segunda-feira, 14 de abril de 2014

Vestindo a jaqueta verde pela segunda vez

Vendo sua caminhada leve e serena pela belíssima paisagem do Augusta National Golf Club, não parece muito difícil tentar imaginar o que se passa em sua cabeça. Ele está concentrado e seu objetivo é um só, mas muito provavelmente ele sabe que não pode deixar de tentar mais birdie´s, mesmo que apenas continuar fazendo o par em cada um dos buracos que restam seja essencial e absolutamente primordial. Seu adversário já havia feito o que devia, mas também fez o favor de fazer o que não deveria também. Entre birdie´s e bogey´s, entre estar uma tacada abaixo e uma tacada acima, entre fazer o par e se manter na liderança, venceu a sensatez da solidez de acreditar que caminhar por uma belíssima paisagem composta também por um público que o apoia intensamente, pode ser mais do que suficiente para vestir a jaqueta verde pela segunda vez em sua doce e nobre vida.

Neste ano, devido à uma pequena intervenção cirúrgica, Tiger Woods não disputou o Masters de Augusta pela primeira vez em sua carreira repleta de glórias e momentos complicados na vida pessoal. Assim houve uma pequena queda no interesse do público pelo golfe que já não é tão grande quanto outros grandes esportes. Isso fez com que o preço nos ingressos sofresse uma queda brusca, passando de exorbitantes U$ 1640 dólares para os ainda muito salgados mil dólares. Esse é o preço que se paga para simplesmente adentrar em um dos mais belos templos sagrados do mundo do golfe que até outro dia mesmo não tinha nem uma mulher que fosse como sócia. Isso não as impedia de entrarem no recinto, assim como não impediu milhares de fãs endinheirados que não viram Woods, mas tinham outros dois representantes locais para torcerem como se fossem seus maiores ídolos.

Nunca antes campeão de um torneio Major, Bill Haas bem que gostaria de ser o americano idolatrado no lugar de Tiger Woods. Afinal ele bateu 68 na primeira volta e assumiu a liderança da grande competição que acontece desde 1934. Mas no golfe não basta ir bem em apenas um dos quatro dias de disputas. No golfe é preciso regularidade e um dia brilhante não resolve seus maiores problemas. Que o diga o veterano Miguel Angel Jimenez com seus 50 anos de idade. O espanhol conseguiu incríveis e estupendas 66 tacadas na volta de sábado. Isso significa seis tacadas abaixo do par do campo. Mas isso também não significa absolutamente nada se no dia anterior você fez quatro tacadas acima e apenas uma abaixo nos outros dois dias. Pelo menos serviu para ocupar a quarta colocação na classificação geral, nada mal para quem já está com os seus 50 anos de idade e ainda jogando.

Se tivesse feito o par do campo na sexta-feira, Jimenez simplesmente teria terminado o campeonato empatado com o grande campeão. A disputa iria para os playoffs como foi em 2012, mas isso definitivamente era a última coisa que Bubba Watson gostaria de ver acontecer, ou ver se repetir. Bubba Watson era justamente o jogador americano que poderia suprir a falta de Tiger Woods que Bill Haas tanto gostaria de ser. Mas Hass não fez o que Bubba fez com maestria. No golfe não basta um dia perfeito como Jimenez, no golfe é preciso quatro dias quase perfeitos como é perfeita a vista em Augusta. Se manter entre os primeiros no primeiro dia, assumir a liderança no segundo e não ser ultrapassado pelo compatriota que surpreende na terceira volta. Assim você chega no domingo com tranquilidade para fazer sua caminhada leve e serena na belíssima paisagem, apenas fazendo par depois dos birdie´s que lhe deram de volta a vantagem que já tinha. Para no final ganhar beijos e abraços do filho e da esposa e também para ter a honra de poder vestir a jaqueta verde pela segunda vez em toda a sua carreira.

