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O regulamento permitiu escolhas

Brazil's Bruno Mossa Rezende celebrates at the end of the match against Cuba during the FIVB Men's Volleyball World Championship final match in Rome October 10, 2010. REUTERS/Max Rossi (ITALY - Tags: SPORT VOLLEYBALL)
Da mesma forma que o torcedor italiano canta entusiasmado o hino de seu país em um dos momentos mais marcantes do campeonato mundial de vôlei, ele também vaia freneticamente o técnico da Seleção Brasileira Bernardinho. O técnico pragmático, que preza da maneira mais eloquente pelo planejamento máximo do que quer fazer e que sempre analiza o que será malehor para o seu grupo, para o seu time, o Brasil. A reformulação depois da prata em Pequim 2008 foi feita, os treinamentos certamente foram os melhores pois essa característica sob seu comando jamais mudará. Não se pode duvidar também da vontade de vencer do Brasil e de Bernardinho, nem que para isso seja preciso perder no meio do caminho, perde de propósito que a princípio parece absolutamente errado, que faz a torcida vaiar e a imprensa local criticar exaustivamente mas que no final pode ser uma atitude compreendida, e a explicação é bem simples.

O campeonato desse ano era na Itália, isso não acontecia desde 1978 quando a equipe local foi derrotada pela União Soviética, equipe que na edição seguinte da disputa em 1982 superou o Brasil jogando na Argentina. Não da para saber qual o poder que os italianos tiveram junto a Federação Internacional de Vôlei mas da para ver o quanto o regulamento forçava o não encontro de Itália com o próprio Brasil ou Cuba antes da grande decisão. O poder do Brasil campeão das duas edições anteriores do Mundial, campeão olímpico de 2004 e vice de 2008 nem era preciso ressaltar, e o poder de Cuba acabou provado quando a equipe da pequena ilha da América Central superou justamente o Brasil na primeira fase. Só que esse regulamento da forma como foi feito acabou deixando algumas lacunas, onde as equipes poderiam também fugir de certos adversários como gostaria muito de fugir a Itália.

Perder de propósito é muito ruim, fere a desportividade os princípios do Barão de Coubertin que sempre defendeu ser mais importante competir do que vencer. Isso poderia certamente colocar um asterisco do time do Brasil e de outros como a Rússia que também tomou a mesma atitude, mas devemos ressaltar que perder de propósito para prejudicar uma outra equipe, impedindo que ela se classifique ou fazendo com que ela não seja campeã é infinitamente muito mais errado de se fazer do que perder de propósito para simplesmente se auto-beneficiar, para jogar contra adversários teoricamente mais fracos e em locais mais próximos ou na própria cidade onde as semifinais e finais vão acontecer. Isso tudo é estratégia, é o tal planejamento que faz parte da vida de de Bernardinho, é algo que só foi possível fazer porque o regulamento permitia, justamente um regulamento feito para beneficiar um time que não sendo o beneficiado acabou sendo o que mais reclamou do ocorrido.
Brazil's players react after winning the FIVB Men's Volleyball World Championship final match against Cuba in Rome October 10, 2010. REUTERS/Max Rossi (ITALY - Tags: SPORT VOLLEYBALL)
O sofrimento para vencer a República Checa por 3 a 2 mostrou que o Brasil ficou abalado com as críticas, incomodado e pensando se havia feito a coisa certa. O duelo na semifinal contra os italianos, que tinham a torcida eufórica e vaiando o Brasil acabou provando que as escolhas de Bernardinho estavam corretas. A Seleção Brasileira provou que é a melhor Seleção de Vôlei do Mundo e consagrou um dos maiores técnicos do mundo em todos os esportes, vitória contundente por 3 a 1 e na final um massacre de 3 a 0 contra a jovem equipe de Cuba que acabou fazendo a sua parte também dentro da competição. O Brasil usou um regulamento mal feito que deverá ser modificado daqui a quatro anos para se beneficiar e no fundo isso não pode ser considerado algo errado, principalmente porque a possibilidade de se fazer isso só existiu porque a Itália queria fazer de tudo para não acabar como em 1978, só que ela acabou como o Brasil de 1990, em quarto lugar jogando em casa, e ainda perdendo a semifinal para o visitante mais indigesto como ocorreu na edição do Rio de Janeiro. (Fotos: Max Rossi/Reuters via PicApp)

