Cinco times brasileiros de futebol americano para você conhecer

Nem todo mundo sabe, mas o futebol americano vem ganhando cada vez mais destaque no Brasil. Apesar dos holofotes ainda não estarem totalmente voltados para esse esporte de enorme sucesso nos Estados Unidos, ele vem atraindo um grande número de adeptos, tanto atletas quanto torcedores.

Para ajudá-lo a conhecer um pouquinho mais sobre o futebol americano no Brasil, trouxemos abaixo cinco times canarinhos de renome e muito talento. Confira.

Coritiba Crocodiles

Nascido em 2003, o Crocodiles surgiu quando um grupo de amigos decidiu praticar futebol americano na cidade. Em 2011, devido ao sucesso e títulos conquistados pelo Coritiba FC, os dois times se juntaram e assim nasceu o Coritiba Crocodiles, um dos melhores times de futebol americano do Brasil.

Entre os títulos do time, estão: Campeão Paranaense, em 2009; Campeão Conferência Sul - LBFA, em 2010; Tetracampeão Paranaense, em 2012; e Campeão Brasileiro - CBFA, em 2013.

João Pessoa Espectros

Criado em 2007, o João Pessoa Espectros, afiliado à Liga Nordestina de Futebol Americano (LINEFA) e à Confederação Brasileira de Futebol Americano (CBFA), diz ter como missão “inspirar pessoas com nossas vitórias”.

Vice-campeão brasileiro do Campeonato Brasileiro de Futebol Americano, em 2013, e cinco vezes campeão nordestino, o time de João Pessoa, na Paraíba, já teve 11 atletas convocados para a Seleção Brasileira e um convidado para o “World Development Team” da IFAF (Federação Internacional de Futebol Americano).

Recife Mariners
Foto: Guga Matos/JC Imagem

Fundado em 2006, na capital de Pernambuco, e time mais antigo em atividade no estado, o Recife Mariners já foi campeão da Taça Aracaju 2011; vice-campeão da LINEFA 2011; vice-campeão da Taça Aracaju 2012; e vice-campeão do PB Bowl III (Campeonato Paraibano de Futebol Americano), em 2009.

Hoje, o time é integrante da ANEFA (Associação Nordestina de Futebol Americano) e compete no Campeonato Brasileiro de Futebol Americano na modalidade full pad, além de enviar cada vez mais atletas para participarem do “World Development Team”.

São Paulo Storm

Criado em 2006 por quatro amigos que queriam participar dos torneios de flag da Liga Paulista de Futebol Americano, o São Paulo Storm disputou o primeiro torneio nacional, em 2009, sendo que, no ano seguinte, venceu de forma invicta o Campeonato Paulista de Futebol Americano.

Em 2012, a equipe do São Paulo Storm cedeu à seleção brasileira oito atletas, que enfrentaram e venceram o Chile por 33x0. Um ano mais tarde, o Storm foi tricampeão paulista.

UFPR Brown Spiders

Equipe de futebol americano recém-nascida no Paraná, a UFPR Brown Spiders já integra a elite do Touchdown, um torneio brasileiro de futebol americano. Resultado de uma fusão entre o Curitiba Brown Spiders e o UFPR Legends, o time é patrocinado pela marca também paranaense CarroAluguel.com, tida como um dos maiores sites de aluguel online de carros do Brasil.

Com uma excelente estrutura de treino e ótimos atletas, o time conta com uma comissão técnica que está fazendo o UFPR Brown Spiders ganhar cada vez mais espaço no futebol americano brasileiro.

Queremos acreditar que agora será possível

No céu as nuvens escuras já davam o tom sinistro de um belo filme de terror. O vento aumentava e os belos chapéus das formosas senhoritas quase não paravam mais em suas cabeças. A corrida preliminar já havia atrasado após a revolta do cavalo da posição número um, mas a prova principal não poderia ser adiada. Antes dela, no entanto, uma tempestade desabou no céu e encharcou a pista de areia. Seria um problema para o favorito? A tríplice coroa estaria correndo risco mais uma vez antes da hora? Nenhuma e nem outra. American Pharoah deu mais um show e mais uma vez nos deixou querendo acreditar que agora será mesmo possível.

Esse ano o Pimlico Race Course recebeu um recorde de público na 140º edição do Preakness Stakes. E em 140 anos de história apenas 12 cavalos venceram esta prova e as outras duas que compõe a tríplice coroa. A última vez foi em 1978 e cada vez mais fica difícil acreditar que um dia já foi possível do que pensar no porquê não é mais possível. Alguns dizem que já não se fazem cavalos rápidos como antigamente. Cavalos velozes e resistentes, afinal a última das três provas, em Nova York, é a que tem um percurso maior e que exige mais dos competidores anuais. Três grandes provas em cinco semanas, viajando de avião para lá e para cá e precisando ganhar.

