Histórias Olímpicas XXIII

Atenas, palco da edição de 1896, deveria receber a competição do centenário, mas o COI escolheu a cidade dos EUA por 51 votos contra 35, alegou que o país grego não tinha infraestrutura e tão pouco tempo para se preparar, porém muitos acusam a entidade de seder à pressões de um dos principais patrocinadores do evento, a Coca-Cola, que possuí sua sede mundial em Atlanta, além do canal de TV CNN que também exigiu a realização em seu país.
Em casa então os EUA voltaram a dominar o evento como haviam feito pela última vez em Los Angeles, deram uma medalha de ouro simbólica e a honra de acender a píra para Muhammad Ali, campeão dos Jogos de 1960 que havia jogador fora seu ouro em protesto contra a discriminação racial, e víram nas pistas o fenômeno Michael Johson vencer as provas dos 200m e 400m rasos pela primeira vez na mesma Olimpíada, sendo ambas as conquistas com direito a recorde mundial.

Foram 15 medalhas no total, destacando as outras duas de ouro com Robert Scheidt na classe laser e Torben Grael com Marcelo Ferreira na classe star, sendo que a vela rendeu ainda mais um bronze com Lars Grael e Kiko Pellicano na tornado, Aurélio Miguel e Henrique Guimarães também foram bronzes no judô, assim como Seleção de Futebol masculino, a equipe feminina de basquete, o revezamento 4 x 100m rasos e a equipe de Hipismo. (Foto: Arquivo)
1992 - 1988 - 1984 - 1980 - 1976 - 1972 - 1968 - 1964 - 1960 - 1956 - 1952 - 1948 - 1936 - 1932 - 1928 - 1924 - 1920 - 1912 - 1908 - 1904 - 1900 - 1896
5 Comentários:
Muito interessante saber um pouco mais do passado das olimpiadas
Muito bom histórico dos jogos é sempre muito intrigante e emocionante!
As olimpíadas já são tradições no mundo.
Eh interessante ver que pelo menos uma vez em cada quatro anos todos se param para unir e celebrar os esportes
Como bem colocou, os EUA dominaram L.A., em 84, e depois Atlanta, em 96. É claro que foram líderes também em Sidney e Atenas. Mas o passado prova que sediar os jogos é um passo importante para vencer o quadro de medalhas. Em Pequim, duvido que não dê China!
Até mais!
Sempre fui um grande admirador de Michael Johnson, para mim o melhor velocista de sempre. A sua forma peculiar de correr é umas das melhores imagens de sempre do atletismo. Grande campeão!
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