Lindsey Vonn no Net Esportes

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A esquiadora americana Lindsey Vonn teve uma carreira gloriosa no esqui alpino. A musa das neves conquistou títulos e acumulou recordes, ao mesmo tempo que lutava contra lesões que a impediram de ser ainda maior do que foi. Os problemas a tiraram de Olimpíadas e culminaram na decisão que poucos estavam preparados para ouvir, a decisão de se aposentar das competições. Vonn deixa as montanhas brancas como a maior esquiadora da história, mas sem antes bater o recorde de vitórias entre qualquer esquiador (incluindo mulheres e homens) do qual esteve tão próxima. Desta forma, com sua despedida deste esporte de Inverno tão peculiar e tão perigoso, o blog Net Esportes lhe faz uma homenagem relembrando a maioria das vezes que ela foi, merecidademente, mencionada por aqui.

Dezembro de 2007 - A primeira vez que Lindsey Vonn foi citada no blog. Ela ficou em segundo lugar em uma prova de downhill, mas liderava a classificação na descida livre, que era sua maior especialidade. Em seguida, na Áustria, ela conseguiu ficar com a primeira colocação e ganhou uma postagem com foto pela primeira vez. O mês estava quente para a esquiadora americana e ela foi mais uma vez destaque com uma vitória consecutiva.

Março de 2008 - Apesar da Copa do Mundo de esqui alpino se decorrer ao longo do fim do ano e início do ano seguinte, Lindsey Vonn só voltou a ser destaque no blog com matéria completa e foto quando ganhou pela décima vez uma prova de downhill, estabelecendo na época um recorde nunca antes alcançado por uma esquiadora dos Estados Unidos. Logo em seguida ela garantiu o título geral do Copa do Mundo de esqui alpino pela primeira vez na carreira, culminando em uma dobradinha com seu compatriota Bode Miller no masculino em um feito que não ocorria desde 1987.

Novembro de 2008 - Agora consagrada, Vonn foi destaque em um artigo que exaltava seu favoritismo para vencer o título de campeã geral mais uma vez.

Fevereiro de 2009 - Vonn foi citada em alguns artigos e, antes do Campeonato Mundial de 2009, apareceu mais uma vez como favorita para várias disciplinas de esqui alpino. E ela venceu, levou duas medalhas de ouro, mas ao comemorar machucou a mão em uma garrafa de champagne e ficou fora das provas seguintes.

Março de 2009 - O corte na mão e a cirurgia não impediram Vonn de retornar às competições. Com mais uma vitória ela ficou praticamente com a mão na taça. Na etapa seguinte a alemã Maria Riesch brilhou e a decisão do título acabou sendo adiada. A conquista definitiva do bicampeonato veio em grande estilo, vencendo o downhill em Are, na Suécia. Ela nem imaginava na época, mas sua última prova da carreira seria esta e neste mesmo lugar, mas com uma terceira colocação.

Outubro de 2009 - É lançada nas redes sociais uma campanha sobre a história de Lindsey Vonn que visava brilhar nas Olimpíadas de Inverno de 2010 no Canadá.

Dezembro de 2009 - Já sofrendo com lesões Vonn só conseguiu vencer uma etapa da nova temporada da Copa do Mundo em dezembro. Mais tarde, mesmo com problemas no clima, ela conseguiu assumir a liderança na classificação geral.

Janeiro de 2010 - Com um adiamento de uma prova, Vonn aproveitou a chance e venceu três provas no mesmo final de semana conseguindo o famoso hat-trick. Mais tarde ela perdeu a liderança geral para Riesch, mas reassumiu com uma grande reação e recuperação.

Fevereiro de 2010 - Com a proximidade das Olimpíadas, Vonn foi destaque da revista SI Swimsuit, sendo fotografada com trajes de banho e posições polêmicas. Pouco antes do início dos Jogos Lindsey Vonn anuncia que está com uma lesão e uma dor insuportável. Com muita determinação e força de vontade, ela superou o problema e as polêmicas fora das competições para brilhar na prova de downhill das Olimpíadas de Vancouver 2010 e faturar a medalha de ouro pela primeira vez na sua brilhante carreira, que acabou sendo a única de ouro. No Super-G ela ficou com o bronze.

Março de 2010 - Já esquecendo Vancouver, Vonn conquista o título de algumas disciplinas por antecipação. Antes do final do mês a rainha alcançou sua consagração com o terceiro título geral da Copa do Mundo.

