New England Patriots, um caso de amor e ódio

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Nunca gostei muito do New England Patriots e também nunca fui muito fã de Tom Brady. Isso não quer dizer que tenho alguma dúvida quanto ao fato do marido de Gisele Bündchen ser um dos melhores quarterbacks da atualidade e também de todos os tempos. E nem se trata do caso da maioria, que costuma ter uma aversão aos times de Boston. Realmente não da para ir muito com a cara do Celtics, na NBA, porém tenho uma admiração enorme pelo Red Sox, da MLB. Já o Bruins é indiferente, afinal a NHL também fica indiferente quando comparada a NFL, NBA e MLB. Fazer o que!

Então, em meio a esse cenário, surge a notícia preocupante de que 11 das 12 bolas usadas pelo Patriots na final da AFC estavam murchas. Não se trata de algo feito descaradamente, eram apenas duas libras a menos em cada bola oval, mas os amantes da honestidade plena não perdoam praticamente nada. Ainda no intervalo da partida o problema foi resolvido, mesmo que metade do jogo já tivesse decorrido. Faz parte da natureza, quem não ama odeia, e assim a turma do Brady ficou presa na teia. As investigações continuarão de todos os lados, mas o Super Bowl não será cancelado.

Se foi decisivo ou não para o Patriots vencer o jogo, não importa, o que está pesando mais foi uma declaração de Tom Brady que disse certa vez gostar das bolas levemente mais murchas. É muita munição para um 'DeflateGate' inevitável e uma sombra de dúvidas que rumará para Glendale, Arizona. O quarterback, claro, negou tudo, assim como o técnico Bill Belichick. Só que ambos, ou melhor, o Patriots, já esteve envolvido em um caso 'Gate', o 'SpyGate', quando a equipe de Massachusetts foi acusada de estar espionando o seu rival New York Jets. A velha história de Boston contra Nova York, Red Sox e Yankees agradecem a referência.

Quem alterou as bolas? Queriam ajudar o Patriots ou prejudicá-los? Quem ama a equipe continuará amando e quem odeia talvez odiará um pouco mais. Se alguém vai ser punido ou não, ninguém sabe ainda, porém um coisa pode se ter certeza no meio dessa história toda, a torcida do Seattle Seahawks no próximo domingo ficou um pouco maior.

Relembre as mudanças na Fórmula 1 para 2015

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Em Junho de 2014 foi anunciado pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo) um conjunto de mudanças para a temporada da Fórmula 1 deste ano. No Conselho Mundial realizado em Munique, a entidade deliberou, entre diversas medidas, pela volta da relargada parada, realizada após a entrada dos carros de segurança na pista durante a prova.

Entre as mudanças anunciadas pela entidade, esta é a mais importante para o campeonato de 2015. Mas ainda há outras de grande relevância, principalmente as relativas ao uso de motores e possíveis novas punições que trocas indevidas poderão acarretar aos competidores. Segundo as novas regras, com a substituição completa do propulsor, a largada se dará da última posição do grid, não mais dos boxes, local utilizado para a troca de pneus e reabastecimento. Vale destacar que os pneus da Pirelli continuam a ser os oficiais do campeonato, parceria que vem dando certo desde 2011 e que ajuda a desenvolver os produtos da marca que chegam ao mercado, fazendo com que o pneu Pirelli vendido nas lojas tenha um pouco da tecnologia da F-1.

A FIA ainda estabeleceu uma exceção para a nova regra da relargada. Há duas situações em que ela será realizada como anteriormente, com os carros em movimento seguindo o carro de apoio. A primeira é se o safety car entrar na pista com cinco voltas ou menos para o final da prova. A segunda situação é se o carro de segurança for acionado nas primeiras duas voltas.

A aerodinâmica dos carros também foi alvo de mudanças aprovadas no Conselho Mundial, em relação às dimensões dos bicos. O objetivo dessa mudança, segundo a entidade, é melhorar o visual e a segurança. A expectativa é que a temporada fique ainda mais emocionante e equilibrada do que a de 2014.

Super Bowl será exibido em mais de 30 salas de cinema

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A final da Liga Nacional de Futebol Americano (NFL) será exibida ao vivo pela ESPN em 20 cidades brasileiras, em mais de 30 salas dos cinemas Cinelive. Intitulado Super Bowl, o evento acontece às 21h do dia 1º de fevereiro.

