Nelly Korda vence com emoção no final

A história do golfe mundial foi reescrita neste domingo com a consagração definitiva da golfista americana e número um do mundo Nelly Korda no torneio US Women’s Open de 2026. Em uma exibição que combinou precisão cirúrgica e resiliência mental, Korda conseguiu levar apara casa o troféu mais cobiçado do esporte, e além disso ela se consolidou entre as maiores lendas da modalidade ao alcançar o quarto major de sua carreira.
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Com esta marca, ela se estabeleceu como a golfista americana mais jovem a atingir a marca de quatro conquistas em torneios do Grand Slam desde Mickey Wright em 1960, um feito que reforça a hegemonia que a atleta vem construindo com consistência absoluta. O título deste fim de semana é ainda mais emblemático por torná-la a primeira jogadora dos Estados Unidos, na era moderna, a erguer dois troféus de major na mesma temporada desde Pat Bradley em 1986, um parâmetro de excelência que poucas atletas na história conseguiram sustentar.
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O ápice dramático do torneio ocorreu no icônico buraco 18 do último dia, um momento que ficará gravado na memória de todos que acompanharam a competição: sob pressão extrema de salvar o par, a bola de Korda percorreu toda a extensão da borda do buraco antes de finalmente cair, um suspiro de alívio e euforia que resumiu a tensão de uma rodada final decidida por apenas uma tacada de vantagem sobre as segundas colocadas, a inglesa Charley Hull e a mexicana Gaby López. Esse desfecho apertado apenas realça a força mental de Nelly, cujas raízes esportivas vêm de berço. Filha de Petr Korda, ex-tenista de elite e vencedor de Grand Slam, Nelly cresceu em um ambiente onde o alto rendimento e a cultura do esporte de alto nível são pilares centrais.
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Integrante de uma das famílias de atletas mais notáveis do mundo, ela demonstra, torneio após torneio, que o DNA de competidor corre em suas veias, aliando o talento natural a uma disciplina de trabalho que impressiona até os veteranos do circuito. Após essa vitória histórica, a expectativa para o restante da temporada atinge um nível sem precedentes; o mundo do golfe agora se pergunta se Nelly Korda poderá estender essa dominância avassaladora nos meses que virão, transformando uma campanha já memorável em um capítulo inalcançável na história do esporte profissional.

Knicks fica a uma vitória do título da NBA

A Copa do Mundo já vai começar mas antes é preciso das uma passada no Madison Square Garden que na noite desta quinta-feira foi palco de uma das páginas mais inacreditáveis da história do basquete mundial, selando o Jogo 4 das finais da NBA de 2026 com um roteiro que desafia a lógica e consagra o New York Knicks em uma virada épica. Após ter perdido o jogo 3, o Knicks se via em uma partida que parecia fadada ao desastre, com a equipe chegando a sofrer uma desvantagem de 29 pontos durante o segundo quarto, mas os Knicks acabou protagonizado a maior recuperação já vista em uma decisão de campeonato, superando o antigo recorde de 24 pontos estabelecido pelo Boston Celtics em 2008.
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O cenário era de desolação para os nova-iorquinos, que viram a vantagem adversária se manter sólida durante a maior parte do confronto, mas o último período revelou uma resiliência sem precedentes. Pela primeira vez na história das finais da liga, um time conseguiu anular uma desvantagem de 20 pontos apenas no quarto período, empurrados por um rugido ensurdecedor de uma torcida que, entre a euforia e a descrença, sentiu o cheiro de um milagre e viu a magia de Nova York ganhar vida.
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O clímax aconteceu nos segundos derradeiros, quando, em uma posse de bola desesperada Jelen Brunsson arremessou de longe, a bola ricocheteou no aro e encontrou as mãos providenciais de OG Anunoby; com um tapinha instintivo e preciso, ele garantiu a vitória por uma diferença mínima de um ponto, silenciando os críticos e explodindo em êxtase uma arena lotada de celebridades, incluindo Taylor Swift, que acompanhou atônita a reviravolta histórica, além de Ben Stiller, Adam Sandler, Jerry Sinfield entre outros. Com esse triunfo, os Knicks alcança a vantagem na série de 3 a 1 — uma condição que apenas um time conseguiu reverter em toda a história das finais, em 2016 com o Cleveland Cavaliers —, desta forma reacendem a chama de uma cidade inteira que anseia pelo primeiro título da franquia desde 1973.
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O ambiente no "Meca do Basquete" era de um alívio coletivo, onde cada drible e cada cesta nos momentos finais pareciam carregar o peso de cinco décadas de jejum, transformando uma noite que seria de derrota certa em um monumento à persistência esportiva. Agora, o que parecia um desfecho previsível para o adversário tornou-se uma batalha psicológica e física absoluta, e os Knicks provaram que, sob as luzes de Nova York, o impossível é apenas uma questão de tempo e entrega. O jogo 5 será em San Antonio no sábado, onde o Knicks venceu duas vezes nessas finais, mas mesmo que não vença lá, a expectativa é que de volta ao Garden o sonho possa finalmente se tornar realidade.

O primeiro Grand Slam de Zverev

O tênis mundial testemunhou no último domingo, na histórica quadra Philippe-Chatrier, um capítulo que parecia destinado a nunca ser escrito. Ao derrotar o italiano Flavio Cobolli por 3 sets a 2, com parciais de 6/1, 4/6, 6/4, 6/7 e 6/1, Alexander Zverev finalmente alcançou o topo do esporte ao conquistar seu primeiro título de Grand Slam em Roland Garros 2026. A vitória colocou um fim em uma espera pessoal angustiante de anos, e assim quebrou um jejum monumental para o tênis masculino alemão, tornando Zverev o primeiro tenista do país a erguer o troféu em Paris na Era Aberta e o primeiro representante germânico a vencer um major desde o lendário Boris Becker, em 1996.
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Este feito isola Zverev como apenas o terceiro tenista nascido nos anos 1990 a conquistar um Grand Slam, juntando-se a nomes como Dominic Thiem e Daniil Medvedev em uma estatística que, por muito tempo, evidenciou a dificuldade dessa geração em romper a barreira imposta pelos gigantes do esporte. A conquista ganha contornos épicos ao considerar que Zverev, diagnosticado com diabetes tipo 1 aos quatro anos de idade, teve que gerenciar seus níveis de glicose e realizar injeções de insulina durante as trocas de lado da exaustiva final de quatro horas, provando que sua condição não é um impeditivo para a glória no mais alto nível competitivo.
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O caminho até o título em Paris foi marcado por um cenário atípico no circuito, com a ausência e a eliminação precoce de grandes nomes que costumavam dominar as chaves, permitindo que Zverev avançasse em uma trajetória onde curiosamente não precisou enfrentar nenhum jogador top 20, uma realidade que em nada diminui a resiliência e a capacidade mental demonstradas pelo alemão em um momento de tanta pressão. Agora, com o "fantasma" do primeiro Slam finalmente exorcizado, a grande questão que paira sobre o restante da temporada é como o circuito reagirá ao retorno esperado de astros como Carlos Alcaraz e Jannik Sinner, que até aqui exerciam um domínio absoluto sobre o tênis masculino. Resta saber se este título será o estopim para uma afirmação definitiva de Zverev entre os líderes do ranking ou se ele precisará lidar com a retomada da hegemonia da nova geração, que, longe dos holofotes desta decisão em Paris, certamente buscará retomar o controle do calendário nos próximos meses.