domingo, 13 de abril de 2014

Corrigindo um pequeno equívoco do passado

Ainda no inicio de sua carreira, ainda em outra categoria, ainda em seu país e ainda lutando contra seus conterraneos filipinos, Manny Pacquiao foi derrotado pela primeira vez quando caiu por nocaute diante de Rustico Torrecampo. Isso não o impediu de seguir seu caminho promissor, mas antes de ganhar um título mais importante e mais importante ainda, antes de lutar no MGM Grand Las Vegas, Pacquiao ainda sofreu uma outra derrota, contra Medgoen Singsurat em 1999. Depois disso ele empatou duas vezes e só voltaria a ser derrotado em 2005, diante de Érik Morales, mexicano que ele derrotou duas vezes, mais tarde, quando alternava suas lutas contra outros mexicanos incluindo o maior rival Juan Manuel Márquez. Fosse no MGM, no Thomas & Mack Center ou no Mandalay Bay. Não importava onde, Manny Pacquiao estava se tornando o maior de todos em sua categoria.

A sequência incrível aconteceu entre 2008 e 2011. Vieram Oscar De La Hoya, Ricky Hatton, Miguel Cotto, Joshua Clottey, Antonio Margarito, Shane Mosley e novamente Juan Manuel Márquez. Pacquiao venceu todas as lutas, a maioria em 12 rounds, mas não enfrentou um lutador que teoricamente era melhor que ele. O mundo gostaria de ver Manny Pacquiao contra Floyd Mayweather jr., mas acabou tendo que se contentar com Timothy Bradley. Americano desconhecido que em cima do ringue é claramente massacrado pelo filipino, mas não na compreensão dos juízes naquela noite de nove de junho de 2012. O público vaia, se revolta, chegam a ameaçar Bradley de morte e Bradley chega até a pensar em suicídio. Alguma coisa precisava ser feita, um pequeno equívoco do passado precisava ser corrigido.

Antes de Érik Morales ter sua revanche contra Pacquiao, ele teve que enfrentar Zahir Raheem e ver o rival lutar contra Héctor Velázquez. Da mesma forma Bradley seguiu seu caminho mantendo sua invencibilidade diante de Ruslan Provodnikov e até mesmo Juan Manuel Marquez, enquanto Pacquiao desorientado perdia para Márquez pela primeira vez em sua carreira na primeira vez que perdeu duas lutas seguidas. Já com 35 anos de idade, sua capacidade estava sendo colocado à prova, até que a recuparação veio diante de Brandon Ríos em uma luta fora dos Estados Unidos. Era pelo menos o suficiente para ele reencontrar Timothy Bradley e esperar que desta vez pelo menos um pequeno equívoco do passado pudesse ser corrigido pelos juízes.

A forma física de Pacquiao não é questionável. Sua luta não é questionável. Seu boxe bem lutado contra a marra e provocação de Bradley continuam sendo excepcionais, mas após 12 rounds, sem qualquer um dos dois indo ao chão e apenas se desequilibrando no ringe, com um supercílio aberto e pouco sangue escorrendo apenas devido à um encontrão de cabeça, não seria nenhum absurdo que essa luta terminasse empatada. Exceto é claro pelo simples fato de que precisava mesmo corrigir um pequeno equívoco do passado. Agora que este erro foi reparado, resta saber se Bradley irá querer uma terceira luta, ou se Pacquiao irá enfrentar Márquez mais uma vez em sua carreira saturada de Pacquiao vs. Márquez. Porque esperar ver Manny Pacquiao contra Floyd Mayweather jr. é um sonho que muito provavelmente jamais será realizado.

sábado, 12 de abril de 2014

Esportes diferentes que você precisa conhecer

Quais são os maiores esportes do mundo? O futebol, o basquete e o vôlei certamente vêm à cabeça. Os fãs das Olimpíadas também podem lembrar da importância da natação, do atletismo e de muitos outros, mas será possível alguém dizer o nome de todos os esportes que existem? Entre esportes curiosos e outros que podem até parecer brincadeiras, separamos 6 esportes reconhecidos como olímpicos pelo COI que provavelmente você nunca ouviu falar.

Corfebol
O nome pode ser meio estranho, mas o conceito do jogo é de fácil aprendizado. O Corfebol foi inventado no começo do século XX na Holanda e é muito popular nesse país e na Bélgica. Este é um esporte misto, disputado por duas equipes compostas por 4 homens e 4 mulheres, e o objetivo é fazer a bola atravessar uma cesta pendurada em um mastro. Foi trazido ao Brasil por professores no Rio de Janeiro, e recentemente a seleção brasileira ganhou o Pan-Americano de Corfebol e disputará o mundial do esporte na Bélgica em 2015.