Julho de 2010 - No prêmio ESPY, da ESPN, ela levou como melhor atleta feminina e melhor atleta olímpica.

Janeiro de 2011 - Tem início uma disputa acirrada entre Lindsey Vonn e sua amiga Maria Riesch.

Fevereiro de 2011 - Fatura o prêmio Laureus de 2011 como melhor atleta feminina do ano. Fica apenas com uma de bronze no Mundial de 2011, apesar do esforço.

Março de 2011 - Disputa entre Lindsey Vonn e Maria Riesch fica acirrada, deixando uma dúvida sobre quem seria a campeã. E quem acabou vencendo, por apens três pontos de diferença, foi a alemã Maria Riesch.

Outubro de 2011 - No início da temporada seguinte Vonn começou de forma arrasadora.

Dezembro de 2011 - No lado de fora das competições, Vonn se separa do mardo Thomas Vonn, mas continua usando o sobrenome de Vonn que a tornou famosa no mundo inteiro.

Fevereiro de 2012 - Lindsey Vonn entra para o seleto clube de esquiadores com 50 vitórias na carreira, tanto no feminino quanto no masculino.

Março de 2012 - É eleita pelo blog como a terceira mais bela do esporte mundial. Em seguida é exaltada como uma das maiores esquiadoras de todos os tempos.

Dezembro de 2012 - Aparece como um dos destaques na lista Net Esportes de melhores do ano de 2012.

Janeiro de 2014 - O triste anúncio de que estaria fora da disputa das Olimpíadas de Inverno de Sochi.

Janeiro de 2015 - Vonn seguiu vencendo o título de várias disciplinas, mas o título geral não ganhou mais. Isso, no entanto, não a impediu de continuar batendo recordes até se tornar a maior vencedora de provas individuais da história superando Annemarie Moser-Pröll.

Março de 2015 - A última postagem sobre Lindsey Vonn exalta mais um Globo de Cristal na conta. Em 2016 ela venceria o downhill novamente. Terminou a carreira com 82 vitórias em 16 temporadas, muito próxima do sueco Ingemar Stenmark, que venceu 86 vezes. Alguns diziam que ela só iria se aposentar depois que chegasse à vitória 87, mas as lesões impediram e ela diz adeus aos 34 anos, mas sem antes ter deixado sua marca na história. Lindsey Vonn foi a maior esquiadora de todos os tempos, e valeu ter registrado aqui alguns dos momentos mais sublimes dessa sua brilhante carreira.

Super Bowl LIII: Bill e Tom

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Normalmente o grito que fica entalado na garganta é o de campeão, mas o Super Bowl LIII nunca viu um grito de touchdown demorar tanto tempo para acontecer. Em toda a história do futebol americano nunca se viu antes uma decisão de título com tão poucos pontos nos três primeiros quartos: apenas seis. Parecia até que nem o Los Angeles Rams e nem mesmo o New England Patriots queriam vencer, mas na verdade eles estavam jogando como nunca para não perder. E quem começou perdendo foram os patriotas da Nova Inglaterra, mas não no placar que abriu três a zero em seu favor no segundo quarto com um field goal de Stephen Gostkowski, mas sim no erro que Gostkowski havia cometido ainda no primeiro quarto. Errar um chute em um jogo tão importante como este pode ser crucial para uma vitória, assim como acertá-lo faltando apenas um minuto para o apito final pode determinar a vitória.

Muito antes disso, porém, o jogo seguia em um equilíbrio nunca antes visto na história. E não é porque os jogos de Super Bowl não tenham equilíbrio, mas mesmo em jogos equilibrados os número no placar também são elevados. Desta forma, sem muita emoção, mas sobrando tensão, o Rams chega ao empate com Greg Zuerlein. Acertar um chute em um jogo tão importante como este pode ser crucial para uma vitória, assim como errá-lo faltando poucos segundos para o apito final podem determinar que a última gota de esperança escorreu para sempre no mais profundo ralo da tristeza sem fim, ou sem um mísero touchdown. O Los Angeles Rams conseguiu a incrível façanha de não marcar nem ao menos um touchdown em todo o Super Bowl LIII. Melhor para o Patriots, que pelo menos uma vez conseguiu soltar o grito que estava mais do que engasgado no fundo da alma.

