Os Jogos e as trapaças

09:13 Net Esportes 7 Comments

Não faça isso Michael Schumacher, não jogue seu carro assim deliberadamente pra cima do carro do Jacques Villeneuve, isso não pode, isso é trapaça, por isso você foi punido e o título de 1997 ficou com o canadense, afinal bastou o que fizera com Damon Hill anos antes, talvez você tenha pensado que poderia ser como o Alain Prost ou Aytron Senna, o francês sacaneou em 1989 e o brasileiro deu o troco em 1990, aliás esse troco já era mereceido desde 1984, ou será que não houve jogos e trapaças na corrida de Mônaco daquele ano?

F1 2009 - Rd4 Bahrain GP - PracticeQue feio uma equipe obrigar um piloto a dar passagem para o companheito de equipe na linha da chagada, impedindo um competidor de brilhar por seus méritos supondo uma possível necessidade de míseros dois pontos para o outro ser campeão, a Ferrari era infinitamente superior nessa época mas obrigou Rubens Barrichello dar passagem para Michael Schumacher deste forma grotesca, tudo não passa de um jogo de equipe, não é trapaça e continua sendo feito até hoje, porém de uma forma mais discreta, assim como no GP Brasil de 2008.

Jogar o carro pra cima do outro é errado e fazer troca de posições entre pilotos da mesma equipe é certo porém feio, como poder então scanear na categoria máxima do automobilismo que muda as regras todo os ano? que vê casos de espionagem e brigas entre sua entidade maior com as equipes, que fica ameaçada e não pode confiar totalmente nas pessoas que com ela estão envolvidas, articular um plano diabólico para fazer com que um piloto que larga na 15ª colocação consiga vencer uma corrida noturna parece um tanto quanto impossível ou improvável, mas tudo indica que ocorreu.

Nelsão e Nelsinho Piquet, eles não são de levar desafora pra casa, trouxeram à público aquele que já é considerado o maior escândalo de toda a história da Fórmula 1, mesmo sendo delatores suas imagens ficam ainda mais arranhadas, Flávio Briatore vai embora e já vai tarde, chega de suas muitas manobras sujas para vencer que ficaram até esquecidas ao longo dos anos, 1994 é um bom exemplo, as evidências que surgem a cada dia devem punir todos os culpados, mas tudo indica que a Renault ficará imune, assim como Fernando Alonso, pois mesmo descobrindo as trapaças, sempre algum envolvido consegue ser beneficiado, já que os jogos continuam. (Foto: Newcom via PicApp)

7 comentários:

Vinicius Grissi disse...

O jogo de equipe eu acho que faz parte da disputa. Afinal, o nome diz: "equipe".

Agora, bater e prejudicar a corrida de todos em benefício do companheiro é imperdoável.

Marcelonso disse...

Toda essa tramoia poderia ter sido evitada se um certo pilotinho tivesse personalidade,e mandado todo mundo as favas.

Não teve,fez e depois dedou,e levou junto mais dois idiotas para a lama.

Uma pergunta que fica,se não fosse demitido,teria dedado?
Certamente não!

abraço

Achu escroto o Rubinho ficar metendo o pau no Nelsinho, sendo que ele fazia jogo de tramoia na Ferrari com o Shumi para ele ser campeão!

Para mim é algo parecido em bate o carro, pois ele estava ajudando descaradamente um piloto a ganhar...

Achu Viajem da Fia sei lá, entaum tinha q banir geral, desde o principio!

Abraçoss

Filipe Araújo disse...

Picaretagem do início ao fim.

Saludos!

http://gambetas.blogspot.com

Jessica Corais disse...

Essa história mancha a carreira de todos. Nelsinho nunca terá espaço numa equipe grande, só se fizer um belissimo campeonato, a lá Schumi, para apagar esse fato.

Abraços, Jessica Corais

Daniel Leite disse...

Confesso que não acredito mais em plenitude esportiva quando as modalidades envolvem muito dinheiro. Creio, sim, na paixão, na competição e em incríveis momentos. Mas não dá para esperar espírito esportivo de 100% das pessoas envolvidas. Afinal, estamos falando de negócio. Afinal, estamos falando de um esporte em que Briatore e Mosley são alguns dos principais personagens. Vão tarde!

Até mais!

Futebol Inglês: http://ortodoxoemoderno.blogspot.com

Ron Groo disse...

Já vai tarde, que além de pilantra era burro. Tudo que fez foi descoberto, sempre.