Biatlo
Um esporte de inverno, o biatlo tem sua origem em exercícios militares na Noruega. Basicamente, os competidores disputam uma corrida de esqui onde no final devem atirar em um alvo a determinada distância. É um dos principais esportes das Olimpíadas de Inverno, mas também possui uma variante para o verão, onde, em vez de uma corrida de esqui, é disputada uma prova de cross-country.

Cabo de guerra
Pode parecer uma brincadeira, mas o cabo de guerra já foi até disputado em Olimpíadas. Pode ser disputado por homens e mulheres, que se dividem em categorias que levam em conta o peso total dos membros da equipe. Além de um esporte de força, também envolve certa técnica e muita coordenação da equipe nos movimentos dos atletas.

Floorball
Este esporte sueco é herdeiro do Bandy - uma espécie de hockey mas com outras regras - só que jogado in doors. O objetivo do jogo é marcar no gol do adversário, conduzindo a bola com bastões, mas sem o uso de patins, como no caso do hockey de quadra. É muito popular em países do norte e do leste da Europa e em alguns países asiáticos.

Dodgeball
Outra prática que para muitos era apenas uma brincadeira. O dodgeball, também conhecido nas escolas brasileiras como “jogo do Caçador” ou “Queimada”, é levado muito à sério nos Estados Unidos, onde competições oficiais são reguladas pela National Amateur Dodgeball Association. As regras são simples: duas equipes devem eliminar a adversária em 5 minutos. Um jogador está fora quando acertado pela bola, mas caso esta seja interceptada por um jogador sem ter pingado na quadra, o eliminado é quem arremessou, que também eliminado caso a bola acerte a cabeça de um adversário.

Rollerderby
Um esporte feminino de muito - mesmo - contato físico. O Rollerderby é derivado de provas de resistência sobre patins, evoluindo para um jogo onde equipes disputam entre si quantas voltas conseguem dar em cima da adversária. É muito popular nos Estados Unidos, mas já conta com uma comunidade crescente no Brasil que, inclusive, participa de competições internacionais. Para começar, uma boa pedida é treinar com patins feminino que são mais básicos. Se quiser saber mais, é só acessar o site de um dos times e procurar um treino.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Não foi a melhor corrida dos últimos tempos

A temporada de 2010 da Fórmula 1 foi extremamente equilibrada, com quatro pilotos brigando pelo título na última corrida e cheia de provas emocionantes. O começo de 2013 foi agitado também e em 2012 a maioria dos comentários vindos daqueles que se dizem os maiores entendedores de corridas da categoria máxima do automobilismo não se continha em dizer que era a melhor temporada de todos os tempos. Era "emocionante" a briga pelo décimo segundo lugar. A Red Bull dominava, mas as corridas eram cheias de ultrapassagens, e isso já bastava para eles. Foi outro dia mesmo que isso aconteceu, mas eles só conseguem se lembrar do dia de hoje e hoje é sempre o mais emocionante de sempre.

As duas primeiras corridas do ano, na Austrália e na Malásia, foram realmente chatas. O que se lembra da temporada passada é que Sebastian Vettel e a Red Bull dominaram fácil do início até antes do fim, mas isso não quer dizer que faz tanto tempo que não tem uma corrida emocionante e cheia de ultrapassagens. Isso tem acontecido constantemente na Fórmula 1 pelo menos desde 2010, não é em todas as corridas e talvez não seja na maioria delas, mas também não é para exagerar ao ponto de dizer que o GP do Bahrein foi o mais emocionante dos últimos tempos. Mesmo que ele realmente tenha sido interessante e agitado, principalmente pela briga valendo a primeira posição.