O jogo estava no último quarto e faltavam apenas sete minutos para terminar o tempo regulamentar. As defesas de ambos os times estavam inacreditáveis e o placar magro mostrava um empate doloroso em apenas três a três. Nesse momento crucial da partida brilhou a estrela de um velho conhecido de tantos anos e tantas histórias. Tom Brady começou a acertar os passes mais longos que Jared Goff não estava conseguindo. Desta vez não poderia ser apenas mais um field goal de desempate, desta vez precisava de um pouco mais, precisava soltar aquele grito entalado na garganta. Julian Edelman fez o milagre da aproximação acontecer, ele acabou sendo eleito o MVP do jogo, e na sequencia Sony Michel deu ao fanático torcedor o prêmio que ele tanto merecia. O grito de touchdown saiu, mas ainda faltava o grito de campeão.

O técnico do Patriots Bill Belichick tem 66 anos de idade. Sean McVay, técnico do Rams, tem metade da idade dele. O técnico do Rams é oito anos mais novo que o quarterback do New England Patriots, que estabeleceu mais recordes para sua gloriosa carreira. E tudo isso foi culminado quando faltava pouco mais de um minuto para acabar o jogo. Depois do grito de touchdown, saiu o grito de campeão, e foi dos pés de Gostkowski, o mesmo que havia errado um chute de field goal no começo do jogo, desta vez acertou a uma distância de 41 jardas. Ao Rams ainda restava uma fagulha de esperança, mas tudo foi por água abaixo quando Greg Zuerlein errou o chute de field goal. Desde o Miami Dolphins no Super Bowl VI uma equipe não deixava o campo sem marcar nenhum touchdown no jogo do título.

A história do New England Patriots começou em 1960, mas antes da união de Tom Brady com Bill Belichick eles nunca haviam sido campeões. O primeiro título veio em 2001 e, em 2004, já eram três. Depois disso voltaram ao Super Bowl outras duas vezes, e nas duas foram derrotados. O tempo foi passando, mas a idade avançada dos dois principais trunfos não se tornou um problema. Desde 2014 eles não foram ao super Bowl apenas em 2015, e só perderam a decisão do ano passado para o Eagles. Tom Brady se tornou o quarterback com mais aparições em Super Bowl, nove no total. O jogador mais velho a ser campeão, o jogador que mais títulos tem na carreira, com seis. O Patriots igualou o Pittsburgh Steelers como equipe que mais venceu na história com seis. Bill Belichick é o técnico mais velho a ser campeão, o técnico que mais vezes foi campeão e o que mais vezes disputou o Super Bowl. Foi tenso, nervoso, com gritos entalados na garganta, mas eles fizeram novamente. Assim sendo, a dupla Tom e Bill são os primeiros indicados ao prêmio Net Esportes de melhores do ano de 2019.

Um canguru chamado Djokovic

aberto da austrália
Durante alguns anos o mundo do tênis praticamente só ouvia falar de dois nomes: Roger Federer e Rafael Nadal. Eles dominavam o circuito e proporcionavam batlhas épicas dentro das quadras, principalmente em finais de Grand Slam. O espanhol não dava nenhuma chance ao suiço no saibro de Roland Garros, enquanto isso sofria para superar seu maior rival na grama sagrada de Wimbledon. Ali, em Londres, fizeram um dos maiores jogos de todos os tempos na decisão de 2008. O tempo acabou passando e alguns nomes que se ouviu falar algumas vezes ganharam força. Em especial os de Novak Djokovic e Andy Murray. Assim sendo, um tipo de quarteto se formou e por muitos anos era praticamente só o que se via em finais de Grand Slam e nas quatro primeiras posições do ranking.

O britânico, apesar de ter chegado em onze decisões de Grand Slam, acabou ficando em um patamar mais abaixo, tendo conquistado apenas três dos maiores títulos, sendo Wimbledon duas vezes e US Open uma vez. Entre 2012 e 2016 ele só enfrentou Novak Djokovic em finais de Grand Slam, sendo que jamais enfrentou Rafael Nadal nas finais deste tipo de competição. E por ter ganho apenas dois de seis embates, acabou elevando o sérvio ao patamar dos dois outros grandes jogadores que dominavam quase tudo. Djokovic já havia provado que está em um nível superior, que está ao alcance de Federer e Nadal, mas agora conforme o tempo vai passando ele consegue ir afirmando cada vez mais esta condição. Isso faz com que aquela dupla de dois grandes, que quase virou um quarteto, possa finalmente ser considerada como um trio de gigantes.

