mas antes da união de Tom Brady com Bill Belichick eles nunca haviam sido campeões. O primeiro título veio em 2001 e, em 2004, já eram três. Depois disso voltaram ao Super Bowl outras duas vezes, e nas duas foram derrotados. O tempo foi passando, mas a idade avançada dos dois principais trunfos não se tornou um problema. Desde 2014 eles não foram ao super Bowl apenas em 2015, e só perderam a decisão do ano passado para o Eagles. Tom Brady se tornou o quarterback com mais aparições em Super Bowl, nove no total. O jogador mais velho a ser campeão, o jogador que mais títulos tem na carreira, com seis. O Patriots igualou o Pittsburgh Steelers como equipe que mais venceu na história com seis. Bill Belichick é o técnico mais velho a ser campeão, o técnico que mais vezes foi campeão e o que mais vezes disputou o Super Bowl. Foi tenso, nervoso, com gritos entalados na garganta, mas eles fizeram novamente. Assim sendo, a dupla Tom e Bill são os primeiros indicados ao prêmio Net Esportes de melhores do ano de 2019.

Um canguru chamado Djokovic

aberto da austrália
Durante alguns anos o mundo do tênis praticamente só ouvia falar de dois nomes: Roger Federer e Rafael Nadal. Eles dominavam o circuito e proporcionavam batlhas épicas dentro das quadras, principalmente em finais de Grand Slam. O espanhol não dava nenhuma chance ao suiço no saibro de Roland Garros, enquanto isso sofria para superar seu maior rival na grama sagrada de Wimbledon. Ali, em Londres, fizeram um dos maiores jogos de todos os tempos na decisão de 2008. O tempo acabou passando e alguns nomes que se ouviu falar algumas vezes ganharam força. Em especial os de Novak Djokovic e Andy Murray. Assim sendo, um tipo de quarteto se formou e por muitos anos era praticamente só o que se via em finais de Grand Slam e nas quatro primeiras posições do ranking.

O britânico, apesar de ter chegado em onze decisões de Grand Slam, acabou ficando em um patamar mais abaixo, tendo conquistado apenas três dos maiores títulos, sendo Wimbledon duas vezes e US Open uma vez. Entre 2012 e 2016 ele só enfrentou Novak Djokovic em finais de Grand Slam, sendo que jamais enfrentou Rafael Nadal nas finais deste tipo de competição. E por ter ganho apenas dois de seis embates, acabou elevando o sérvio ao patamar dos dois outros grandes jogadores que dominavam quase tudo. Djokovic já havia provado que está em um nível superior, que está ao alcance de Federer e Nadal, mas agora conforme o tempo vai passando ele consegue ir afirmando cada vez mais esta condição. Isso faz com que aquela dupla de dois grandes, que quase virou um quarteto, possa finalmente ser considerada como um trio de gigantes.

No topo, mas bem lá em cima mesmo, quase tocando o céu, está Roger Federer. O suíço pode ser facilmente chamado de o melhor de todos os tempos com seus 20 torneios de Grand Slam conquistados. Em seguida vem Rafael Nadal, o toro miura que já chegou aos 17 títulos de Grand Slam, principalmente graças a Roland Garros que já lhe rendeu nada a menos do que 11 taças. Se mantiver o seu ritmo na terra batida de Paris poderá passar Federer e alcançar o recorde. Agora, junto com os dois, chega então definitivamente Djokovic, que alcançou seu Grand Slam de número 15 e deixou para trás a lenda Pete Sampras, o jogador que ficou por muito e muitos anos com o recorde de 14 títulos de Grand Slam e que agora se vê superado por três jogadores da mesma época. Se não bastasse, Djokovic ainda superou Roy Emerson e se tornou o maior vencedor do Aberto da Austrália de todos os tempos com sete conquistas.

Pulando de alegria, pulando feito um canguru em Melbourne. Novak Djokovic sempre foi um dos grandes, mas agora ele é um dos gigantes. Rafael Nadal está perto e Federer se tornou um objetivo concreto. Nesta equação de números, a idade acaba se tornando um possível diferencial na previsão de um resultado fatal. Roger Federer está agora em janeiro de 2019 com 37 anos, em 2012 ele tinha 30 anos quando chegou ao seu Grand Slam de número 15. Rafael Nadal também alcançou a marca dos 15 tendo praticamente a mesma idade, elevando para 17 aos 32 anos. Enquanto isso Djokovic está com 31 anos atualmente. Isso significa que os três estão praticamente no mesmo nível técnico e físico, sendo que a única diferença é que Federer ainda está jogando e não se sabe se Nadal e Djoko irão tão longe. Murray já não foi, nem em número de títulos e nem na idade, pois anunciou que irá se aposentar. Nunca houve um quarteto, mas sempre existiu um trio. Uma trinca que já fez muito pelo tênis, mas que por mais incrível que possa parecer, promete fazer muito mais nos próximos anos.

Confira o calendário esportivo de 2019

calendario esportivo 2019
O calendário esportivo de 2019 trás as principais competições de esportes no ano de 2019. Aqui estão apenas os principais eventos no mundo dos esportes que podem fazer os esportistas que neles se destacarem concorrerem ao prêmio Net Esportes de melhores do ano.

Janeiro
1/1 - Hóquei no gelo - NHL Winter Classic
6/1 a 17/1 - Automobilismo - Rali Dakar
14/1 a 27/1 - Tênis - Aberto da Austrália

Fevereiro
3/2 - NFL - Super Bowl
15/2 - NBA - All-Star Game
17/2 - NASCAR - Daytona 500

Março
17/3 - Fórmula 1 - Início da temporada (GP da Austrália)
28/3 - MLB - Início da temporada

Abril
11/4 a 14/4 - Golfe - Masters de Augusta
13/4 - NBA - Início dos Playoffs

Maio
4/5 - Turfe - Kentucky Derby
11/5 a 2/6 - Ciclismo - Giro d'Italia
13/5 a 19/5 - Golfe - PGA Championship
18/5 - Turfe - Preakness Stakes
26/5 - Automobilismo - 500 milhas de Indianapolis
26/5 a 9/6 - Tênis - Roland Garros
30/5 - NBA - Finais

Junho
1/6 - Futebol - Final da Champions League

8/6 - Turfe - Belmont Stakes
13/6 a 16/6 - Golfe - US Open
14/6 a 7/7 - Futebol - Copa América no Brasil
15/6 a 16/6 - Automobilismo - 24 Horas de Le Mans

Julho
1/7 a 14/7 - Tênis - Wimbledon
6/7 a 28/7 - Ciclismo - Tour de France
12/7 - 28/7 - Natação - Campeonato Mundial

18/7 a 21/7 - Golfe - Open Championship
26/7 a 11/8 - Jogos Pan-Americanos de Lima-PER

Agosto
24/8 a 15/9 - Ciclismo - Vuelta a España
26/8 a 6/9 - Tênis - US Open

Setembro
5/9 - NFL - Início de temporada
28/9 a 6/10 - Atletismo - Campeonato Mundial


Outubro
12/10 - Triatlo - Ironman do Hawaii
22/10 - MLB - Início da World Series

Novembro
3/11 - Atletismo - Maratona de Nova York
17/11 - Fórmula 1 - GP do Brasil
23/11 - Futebol - Final da Libertadores da América - Santigo-CHI

Dezembro
Futebol - Mundial de Clubes da FIFA
31/12 - Atletismo - Corrida de São Silvestre