É lamentável, mas se não tem briga pelo primeira posição, o líder da corrida nem aparece na trasmissão da TV. As brigas e ultrapassagens são legais até a segunda página, até o Maldonado fazer o Esteban Gutiérrez viver o seu dia de Daiane dos Santos com seu duplo twist carpado e outras pequenas coisas mais, mas chega uma hora que o "X" já não tem mais um pingo de graça. É mais do mesmo e mais burrice de quem retarda a freada e quase acerta a traseira do outro cara. O que vale mesmo é a briga pela primeira posição, a briga pela vitória. E desta vez aconteceu, tudo porque o Lewis Hamilton é agarrido e Nico Rosberg tentou parecer ser aguerrido.

O primeiro colocado larga no lado limpo da pista, mas do que isso adianta se as duas primeiras curvas são para o lado que largou o segundo colocado? Enquanto não acontecer nenhuma besteira, daquelas que "mistura tinta" a briga estará belamente aberta entre os dois pilotos da Mercedes, e assim Hamilton tem uma pequena vantagem. Mais do que isso ele foi inteligente, deixou o pior pneu para o fim quando teria ampla vantagem, mas o Safety Car quase atrapalhou seus planos. Rosberg foi bem não só depois do Safety Car, como antes quando até chegou a passar o inglês antes até da primeira parada. Isso foi o que fez a corrida ser tão legal, mas não a mais legal dos últimos tempos como se não tivesse tido nenhuma corrida agitada com chuva e emocionante nos últimos quatro anos. Foram várias.

The Undertaker é derrotado no WrestleMania

O que esperar de um dia onde Daniel Bryan vence duas lutas, uma conta Triple H e Stephanie McMahon e outra contra Randy Orton e Batista? Os fãs incrédulos olhavam com olhos arregalados, a boca aberta e as mãos espalmadas em suas cabeças. Ninguém poderia acreditar na tragédia que estava desenhada frente aos seus olhos que em um dia com certeza a terra não só irá comer como também engolir para sempre. Era trsite de ver e impossível acreditar, mas ele estava lá, estendido no chão. Como isso foi acontecer não podemos saber, mas The Undertaker foi derrotado no WrestleMania.

No dia seguinte ao dia mais trágico da WWE, uma notícia importante apareceu. Mark Calaway, já com seus 49 anos de idade (Hulk Hogan está com 60), havia sido hospitalizado na noite de domingo com uma concussão grave. The Undertaker havia sido gravemente ferido durante sua luta contra Brock Lesnar que durou pouco mais de 25 minutos. Lesnar é um ex-lutador de MMA e talvez não entenda muito de WWE. Na WWE teoricamente tudo é de mentira e tudo é armado, mas quando algo acabado supostamente saindo errado, só nos resta torcer e acreditar que não tenha sido premeditado.

Assim como Hulk Hogan e The Rock, The Undertaker é como uma lenda na luta de entretenimento. Mais do que isso ele era um mito do WrestleMania, o maior de todos os eventos fechados da WWE que acontecem todos os meses. Ele ia para o WrestleMania e ninguém duvidada que de lá ele saíria com mais uma vitória. Foram 21 vitórias e nenhuma derrota e tudo que os fãs mais gostariam de ver era ele vencendo novamente. Em algo onde tudo é armado, pelo menos teoricamente, não tem como você esperar que algo vai mudar se é tão legal, mas mesmo assim havia uma apreensão e um medo de que o pior pudesse acontecer.

Talvez Undertaker não tenha ido para o hospital por acaso. Talvez ele se machucou de verdade e não aguentava mais, por isso perdeu, mesmo que 25 minutos seja um tempo normal para o término de uma luta. Talvez a WWE estava cansada de ver The Undertaker se ausentar por quase um ano e voltar apenas no WrestleMania para manter sua streak. Talvez Brock Lesnar não tenha entendido a brincadeira e pegou pesado demais. Talvez nada havia sido combinado e deixaram acontecer do jeito que acontecesse, afinal Daniel Bryan ganhou duas lutas contra duas duplas. Ou ainda talvez este tenha sido o fim definitivo de The Undertaker, que irá se aposentar, que não volta mais, mas que pelo menos fez uma história linda com 21 vitórias no WrestleMania e definitivamente, seja pelo que for, não merecia ter perdido em sua suposta despedida.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Quis parar o carro e ficou com cara de palhaço

O tempo nublado e chuvoso que perdurou durante todo o fim de semana, e que irá voltar na quarta-feira, não fazia parte do cenário quando o início da tarde de segunda-feira começou. E não era uma segunda-feira qualquer, não era apenas mais um início de semana chato e comum que ninguém gosta, era simplesmente o dia que a MLB estava de volta. O opening day, o dia da abertura, o início da uma nova aventura rumo a nada menos do que 162 jogos até o final da temporada regular. Em um dia desses o sol tem que brilhar mais forte, tudo tem que ser mais belo e mais perfeito, ou pelo menos deveria ser assim para o Mets no Citi Field.