No topo, mas bem lá em cima mesmo, quase tocando o céu, está Roger Federer. O suíço pode ser facilmente chamado de o melhor de todos os tempos com seus 20 torneios de Grand Slam conquistados. Em seguida vem Rafael Nadal, o toro miura que já chegou aos 17 títulos de Grand Slam, principalmente graças a Roland Garros que já lhe rendeu nada a menos do que 11 taças. Se mantiver o seu ritmo na terra batida de Paris poderá passar Federer e alcançar o recorde. Agora, junto com os dois, chega então definitivamente Djokovic, que alcançou seu Grand Slam de número 15 e deixou para trás a lenda Pete Sampras, o jogador que ficou por muito e muitos anos com o recorde de 14 títulos de Grand Slam e que agora se vê superado por três jogadores da mesma época. Se não bastasse, Djokovic ainda superou Roy Emerson e se tornou o maior vencedor do Aberto da Austrália de todos os tempos com sete conquistas.

Pulando de alegria, pulando feito um canguru em Melbourne. Novak Djokovic sempre foi um dos grandes, mas agora ele é um dos gigantes. Rafael Nadal está perto e Federer se tornou um objetivo concreto. Nesta equação de números, a idade acaba se tornando um possível diferencial na previsão de um resultado fatal. Roger Federer está agora em janeiro de 2019 com 37 anos, em 2012 ele tinha 30 anos quando chegou ao seu Grand Slam de número 15. Rafael Nadal também alcançou a marca dos 15 tendo praticamente a mesma idade, elevando para 17 aos 32 anos. Enquanto isso Djokovic está com 31 anos atualmente. Isso significa que os três estão praticamente no mesmo nível técnico e físico, sendo que a única diferença é que Federer ainda está jogando e não se sabe se Nadal e Djoko irão tão longe. Murray já não foi, nem em número de títulos e nem na idade, pois anunciou que irá se aposentar. Nunca houve um quarteto, mas sempre existiu um trio. Uma trinca que já fez muito pelo tênis, mas que por mais incrível que possa parecer, promete fazer muito mais nos próximos anos.

Confira o calendário esportivo de 2019

calendario esportivo 2019
O calendário esportivo de 2019 trás as principais competições de esportes no ano de 2019. Aqui estão apenas os principais eventos no mundo dos esportes que podem fazer os esportistas que neles se destacarem concorrerem ao prêmio Net Esportes de melhores do ano.

Janeiro
1/1 - Hóquei no gelo - NHL Winter Classic
6/1 a 17/1 - Automobilismo - Rali Dakar
14/1 a 27/1 - Tênis - Aberto da Austrália

Fevereiro
3/2 - NFL - Super Bowl
15/2 - NBA - All-Star Game
17/2 - NASCAR - Daytona 500

Março
17/3 - Fórmula 1 - Início da temporada (GP da Austrália)
28/3 - MLB - Início da temporada

Abril
11/4 a 14/4 - Golfe - Masters de Augusta
13/4 - NBA - Início dos Playoffs

Maio
4/5 - Turfe - Kentucky Derby
11/5 a 2/6 - Ciclismo - Giro d'Italia
13/5 a 19/5 - Golfe - PGA Championship
18/5 - Turfe - Preakness Stakes
26/5 - Automobilismo - 500 milhas de Indianapolis
26/5 a 9/6 - Tênis - Roland Garros
30/5 - NBA - Finais

Junho
1/6 - Futebol - Final da Champions League

8/6 - Turfe - Belmont Stakes
13/6 a 16/6 - Golfe - US Open
14/6 a 7/7 - Futebol - Copa América no Brasil
15/6 a 16/6 - Automobilismo - 24 Horas de Le Mans

Julho
1/7 a 14/7 - Tênis - Wimbledon
6/7 a 28/7 - Ciclismo - Tour de France
12/7 - 28/7 - Natação - Campeonato Mundial

18/7 a 21/7 - Golfe - Open Championship
26/7 a 11/8 - Jogos Pan-Americanos de Lima-PER