Forçados por regras confusas

Lucas Saatkamp of Brazil spikes the ball against Ismail Moalla of Tunisia during the first round of the FIVB Men's Volleyball World Championship in Verona, northern Italy September 25, 2010. REUTERS/Stringer (ITALY - Tags: SPORT VOLLEYBALL)
Como o Brasil é chamado de "O país do futebol", então é muito mais fácil as pessoas de um modo geral lembrar de forma rápida e sem pensar muito quem era o técnico da Seleção na Copa do Mundo de 2002 e também de 2006 do que conseguir se lembrar em quem votou nas últimas eleições para Presidente da República. Nesse caso todos lembram muito bem da história sobre da Copa do Mundo de 1978 onde a Argentina teria perdido de propósito para a Seleção do Peru, em um dos casos mais clássicos de antidesportividade já ocorridos em todo o mundo. Porém além de gostar muito de futebol, os brasileiros passaram a gostar muito também de Vôlei, principalmente devido ao sucesso não só da Seleção masculina como também da Seleção feminina. Muitas vitórias, títulos, prestígio reconhecido em todo o planeta e hoje alvo de muitas críticas e descrédito, tudo por causa de uma derrotas, uma derrota muito atípica.

Um 3 a 0 fácil na Tunísia, um 3 a 1 na Itália e o primeiro tropeço diante de Cuba, onde o Brasil perdeu apertado por 3 a 2. Se tivesse vencido esse jogo teria Sérvia e México pela frente, um adversário forte e outro fraco que se enfrentados e superados com sucesso levaria o time para um grupo complicado com Argentina e Rússia na terceira fase, mas se a equipe de Bernardinho ficasse apenas em segundo lugar como ficou Cuba então as coisas voltariam a ser como na primeira fase, reencontro com a Espanha. A história seria a mesma se o Brasil, classificado como segundo melhor na fase fosse o melhor na fase dois, reencontraria não só o mesmo adversário que estava enfrentando, a Bulgária, como voltaria a fazer jogos contra Cuba e Espanha, tudo por contra do regulamento confuso e até mesmo sem sentido, supostamente feito para beneficiar a Itália. Ou pelo menos beneficiou até que a terceira fase fosse formada colocando os donos da casa contra Estados Unidos e França.

A torcida vaia, a imprensa pressiona e chamada a partida de palhaçada e comédia. O levantador Bruninho teria acordado com febre e não foi para o jogo, o substituto Marlon ainda se recupera de problemas crônicos intestinais então Théo teve que ser improvisado na posição. Se o Brasil vencesse o jogo teria que viajar para uma cidade bem longa da capital Roma onde acontecerá a semifinal e a final, teria que enfrentar a Espanha da qual perdeu um set e teria que enfrentar novamente também Cuba para quem havia perdido até ali seu único jogo neste Campeonato Mundial de Vôlei que acontece na Itália. As evidências de que o jogo diante da Bulgária foi perdido de propósito são claras e até mesmo óbvias, mesmo que Bernardinho negue categoricamente, mesmo que os jogadores fiquem cabisbaixos e envergonhados diante de torcedores locais indignados. O Brasil viveu um dia da Argentina de 1978.
Brazilian coach Bernardinho Rezende (L) reacts during their FIVB Men's Volleyball World Championship first round match against Spain in Verona September 26, 2010.   REUTERS/Stringer (ITALY - Tags: SPORT VOLLEYBALL)
A terceira fase começa já nesta segunda-feira e o Brasil sem ter a melhor campanha de seu grupo na segunda fase acaba tendo ironicamente adversários mais frágeis do que teria, pois enfrentará Alemanha e República Checa, em jogos que ocorrem justamente em Roma, palco da final. A partir de agora só resta vencer ou vencer para seguir em frente, a equipe vai precisar mais do que nunca jogar da forma mais perfeita possível e também superar as críticas que foram enormes principalmente por parte dos italianos. O Brasil, sempre que de maneira suposta, não fez o que deveria fazer em termos esportivos, mas diante de um regulamento tão confuso, sem muita coerência e fazendo com que alguns adversários joguem entre si mais de uma vez antes da semifinal e final, é talvez possível compreender as atitudes que aparentemente foram tomadas. Um possível título mesmo que dessa forma será bem vindo, mas isso infelizmente não pagará jamais a mancha de ter perdido um jogo propositadamente. (Fotos: Reuters via PicApp)