Não só para o Mets, mas também para a maioria dos 42.442 torcedores que foram ao estádio ver o seu time jogar, mesmo que a equipe não faça uma boa campanha e não alcance os playoffs a muitos anos. Um desses torcedores saiu de Danbury, e levou longas três horas para chegar até o Queens. Quase o mesmo tempo que dura uma partida de beisebol. Mas quando chegou no estacionamento do estádio não encontrou lugar para estacionar o carro. Tudo porque o estacionamento do Citi Field está sendo temporariamente ocupado pelo Circo de Soleil, e certamente em cima do picadeiro é que não pode ficar parado com seu carro.

O jeito foi parar em um lugar mais distante, tentar chegar de metrô, mas com todo esse trastorno ele perdeu o arremesso inicial. O torcedor de Danburry não viu as homenagens ao radialista falecido Ralph Kiner, não ouviu o hino nacional tocar e não viu o prefeito Bill de Blasio fazer o arremesso simbólico, bem como escutar algumas vaias saudáveis daqueles que já estavam em seus lugares marcados. E não era o caso de uma torcedora que mora bem ao lado, em Flushing, cujo tempo de carro até o estádio é de apenas cinco minutos. Mas ela encontrou seu assento na segunda parte da quarta entrada, tudo porque o circo a impediu de parar seu veículo.

Da próxima vez ela vai querer sair mais cedo, pois não irá querer perder home runs e corridas de sacrifício que sua equipe marcou até a primeira parte da quarta entrada. O dia estava belo como não esteve no fim de semana e como não estará na quarta-feira, e as coisas estavam boas para o New York Mets, mas o circo estava no estacionamento enquanto poderia estar escondendo o que viria do bullpen. Com cinco a quatro no placar na oitava entrada, eles não poderiam deixar o rival empatar. Eles não fizeram mégica e tudo acabou virando uma grande palahaçada. Foi difícil achar uma vaga e no final acabou sem graça, sem lugar para estacionar e ainda por cima uma derrota para amargar.

As promessas brasileiras para o tênis

Desde Gustavo Kuerten, há 10 anos, o Brasil ainda não conseguiu emplacar um nome de tamanho destaque no Tênis Mundial. Hoje são muitos os talentos que despontam em terras brasileiras, mas mesmo que nenhum deles ainda estejam no top 100 da ATP, muito treino e dedicação podem leva-los ao sucesso em 2016.

Hoje temos exemplos como Bruno Sant’anna, de São José dos Campos, que tem a meta de chegar ao top 100 antes das Olimpíadas. Um tremendo desafio, pois não é muito comum ver atletas na casa dos 20 entre os 100 melhores. Hoje ele é o número 440 no ranking.

Aos 21 anos, Guilherme Clezar já chegou as Quartas de Finais de Roland Garros na chave juvenil. Recentemente foi convocado para integrar a equipe brasileira na Copa Davis.

Do lado feminino temos nomes como Beatriz Haddad, que começou a jogar tênis aos 5 anos e aos 15 chegou a 15º posição no circuito juvenil da Federação Internacional de Tênis (ITF). A tenista terá 20 anos nos jogos olímpicos de 2016.

A pernambucana Teliana Pereira mora no Paraná desde os 8 anos e fez ótimas atuações como juvenil. Ganhou a medalha de bronze ao lado de Joana Cortez no Pan-americano do Rio de Janeiro em 2007. Sua meta é estar no auge de sua carreira aos 28 anos em 2016.


Esses são só alguns exemplos de tenistas que já estão se preparando para as Olimpíadas, e esperemos que cada vez apareçam novos nomes para alavancar o futuro do tênis nacional, e que o esporte possa ser cada vez mais difundido por aqui.