Agosto
24/8 a 15/9 - Ciclismo - Vuelta a España
26/8 a 6/9 - Tênis - US Open

Setembro
5/9 - NFL - Início de temporada
28/9 a 6/10 - Atletismo - Campeonato Mundial


Outubro
12/10 - Triatlo - Ironman do Hawaii
22/10 - MLB - Início da World Series

Novembro
3/11 - Atletismo - Maratona de Nova York
17/11 - Fórmula 1 - GP do Brasil
23/11 - Futebol - Final da Libertadores da América - Santigo-CHI

Dezembro
Futebol - Mundial de Clubes da FIFA
31/12 - Atletismo - Corrida de São Silvestre

Os melhores de esporte em 2018

melhores do esporte em 2018
Chegando ao final do ano e chegando também a lista Net Esportes dos melhores do esporte em 2018. Foi mais um ano incrível para o esporte mundial, tivemos as Olimpíadas de Inverno na Coreia do Sul e tivemos também a Copa do Mundo de futebol da FIFA na Rússia. Seria muito natural que o grande destaque do ano saísse de um desses dois eventos, mas não foi o caso. A nossa escolha de melhores do ano depende muito de diversos fatores sobre cada façanha esportiva, é claro que tanto um representante da Copa como das Olimpíadas de Inverno estão entre os dez melhores, inclusive entre os três primeiros, ou seja, só não conseguiram ser o melhor do ano porque o melhor de todos conseguiu ir um pouco além, fez um pouco mais do que qualquer expectativa ou probabilidade. Outro detalhe foi que neste ano os treinadores ganharam espaço, e não foi apenas um, lembrando os ano em que as equipes inteiras tinham um destaque maior do que apenas um atleta. No final, devido a grande quantidade de esportistas que poderiam estar entre os dez, trazemos algumas menções honrosas e as devidas explicações sobre cada um deles.

1. Nick Foles
Melhores do esporte em 2018
FUTEBOL AMERICANO
A história de Nick Foles parece até um conto de fadas. O jogador de futebol americano tinha uma carreira promissora, mas quando chegou no Philadelphia Eagles virou reserva. Ele só esquentava o banco e chegou até a pensar em se aposentar. Tudo isso até que no final de temporada regular (2017), o quarterback titular se machucou e Nick Foles entrou em seu lugar. ali começou a sua história incrível. O time terminou o ano vencendo e continuou triunfando nos playoffs. A equipe chegou na decisão conduzida por Foles e conquistou o título do Super Bowl pela primeira vez em sua história diante do poderoso New England Patriots de Tom Brady. Se já não fosse suficiente Nick Foles ainda marcou um touchdown recebendo passe e acabou sendo eleito MVP do Super Bowl. Na atual temporada ele voltou ao banco de reservas e, na semana 15 o titular não pôde jogar. Foles entrou e o Eagles derrotou o Rams, que é um dos melhores times dessa atual temporada. A história pode até estar se repetindo novamente, mas mesmo que não seja o caso Nick Foles já fez por merecer o prêmio Net Esportes de melhores do esporte no ano de 2018. Saiba Mais

2. Ester Ledecká
Melhores do esporte em 2018
OLIMPÍADAS DE INVERNO
A edição de 2018 das Olimpíadas de Inverno foram realizadas na Coreia Do Sul. Estavam muito distantes e parecia que não dava nem para saber o que estava acontecendo por lá. Infelizmente no Brasil não tem a mesma repercussão das Olimpíadas de Verão, mas mesmo assim às vezes conseguimos saber um pouco mais sobre os acontecimentos. E dentre vários acontecimentos importantes tivemos um que foi quase inacreditável. Não foi uma novidade tão grandiosa de certo ponto de vista, afinal a história já viu diversos atletas ganharem medalhas em diferentes modalidades, até mesmo ganhando nos Jogos de Verão e depois nos Jogos de Inverno. Já tivemos até atleta ganhando duas de ouro em duas modalidades diferentes, mesmo que muito parecidas. Mas nunca antes, seja homem ou mulher, alguém ganhou duas medalhas de ouro em dois esportes diferentes e tudo isso na mesma edição das Olimpíadas. O extraordinário foi feito por Ester Ledecká, que foi ouro no Esqui Alpino por uma diferença de 1 milésimo e depois levou o outro no Snowboard. E é só por isso que ela é a segunda colocada no prêmio Net Esportes de melhores do esporte no de 2018. Saiba Mais