American Pharoah largou mal, se recuperou e foi embora. Na reta oposta até a penúltima curva perdeu força, parecia que ia ficar para trás, mas ligou o turbo novamente. Entrou na reta final como um verdadeiro campeão, na areia encharcada dominou como um verdadeiro Triple Crow, abriu distância, parecia até o novo Secretariat. Mas o tempo de Pharoah foi o pior desde 1956. Cinco segundos a mais que o campeão de 1978. No Kentucky Derby ele havia sido três segundos mais lento. Será que ele venceu porque não haviam rivais mais rápidos? Será que isso mostra que ele pode ser resistente também? A resposta no Belmont Stakes, com American Pharoah fazendo história ou fracassando como os últimos treze que também venceram as duas primeiras e falharam na terceira.

2º Grand Slam do ano, Roland Garros começa no dia 24 de maio!

Quem curte tênis ou conhece ao menos um pouco do mundo dos esportes sabe que Roland Garros é um dos torneios de tênis mais esperados do ano. Afinal, assim como o Australian Open, Wimbledon e o US Open, ele faz parte do tradicional Circuito de Grand Slams do tênis.

Realizado em Paris entre os dias 24 de maio e 07 de junho, Roland Garros reunirá os melhores tenistas do mundo. Na categoria masculina, o número 1 do mundo Novak Djokovic e o 9 vezes campeão no saibro francês Rafael Nadal despontam como os grandes favoritos a levar a Taça dos Mosqueteiros. Andy Murray, Kei Nishikori, David Ferrer, Roger Federer e Tomas Berdych correm por fora.

Já na categoria feminina, Serena Williams é - como sempre - a mulher a ser batida. A atual campeã Maria Sharapova, Simona Halep e Petra Kvitova completam a lista das favoritas ao título.

Thomaz Bellucci e João Souza (Feijão) são os representantes brasileiros na chave de simples masculinas, enquanto Teliana Pereira defenderá as cores verde e amarela no torneio feminino. No entanto, a esperança de título para a torcida brasileira será depositada nas raquetes de Marcelo Melo e Bruno Soares. Na chave de duplas, os mineiros jogarão ao lado do croata Ivan Dodig e do austríaco Alexander Peya, respectivamente, e estão entre os melhores cabeças de chave.

Aproveitando a oportunidade para conhecer Paris

Para quem é fã de tênis e gostaria de presenciar o clima imbatível em cada uma das partidas, assistir a um dos torneios mais famosos do mundo certamente seria uma experiência inesquecível. Por ser uma temporada ainda considerada baixa, algumas companhias oferecem voos mais baratos nessa época do ano. Clique aqui para saber mais.

Além de vibrar com os jogos de tênis, dá para visitar a incrível Paris, capital da França e uma das cidades mais famosas do mundo. No roteiro do turista que vai para a Cidade Luz não podem faltar atrações como a Torre Eiffel, o Museu do Louvre, a Catedral de Notre-Dame, o Arco do Triunfo e o Museu de Orsay.

Um garrancho na história do esporte

Não falamos nada, porque não havia nada para ser dito. Nos calamos, porque da nossa boca não era possível sair uma voz. Não falamos e nem escrevemos, porque nossos dedos se atrofiaram como se estivessem à mercê do frio mortal de Fairbanks, mas sem caminhoneiros do gelo vagando pela Dalton Highway. Embasbacados com o ocorrido, a vontade era de gritar e protestar, mas incrédulos com a situação, o jeito foi mesmo se calar. Não pense, no entanto, que tudo se resume em contestar o resultado por si só, porque o problema vai muito além desse quesito que se tornou o menos importante diante da tamanha importância que esse evento se fez criar ao longo dos últimos cinco anos.

Muitos diziam, agora conseguimos falar, dizer e expor o que antes não era possível, que essa luta deveria ter acontecido a cinco anos atrás. Talvez se assim fosse, não receberia esse singelo e inquietante apelido de "Luta do Século". O que eles querem dizer, talvez, é que naquela época os lutadores tinham melhores condições físicas e provavelmente realizariam um espetáculo mais à altura de suas capacidades e abrilhantando ainda mais suas bem sucedidas carreiras no mundo do boxe. Essa sem dúvida é grande questão a se lamentar (pois de bom mesmo só o decote da Beyoncé), não importa se um merecia ter ganho ao invés do outro. O problema foi não terem lutado do jeito que todos provavelmente estavam esperando.