Melhor time de vôlei do mundo

July 25, 2010 - Cordoba, Argentina - epa02261378 Brazil's Dante serves against Russia during the World Volleyball League 2010 finals at Orfeo Stadium in Cordoba, Argentina, 25 July 2010.
A bandeira do Brasil é soberana no Orfeo Superdomo, ginásio que fica na cidade de Córdoba, na Argentina. A Seleção local de vôlei foi eliminada logo no começo da fase final da Liga Mundial, perdeu justamente para os brasileiros em um jogo tenso decidido apenas no tie-break. Esse placar de 3 a 2 havia se tornado um placar que era considerado até ruim, principalmente quando ocorreu no segundo jogo realizado no dia 5 de junho em Uberlândia contra a Bulgária. Ele precedeu a única derrota em toda a disputa que ocorreu diante da Holanda. O técnico cubano Orlando Samuels era um dos que dizia que o Brasil de 2010 não era mais o mesmo que havia sido campeão em 2009, mas a hora dele ia chegar e era só uma questão de tempo.

O Brasil que não tinha Serginho, acabou perdendo Giba. Mas o Brasil no vôlei e talvez como a Espanha no futebol, é um time, é um coletivo, e tem peças de reposição à altura no banco de reservas. O troco na Holanda aconteceu no dia 26 de junho em Roterdã. A Coréia do Sul não teve chances e a Bulgária foi novamente despachada, e com mais um placar de 3 a 2. A Seleção Brasileira se tornava especialista em tie-break´s e derrotou a poderosa Sérvia desta mesma maneira. Assim a vaga na semifinal estava garantida e o adversário do jogo realizado no último sábado era justamente a Seleção de Cuba. Nem foi preciso o set de desempate desta vez, com 3 a 1 no placar o Brasil rumava para mais um decisão de título, em busca da hegemonia na Liga Mundial.

No Grupo F da fase final a Itália acabou eliminada diante de Cuba e Rússia. Ao lado do Brasil os italianos eram até o ano passado os maiores campeões da Liga Mundial de Vôlei, ambos com oito títulos cada um. Mas a Sérvia que dificultou a vida dos brasileiros acabou levando um passeio de 3 a 0 dos russos. E na grande decisão, mesmo desfigurado e tendo que improvisar jogadores como Théo e Marlon, substitutos de Vissotto, machucado, e Bruninho. O Brasil conseguiu a vitória suada por 3 a 1 mesmo estando atrás no placar durante o quarto set e conseguindo reverter o resultado, desta vez não precisou de tie-break. Festa na Argentina e tradicional peixinho para comemorar o eneacampeonato, o maior campeão da história da Liga Mundial de Vôlei.
July 25, 2010 - Cordoba, Argentina - epa02261465 Brazil's Giva and his teammates celebrate the victory of his team against Russia 3-1 in the World Volleyball League 2010 finals at Orfeo Stadium in Cordoba, Argentina, 25 July 2010.
Não tem como não exaltar os jogadores, Dante que era um dos mais desacreditados por ter ficado fora do time no ano passado foi heróico, além do maior pontuador da decisão. Porém também fica difícil não responsabilizar mais uma conquista em função principalmente do técnico, Bernardo Rocha de Rezende, o Bernardinho. Um verdadeiro mito, um gênio do veleibol mundial. O título da Liga Mundial que ele conquistou em 2001 foi o seu primeiro pelo Brasil e o segundo na história brasileira. Depois disso o país levou mais sete sendo cinco consecutivos. O trabalho realizado por um dos melhores técnicos do planeta em todos os esportes se deve muito ao planejamento, destacado no livro em que escreveu, além de muito esforço, trabalho duro e principalmente dedicação, que levaram a Seleção Brasileira de Vôlei ao sucesso absoluto. Podendo ser considerada porque não como o melhor time de vôlei do mundo. (Fotos: ZumaPress via Picapp)

Histórias do Vôlei I

Com apenas 19 anos de idade, ele era o caçula do time, porém Marcelo Negrão não tremeu em dos momentos mais importantes de sua vida, no hora em que saltou para o último saque da final olímpica do vôlei masculino nas Olimpíadas de Barcelona 1992, bateu firme, colocou a bola no chão a selou a primeira medalha de ouro do Brasil em esportes coletivos.