O palco da edição 2015 vai ser o University of Phoenix Stadium, no Arizona. Esta não é a primeira vez que os cinemas brasileiros recebem o Super Bowl. Em 2014, a ESPN já havia trazido para as telonas a final do torneio. Os intervalos dos jogos também são cheios de acontecimentos. Neste ano, o chamado “halftime show” ficará nas mãos de Katy Perry.

Para quem quer acompanhar cada detalhe de perto, ainda dá tempo de adquirir passagens aéreas para o EUA. Já quem vai ficar no Brasil, o evento será exibido nos cinemas das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre, Ribeirão Preto, Santos, Angra dos Reis, Fortaleza, Recife, Bauru, Campo Grande, Brusque, Florianópolis, Curitiba, entre outras.

Os valores variam entre R$ 28 e R$ 54 para quem quiser acompanhar a final de maior audiência da TV norte-americana nas telonas brasileiras. Os ingressos podem ser adquiridos no site da Cinelive ou nas bilheterias do cinema.

Lindsey Vonn alcança recorde histórico

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No ano passado o mundo foi contemplado com uma belíssima edição dos Jogos Olímpicos de Inverno. Foram diversas disputas repletas de plasticidades, mas também houve uma grande e intensa competitividade. Graças a alguns canais de TV À cabo, o mundo dos esportes gelados continua aparecendo, mesmo que por pouco tempo, porém todos nós sabemos que as coisas estão muito além dos saltos de esqui ou do esqui estilo livre. Os esportes de Inverno tem disputas acirradas no curling, no hóquei no gelo e principalmente no seu maior xodó esqui alpino. Uma das modalidades mais importantes das disputas de inverno merecia um destaque maior na mídia, principalmente quando uma de suas maiores atletas de todos os tempos simplesmente reescreve a história com um recorde absolutamente incrível.

Se fosse chamada de Lindsey Kildow, talvez não tivesse tido o mesmo sucesso e alcançado as mesmas façanhas. Hoje namorada o golfista Tiger Woods, que mesmo morrendo de frio está sempre acompanhando sua nova amada. Eles precisa ... esquecer o drama que viveu em sua vida pessoal para quem sabe se recuperar na vida profissional. Mas antes ela era casada com Thomas Vonn e, desta forma, acabou ficando conhecida como Lindsey Vonn. Não tinha como mudar, não tinha como ficar para trás, principalmente depois da maior glória de sua carreira alcançada nas Olimpíadas de Vancouver 2010. O destino, infelizmente, quis que ela ficasse de fora de Sochi 2014, mas um ano afastada serviu apenas para adiar o dia que conseguiria alcançar um emblemático recorde em sua carreira.

Lindsey Vonn voltou contudo na temporada 2014-2015. Vitória no downhill em Lake Louise, mais uma em Val d'Isère, na França. A Copa do Mundo segue então para a Itália, mais precisamente em Cortina d'Ampezzo. Uma comuna com pouco menos de seis mil habitantes que é sempre lembrada por sua famosa estação de esqui. Mas depois do último final de semana ela começará a ser lembrada como o local onde Vonn alcançou o seu grande recorde. O downhill podemos dizer que foi fácil. O super G podemos dizer que foi para comprovar que ela não é considerada uma das maiores de todos os tempos por um mero acaso do comodismo que analisa tudo de forma totalmente superficial.

A marca durava 25 anos, e finalmente ela foi superada. Primeiro o recorde foi igualdo, depois ele ficou para trás como vagões que não podem mais seguir a locomotiva. Até o último sábado a maior vencedora em etapas da Copa do Mundo de Esqui Alpino era Annemarie Moser-Pröll. Desde a última segunda-feira o posto passou a ser ocupado pela musa americana Lindsey Vonn, nascida Kildow e vinda ao mundo para brilhar como as estrelas em uma noite de céu limpo. Desde a primeira glória em 2004 até a última conquista ela já alcançou um total de 63 vitórias e superou as 62 da austríaca. Marcante, histórico e com a certeza que ainda não acabou, afinal ela ainda vai esquiar por mais alguns anos e, quem sabe, pode até alcançar o maior vencedor de todos os tempos, Ingemar Stenmark, que tem 86 triunfos.