3. Kylian Mbappé
Melhores do esporte em 2018
FUTEBOL
Um ano de Copa do Mundo é sempre um ano incrível para o futebol. É muito difícil não levar um dos maiores eventos esportivos do planeta mais em consideração do que os outros acontecimentos que ocorrem normalmente todos os anos. Desta forma o destaque do futebol tinha que sair da Rússia e, mesmo que não necessariamente da França que foi campeã, mas muito melhor que fosse. Kylian Mbappé não foi o nome francês da segunda conquista do país, mas o que ele fez só havia sido feito por um jogador em toda a história de todas as Copas do Mundo que já foram realizadas desde 1930: Pelé. O técnico francês, outros jogadores, o melhor jogador da Croácia que chegou na final pela primeira vez, qualquer um poderia estar aqui, mas só Kylian Mbappé é que repetiu o feito de marcar um gol em final de Copa do Mundo com menos de 20 anos de idade, o outro foi ninguém menos que Pelé. Além de tudo ele ainda foi campeão, algo que os dois maoires jogadores da atualidade, Lionel Messi e Cristiano Ronaldo, ainda não conseguiram. É por isso que ele alcançou o terceiro lugar no prêmio Net Esportes de melhores do esporte no ano de 2018. Saiba Mais

4. Bob Baffert
Melhores do esporte em 2018
TURFE
Foi outro dia mesmo que o cavalo puro sangue American Pharoah venceu a tríplice coroa após um longo jejum de 38 anos de espera para o turfe americano. Muitos acreditavam que nem fosse mais possível alcançar a façanha, e muito menos que poucos anos depois a façanha seria repetida. Agora foi a vez de Justify, quebrando até algumas "Maldições". E o que une a história dos dois cavalos é o seu treinador Bob Baffert. Com seus cabelos brancos ele tem uma história grandiosa, já treinou vários cavalos, já ganhou e já perdeu muitas corridas, mas conseguiu fazer o que ninguém fazia já havia muito tempo: Vencer a tríplice coroa do turfe americano. Já era claro o suficiente, e American Pharoah é que era o nome do esporte, mas agora as coisas são um pouco diferente, tudo porque Bob Baffert fez de novo, desta vez com Justify. Essa é a grande justificativa para que o treinador esteja aqui na lista como o quarto maior nome do esporte no prêmio Net Esportes de melhores do esporte no ano de 2018. Saiba Mais

5. Alex Cora
Melhores do esporte em 2018
BEISEBOL
Ainda no Top Five e mais um treinador entra na lista. E não é simplesmente por acaso que Alex Cora. Ele já foi jogador, inclusive do Boston Red Sox onde foi campeão em 2007, tendo encerrado sua carreira em 2011. Então como muitos se fez a pergunta: O que fazer agora? E ele decidiu que seria treinador. E foi aí que a sua história incrível começou. Ele foi auxiliar técnico do Houston Astros em 2017, e nesse ano o Houston Astros foi campeão da World Series. Ele então deixa o time para ser o técnico principal da equipe do Boston Red Sox, e o que acontece? Simplesmente a maior campanha do time na temporada regular com inacreditáveis 108 vitórias e o título da World Series, tendo perdido apenas um jogo em cada confronto dos playoffs, sendo um dos adversários o grande rival New York Ynakees. O Boston Red Sox tem atualmente grandes jogadores e já esqueceu a muito tempo a "Maldição do Bambino", mas talvez eles não soubessem o que fazer se não fosse Alex Cora que em seu primeiro ano no comando já foi campeão. Por isso que ele é o quinto colocado no prêmio Net Esportes de melhores do esporte no ano de 2018. Saiba Mais

6. LeBron James
Melhores do esporte em 2018
BASQUETE
Muitos poderão estar se perguntando por quê LeBron James e não o Golden State Warriors, Stephen Curry ou Kevin Durant se eles é que foram os campeões. E a resposta talvez esteja em toda a lista dos melhores de cada ano onde o que se busca ver é o que vai além, o ineditismo, a superação e o extraordinário. Não foi pelo simples fato de LeBron James ter chegado à final mais uma vez, a oitava consecutiva, mas sim pela forma como aconteceu. Depois de perder em 2017, o Cleveland Cavaliers parece que se perdeu. Kyrie Irving foi embora para o Boston Celtics e parecia até que o Cavs não chegaria nem na final da Conferência. Mas sob o comando de James eles foram se superando, até o sétimo jogo da final da conferência onde LeBron James não parou nem um segundo sequer para descansar, jogou o jogo inteiro e colocou sua equipe na final mais uma vez. Na atual temporada LeBron James foi para o Los Angeles Lakers e a equipe se transformou. LeBron James já provou o quanto é bom, mas ás vezes ele consegue ir além, é por isso que ele está em sexto lugar no prêmio Net Esportes de melhores do esporte no ano de 2018.