A manhã de domingo do dia 9 de Agosto, trazia muita tensão e nervosismo para jogadores e torcedores, mas no final do jogo tudo virou festa e alegria, a 'geração de prata' de Los Angeles 1984 se transformava em 'geração de ouro' na Espanha, e acabou revolucionando o esporte no país, que ganhou inúmeros fãs e praticantes.

O time era formado por jovens jogadores que apresentaram em quadra um jogo eficiente e diferenciado, imposto pelo recém chegado técnico José Roberto Guimarães, a equipe passou invicta na fase de classificação, cedendo apenas dois sets mesmo tendo como adversários União Soviética, Cuba e Holanda, já na semifinal eliminou o temido EUA, onde venceu por 3 a 1 de virada.

Maurício, Giovane, Tande, Marcelo Negrão, Paulão e Carlão encarnaram literalmente os gritos de "Encima, embaixo, puxa e vai" que o torcida cantava em puro entusiasmo, na final o reencontro com a Holanda que afirmava ter sido uma zebra o placar adverso de 3 a 0 na primeira fase, o Brasil então repetiu o feito com parciais 15/12, 15/8 e 15/5, contundente, entrou para a história e marcou de forma dourada a nova geração do vôlei brasileiro. (Foto: Arquivo)

Praticamente perfeitas

Chega de perder na final, chega de serrem derrotadas em jogos 'ganhos', chega de 'amarelar' e deixar escapar a glória de uma medalha de ouro na reta final, depois das tristes derrotas nas Olimpíadas de Atenas 2004, Mundial de 2006 e Jogos Pan-Americanos Rio 2007, a Seleção Feminina de vôlei vence os Jogos de Pequim 2008, em uma campanha praticamente perfeita.

Elas passaram por Cazaquistão, Argélia, as temidas russas, italianas e japonesas, derrotaram a Sérvia e as donas da casa na semifinal, não perderam nenhum set em sete jogos disputados, chegaram na final pela primeira vez depois de cinco semifinais seguidas, pela frente a equipe dos EUA, vista inclusive como uma grande 'zebra', as meninas sofreram, mas venceram.

A primeira medalha de ouro na história do vôlei feminino veio com apenas uma set perdido na grande decisão, um jogo difícil mas que o Brasil soube controlar e buscar a reação nos momentos certos, como no primeiro e quarto sets da partida, uma grande vitória e um ouro merecido para Mari, Paula Pequeno, Fabiana, Sheilla, Walewska, Jaqualine e todas suas companheiras, inclusive a levantadora Fofão, que se despediu da equipe depois de 17 anos e cinco Olimpíadas.

Festa na quadra, emoção no pódio, o técnico Zé Roberto ganha sua segunda medalha dourada em Olimpíadas depois de ter levado o vôlei masculino à sua primeira medalha de ouro, conquistada em Barcelona 1992, o ouro das meninas marcou também o grande desempenho dos esportes femininos do Brasil em Pequim, que faturou no total duas de ouro e três de bronze. (Fotos: UOL e AP Photo)

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PEQUIM 2008

Pequim aguarda

A Seleção masculina de vôlei do Brasil conseguiu nesta manhã a classificação para as Olimpíadas de Pequim 2008, a vaga veio após uma excelente vitória sobre a forte equipe da Rússia por 3 sets a 0 (25-22, 25-23, 25-18). Com isso o Brasil assumiu a liderança na Copa do Mundo disputada no Japão e restando apenas um jogo o terceiro lugar, que garante a vaga para os jogos, está assegurado.

Se vencerem os donos da casa neste domingo, a Seleção do técnico Bernardinho fatura o segundo título seguido da competição, a missão não é nada difícil já que o Japão não faz uma boa campanha, as outras duas vagas para a China estão sendo disputadas entre a Rússia, a Bulgária e os EUA, sendo está última a única equipe que conseguiu vencer o Brasil, logo no primeiro jogo desta Copa do Mundo.