"Manny Pacquiao partiu para cima e foi mais agressivo". Sim, é verdade! Só que ele parecia um maluco desesperado. "Floyd Mayweather Jr. fugiu do combate, é covarde". Exagero, ele fugiu um pouco no último round, mas de um modo geral fez o que sempre faz, se defender e atacar só na hora certa. A tática de Mayweather não resulta em nocaute a muito tempo e, a tática de Pacquiao não causaria um nocaute em Floyd jamais. Seria até interessante se o resultado fosse um empate, mas isso evidenciaria ainda mais o fato da luta ter sido uma verdadeira porcaria. No fundo eles queriam isso mesmo, polêmica, a possibilidade de revanche, Mayweather mantendo as chances de alcançar Marciano, mais dinheiro ... e nós temos que seguir, afinal capítulos do esportes continuarão a serem escritos, de formas brilhantes ou nesses garranchos absurdos que ás vezes acontecem.

Superclássico argentino vai parar Buenos Aires

A cidade de Buenos Aires respira o superclássico argentino às vésperas do primeiro confronto que valerá uma vaga nas quartas de final da Copa Libertadores da América. Boca Juniors e River Plate protagonizam uma das maiores rivalidades do mundo e farão de tudo para passar de fase no maior torneio da América do Sul nas duas próximas quintas-feiras (7 e 14 de maio). O duelo tem todos os ingredientes para ficar na história do futebol argentino e na memória dos fanáticos pelo esporte por muito tempo.

Em 2012, o jornalista Gustavo Cerezetti passou três meses na capital argentina com o intuito de estudar espanhol e conhecer os pontos turísticos da cidade listados nesse link. No entanto, um dos momentos que marcaram sua viagem para Buenos Aires foi o amistoso entre os dois times mais queridos do país. “Como a partida foi na cidade de Resistencia, os portenhos se concentraram nos bares, e eu fui junto. O mais impressionante é que o jogo teoricamente não valia nada e mesmo assim a cidade estava parada. Os caras são muito apaixonados”, relembrou Gustavo.

Na ocasião, a partida que marcava o primeiro superclássico do astro David Trezeguet pelos milionários (apelido do River Plate) acabou 2 a 0 para o Boca. Festa de “los xeneizes”, que ainda tiravam sarro do rival por este disputar a segunda divisão argentina na época.

Se o amistoso de 2012 marcou a vida de Gustavo, a partida que não sai da cabeça de Juan Carlos Herman, 77 anos de paixão pelo Boca, ocorreu em 1962. Naquele ano, o confronto decidiria o campeão nacional. A Bombonera foi abaixo quando Valentim abriu o placar para o Boca, aos 14 do primeiro tempo. A festa do time da casa deu lugar à apreensão quando, aos 35 da segunda etapa, o juiz marcou pênalti a favor do River Plate, que seria campeão no caso de empate. Delem bateu e Antonio Roma defendeu a penalidade, garantindo o título para o Boca.

Para Juan Carlos, e muitos argentinos, o superclássico é muito mais do que um jogo. “Se trata da expressão máxima entre as duas equipes de futebol mais importantes da América Latina. Não há evento no futebol maior que um Boca x River. É um momento tão especial que traz até pessoas do Japão para vivenciar esse clima”, destacou Juanca.

Boca x River em números

Até o momento, as equipes disputaram 236 partidas oficiais entre si, com 84 vitórias do Boca, 77 triunfos do River e 75 empates, sendo a vitória mais recente do Boca, no último domingo, pelo Campeonato Argentino, por 2 a 0. Pela Libertadores da América, os xeneizes também têm vantagem: são 10 vitórias contra 6 triunfos do alvirrubro e mais 6 empates.

Pelo desempenho na atual edição da Libertadores, o Boca tem tudo para ampliar a vantagem, já que é dono da melhor campanha na primeira fase de toda a história da competição, com 100% de aproveitamento e saldo de 17 gols (19 feitos e apenas 2 sofridos), enquanto o River fez a pior campanha e só se classificou com uma única vitória em 6 jogos, e uma combinação de resultados favorável na última rodada. No entanto, como se trata da maior rivalidade do futebol argentino, os números não entram em campo e não dá para afirmar que haja um favorito.

O jogo que marca o início do duelo pela classificação às quartas de final, nesta quinta, será realizado no Monumental de Núñez, com transmissão do SporTV, às 21 horas, horário de Brasília. A volta decisiva acontecerá dia 14 na Bombonera, casa do Boca, no mesmo horário.