7. Roger Federer
Melhores do esporte em 2018
TÊNIS
Hoje em dia tem sido muito comum ver jogadores ainda ativos chegando aos 40 anos de idade, às vezes até passando dos 40 e seguindo lá firmes e fortes. Tem exemplos no beisebol, no automobilismo, no golf, no boxe, beisebol, NFL e até mesmo no futebol. Mas no tênis isso não é muito comum, talvez devido a grande exigência física que este esporte individual possui e também pelo grande número de jovens talentos que surgem a cada ano e que dão um grande trabalho aos veteranos consagrados. Assim sendo, todos os anos o mundo pergunta se Roger Federer irá se aposentar, mas o tenista suíço insiste em não perdurar as raquetes. No começo de 2018 ele aprontou novamente e, aos 36 anos de idade, conquistou o título do Aberto da Austrália, se vigésimo título de Grand Slam, marca nunca antes alcançada por nenhum outro tenista masculino. O resto do ano não foi dos melhores, mas no final do ano ele estava lá no ATP Finals, onde só jogam os melhores do ano e deu trabalho novamente chegando na semifinal. Roger Federer é incansável e é por isso que ele está em sétimo lugar no prêmio Net Esportes de melhores do esporte no ano de 2018. Saiba Mais

8. Breanna Stewart
Melhores do esporte em 2018
BASQUETE
Neste ano o basquete foi o único esporte que colocou dois representantes entre os dez nomes do esporte em 2018. Geralmente existe uma tendência em se destacar apenas um de cada esporte, afinal um dos feitos de um tende a ser mais extraordinário do que o outro, mas essa regra não se aplica se os indicados forem um do masculino e outro do feminino. Desta forma Breanna Stewart surgiu por aqui, e isso aconteceu porque depois de ter feito um grande ano de 2016, ela conseguiu ser ainda mais brilhante em 2018. Breanna foi campeã da WNBA, foi eleita a MVP das finais, foi eleita também a MVP de toda a temporada regular, foi escolhida para a All-Star Game, está no quinteto titular do time do ano, ganhou a Copa do Mundo de basquete feminino com os Estados Unidos e foi eleita a melhor jogadora da competição realizada na Espanha, além de fazer parte também do time do campeonato. Ela simplesmente só faltou fazer chover neste ano de 2018, com apenas 24 anos, e por isso ela está em oitavo lugar no prêmio Net Esportes de melhores do esporte no ano de 2018.

9. Simone Biles
Melhores do esporte em 2018
GINÁSTICA OLÍMPICA
Em alguns esportes é assim, se não tem Olimpíadas, tem o Campeonato Mundial. E se Breanna Stewart encanta com 24 anos, a Simone Biles vai um pouco além e faz o mesmo aos 21. Na Ginástica Olímpica o tempo passa um pouco mais rápido que no Tênis do Roger Federer e nos outros esportes, aqui se fica "velho" mais rápido, então é preciso fazer tudo e mais um pouco enquanto se é muito jovem. E Simone Biles já fez isso, tenha sido nos campeonatos mundiais de 2014, 2015 ou nas Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016, sempre ganhando suas quatro medalhas de ouro e mais uma (quer era prata ou bronze), mas agora, no Mundial de Doha, ela se superou mais uma vez e mostrou que pode ir além. Simone Biles ganhou novamente as suas tradicionais quatro medalhas de ouro, mas desta vez ao invés de pegar mais uma de prata ou mais uma de bronze, ela levou as duas, mais uma prata e mais um bronze sainda da competição com seis medalhas, sendo que antes só conseguia no máximo cinco. É por isso que Simone Biles está em nono lugar no prêmio Net Esportes de melhores do esporte no ano de 2018.