O susto inicial acordou a equipe que não passou mais nenhum sufoco até aqui, superou a Bulgária e antes de passar pela Rússia, até então melhor time da competição, viu o adversário ser sucumbido pela própria equipe da Bulgária, a força e a união sempre presente nas equipes brasileiras de vôlei dos últimos anos fizeram mais uma vez a diferença em quadra e a polêmica envolvendo o levantador Ricardinho que aconteceu nas vésperas dos Jogos Pan-Americanos, onde Brasil foi campeão, parece estar definitivamente superada.

O time base do Brasil foi formado principalmente por Marcelinho, Giba, André Nascimento, Gustavo, Rodrigão, Dante como titulares, além do líbero Escadinha. Giba, com 14 pontos no último jogo contra a Rússia, foi escolhido o melhor jogador em quadra. (Foto: Itsuo Inouye/AP)

- COPA DO MUNDO DE VÔLEI

Garantidas na China

As seleções femininas de vôlei da Itália, do Brasil e dos EUA já estão garantidas nas Olimpíadas de Pequim, na China, após ficarem respectivamente em 1º, 2º e 3º lugares na Copa do Mundo realizada no Japão, foi o primeiro título da equipe italiana enquanto que o Brasil garantiu o segundo lugar no critério de desempate contra a equipe dos EUA.

A campanha brasileira que terminou com uma vitória sobre as anfitriãs, foi marcada por altos e baixos porém pode ser considerada como muito boa, pois foram derrotadas apenas pela Itália, que terminou a competição com um aproveitamento de 100% e passou pelo Brasil de forma arrasadora, e pelos EUA em um jogo que venciam por 2 sets a 0 mas permitiram a virada das norte-americanas, que por sua vez tiveram também duas derrotas, para a Itália e para a Sérvia.

Apesar de terem sidos apenas duas derrotas, a equipe brasileira atuava sempre com uma certa preocupação já que ocupou o terceiro lugar na tabela durante praticamente toda a competição, sendo sempre ameaçada pelas equipes da Cuba, grande carrasco na final dos Jogos Pan-Americanos, e também a equipe da Sérvia, de quem o Brasil ganhou de 3 a 0 no penúltimo dia, resultado que já lhe garantira a vaga nos Jogos devido a vitória da Itália sobre as cubanas.

Mesmo com a ausência da Rússia nessa Copa do Mundo, uma forte equipe de vôlei feminino, as expectativas de uma boa participação em Pequim para as brasileiras são grandes, com destaques para as jogadoras Fofão, Jaqueline, Paula Pequeno, Sheila e Walewska, a busca pelo ouro inédito será uma verdadeira batalha para a equipe do técnico José Roberto Guimarães, que seria um feito incrível para quem detém apenas dois bronzes, um em Atlanta 96 e outro em Sydney 2000. (Foto: Koji Sasahara/AP)

- COPA DO MUNDO DE VÔLEI

Rumo à Pequim

Depois de sofrer uma virada histórica dos EUA quando vencia por 2 sets a 0, a Seleção feminina de vôlei reagiu e arrasou a Tailândia na Copa do Mundo, vencendo por 3 a 0, com parciais de 25-12, 25-13 e 25-20, a equipe está em 3º lugar e segue na briga por uma das 3 vagas para as Olimpíadas de Pequim do ano que vem, em 1º e 2º lugares estão Itália e EUA que não perderam nenhum jogo.

O destaque do Brasil foi Paula Pequeno que marcou 16 pontos, a vitória serviu também para que a equipe conseguisse aumentar o "ponto-average" (divisão de pontos ganhos por perdidos) que serve como critério de desempate - "Cada ponto vale ouro. Sabíamos que era importante fechar o mais rápido possível cada set. O time está de parabéns por ter valorizado cada jogada", disse Paula.

A Sérvia que aparece em 4º lugar com a mesma campanha do Brasil, derrotou Quênia por 3 a 0, Estados Unidos bateram a República Dominicana por 3 a 1, com 25-16, 20-25, 25-16 e 25-18, a Itália venceu a Polônia por 3 a 0 (25-15, 25-15 e 25-18), os próximos adversários do Brasil são a Coréia e a Republica Dominicana, já na quarta e última rodada enfrentam a Itália, depois a Sérvia e fecham sua participação contra a equipe local, o Japão. (Foto: AFP)

- COPA DO MUNDO DE VÔLEI FEMININO