10. Lewis Hamilton
Melhores do esporte em 2018
FÓRMULA 1
De todos que ficaram entre o dez melhores, principalmente levando em consideração as menções honrosas que virão a seguir, mesmo considerando a regra não obrigatória da não repetição de um mesmo esporte, pode-se dizer facilmente que Lewis Hamilton seja o mais contestado por estar aqui. Ele ganhou o título da Fórmula 1 deste ano tal como fizera no ano passado. Até aí realmente não tem nada demais, porém não foi tão simples como parece ser. A Ferrari melhorou incontestavelmente e começou o ano muito melhor que a Mercedes. Hamilton simplesmente igualou o número de cinco títulos da lenda Juan Manuel Fangio, somente Michael Schumacher está acima com sete títulos. Hamilton se tornou o maior pontuador em uma mesma temporada, melhorou seu número de poles, o número de poles em GP´s diferentes e vitórias em GP´s diferentes. Se já não fosse suficiente, venceu as duas últimas corridas do ano depois que o título já havia sido garantido, mostrando um comprometimento e um profissionalismo que podem levá-lo ainda mais longe em sua carreira. É por isso que Lewis Hamilton garantiu pelo menos o décimo lugar no prêmio Net Esportes de melhores do esporte no ano de 2018. Saiba Mais

Menções Honrosas
TÊNIS, ATLETISMO, FUTEBOL e BASQUETE
A cada ano que passa os acontecimentos esportivos ficam tão grandiosos e extraordinários que torna ainda mais difícil a tarefa de escolher dez destaques no final do ano, ainda mais um número um entre todos eles. Neste ano de 2018 o que não faltou foram candidatos para estarem pelo menos entre os dez melhores, e é por isso que eles merecem uma menção honrosa pelo que fizeram em 2018.

Uma dessas menções vai para o tenista Rafael Nadal. Seu ano de 2018 não foi tão bom quanto o de 2017 onde ele havia chegado em três finais de Grand Slam e vencido duas. Mesmo assim ele foi cogitado porque faturou o seu décimo primeiro título em Roland Garros, décimo sétimo Grand Slam. Mesmo que só ganhe no saibro até encerrar a carreira, o recorde de Federer está ameaçado, e talvez seja por isso que o suíço ainda não se aposentou. Destacamos também Eliud Kipchoge, do atletismo, que estabeleceu o novo recorde da Maratona. Ele talvez pudesse estar entre os dez, mas o grande feito talvez não seja apenas bater o recorde, mas baixar das duas horas em uma maratona. Se ele ou algum outro corredor fizer isso, não estará apenas entre os dez, ele poderá estar até mesmo na primeira posição.

O futebol teve um representante entre os dez, mas poderia ter tido outros dois. Um deles é o português Cristiano Ronaldo, campeão da Champions League mais uma vez com o Real Madrid e depois agitando o mercado com sua ida para a Juventus. Mas é a mesma coisa que fizeste no ano passado, na Copa do Mundo não fez nada e nem vai levar o Mundial, afinal está na Itália. Seu golaço de bicicleta poderia ter influenciado, mas outros jogadores também fizeram o mesmo. A maior injustiça talvez seja o nome de Luka Modric, também campeão da Champions com o Real e finalista da Copa do Mundo com a Croácia. Eleito o melhor jogador da Copa, melhor do mundo da FIFA, ele detonou, mas não ganhou a Copa e tão pouco fez o que Pelé fez na final como o Mbappé. Ele fez o que muitos já fizeram, faltou o algo a mais, o extraordinário para ele poder figurar um lugar melhor, mas pelo menos leva uma menção muito honrosa.

Muitos poderão sentir falta da Marta, do futebol feminino, que ganhou o prêmio de melhor jogadora do ano pela FIFA. Ela merece sem dúvida alguma todo o reconhecimento, mas convenhamos que este ano não foi o seu melhor ano. A quem diga que ela venceu o prêmio da FIFA apenas para superar CR7 e Messi, pois nenhum dos dois (sabendo que não ganhariam) compareceram à cerimônia deste ano. Por fim vale uma menção honrosa também a todo o time do Golden State Warriors que venceu o título da NBA mais uma vez de forma merecida e aniquilando o Cleveland Cavaliers na final com uma vtória de 4 a 0. Será que faltou alguém, seja entre os dez ou pelo menos nas menções honrosas? Se for o caso não hesite em comentar.